Conheça 4 tendências em segurança da informação para sua empresa

Todos os anos, as notícias sobre tendências em Segurança da Informação trazem um balanço com relatos de invasão de dados e vírus dos mais variados tipos. Isso causa um estigma sobre a segurança dos dados, pintando-a como um desastre.

Na realidade, guardar e proteger os dados de sua organização precisa ser um dos fatores mais importantes ― se não for o maior. Atualmente, temos a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), que entrará em vigor em meados de 2020. Sua ideia é proteger os clientes ao prevenir o vazamento de dados. Sua empresa deve estar em conformidade para não ganhar penalidades sérias!

E onde estaremos mais vulneráveis na área de Segurança da Informação e compliance?

O conceito de Segurança da Informação

Chamada de InfoSec, essa área faz muito mais do que impedir acesso não autorizado. Existem diversas definições acadêmicas, mas basicamente a Segurança da Informação é a prática de impedir o acesso não autorizado, divulgar, gravar, modificar ou destruir as informações ― sendo estas físicas ou elétricas.

Podem ser perfis nas redes sociais, dados do celular, informações biométricas, arquivos e e-mails da empresa. Isso abrange muitas áreas, como criptografia, computação móvel, redes sociais, segurança forense, entre outros.

Normalmente, a InfoSec é baseada em quatro pilares:

Confidencialidade

Os dados só podem ser vistos ou usados por pessoas autorizadas a acessá-los. Indivíduos, entidades e processos não autorizados devem ser sinalizados imediatamente para a área responsável, para que a sua origem seja verificada.

Integridade

Significa manter a precisão da informação. Ou seja, toda e qualquer alteração nas informações por um usuário proprietário deve continuar em estado íntegro. Informações sigilosas têm que ter rastreio, para fins de auditoria. É necessário que o acesso não autorizado seja impossível — ou pelo menos detectado a tempo.

Disponibilidade

Essa é fácil: as informações precisam estar disponíveis sempre que os usuários autorizados necessitarem delas. Por exemplo, se o RH quiser conferir as horas extras de determinado funcionário, esses dados devem ser fiéis à realidade.

Hoje em dia, devido ao próprio desenvolvimento exponencial das tecnologias, mais um fator tem sido largamente considerado: a conformidade.

Conformidade

Existe para garantir que todas as leis, normas e regulamentos sejam contemplados e validados em todos os sistemas de uma organização.

A importância da Segurança da Informação

As organizações reconheceram a importância da proteção de todas as informações privadas. Elas nunca devem se tornar públicas, especialmente quando são privilegiadas.

Com o aumento das ameaças de ataques cibernéticos, consultorias especializadas ou profissionais qualificados em segurança da informação estão sendo alocados. Assim, as interrupções na defesa da rede não acontecem ou são rapidamente resolvidas, evitando a perda de tempo.

Para que não existam essas surpresas desagradáveis, fique de olho nas soluções mais importantes que estarão no radar!

As 4 maiores tendências em Segurança da Informação

Controle de permissões de usuários, autenticação de dois fatores, backup diário e firewalls poderosos são algumas das maneiras de proteger sua organização. Contudo, com a Indústria 4.0, surgiram novos desafios.

  • Internet das Coisas ― IoT
    A IoT deixou de ser algo distante e está em um bom nível de desenvolvimento. Acredito que você tenha ouvido falar de casas inteligentes, alarmes fotossensíveis inteligentes e carros conectados, e que já tenha uma SmartTV em casa.

Com tanta novidade e a pressa de lançar os produtos no mercado, a segurança nem sempre foi considerada prioridade máxima durante a fase de design do produto.

Apesar disso, muitas estruturas de segurança IoT já foram desenvolvidas, mas ainda não temos um padrão único aceito. É importante contar com ao menos uma estrutura de segurança, pois temos também a chegada dos ransomwares, como veremos no próximo tópico.

  • Ransomware das Coisas ― RoT
    Durante o inverno de 2016, na Finlândia, cibercriminosos foram capazes de assumir o controle e interromper o aquecimento de dois prédios durante um ataque distribuído de Permission Denied ― Permissão Negada. Foi pedido um resgate para que os prédios voltassem a funcionar, e daí surgiram os RoT ― Ransomwares das Coisas.

Será necessário um esforço para proteger os sistemas IoT e seus dispositivos, já que as técnicas atuais (como filtragem, criptografia e autenticação) poderão gerar um consumo de processamento e banda que não estava previsto.

Para mitigar qualquer tipo de ataque, também é crucial educar e mudar a cultura da organização. Oriente sua equipe sobre as melhores práticas e ética ao utilizar os dispositivos e dados da empresa.

Dica de Ouro: se sua companhia estiver infectada com ransomware, é aconselhável não pagar o resgate, pois essa é uma forma de incentivo aos cibercriminosos. É possível recuperar os arquivos danificados com decodificadores especializados. Peça o conselho de um especialista em Segurança da informação. E não se esqueça do backup!

  • Backup e RAID
    Os backups são uma solução bem antiga, que nunca esteve tão em evidência. Trata-se de uma proteção contra a corrupção dos dados, com a qual é possível realizar o backup diário incremental e backups completos semanais, armazenados na nuvem ou em seu próprio data center.

RAID significa Redundant Array of Independent Disks― Conjunto Redundante de Discos Independentes. É uma solução por vezes mais barata, cujo objetivo é fornecer redundância das informações utilizando as matrizes. Ou seja, se um disco falhar, os outros discos assumem o controle até que a unidade seja substituída. Mas, no caso de corrupção de dados, os dados corrompidos ficarão em todas as unidades.

Então, qual solução utilizar? Especialistas recomendariam as duas! Discos rígidos falham, é inevitável. E a solução RAID é fantástica para tratar redundância. Além disso, existem provedores de nuvem que já utilizam criptografia de alto nível — mais uma arma contra os ataques.

  • Autenticação de múltiplos fatores
    Embora esteja longe de ser uma solução perfeita (pois ainda pode haver ataque por phishing), a maioria dos serviços online está abandonando o acesso por senha. A tendência é oferecer métodos de autenticação adicionais ― que, por enquanto, serão opcionais.

Os bancos — na vanguarda, como sempre — já estão realizando essas alterações para aumentar a segurança.

Os fatores de autenticação são classificados em três casos:

  • O que o cliente sabe: senha, PIN ou frase de segurança;
  • O que o cliente possui: tokens via software, que enviam códigos por SMS ou e-mail;
  • O que o cliente é: impressão digital, padrão de retina, reconhecimento facial.

Os usuários com certeza ficarão confusos por um tempo, mas as diferentes formas de autenticação de múltiplos fatores aumentarão a segurança.

O campo da InfoSec cresceu e evoluiu significativamente nos últimos anos. Vimos aqui o que é, sua importância e os maiores fatores que serão tendência em segurança da informação.

A segurança de informações é uma área sólida, e a maioria das organizações já compreende a necessidade de tecnologia de firewall, antivírus e antispam. Mas só essas soluções não são o bastante.

É necessário também ter programas de correção agressivos e sistemas reforçados, a fim de se proteger de invasões ou de ver os dados da empresa totalmente corrompidos ou roubados.

Conte com o conhecimento e experiência de nossos especialistas em segurança da informação para garantir a proteção dos dados de sua empresa.


Saint Paul inova com primeiro tutor do mundo com o uso de inteligência artificial

Em tempos de fake news, está cada vez mais difícil diferenciar informações verdadeiras de notícias falsas na internet. Não é raro digitar uma pergunta em um site de buscas e aparecerem respostas com dados distorcidos ou até mesmo errados. Mas há quem esteja usando a tecnologia em prol da educação de qualidade.

É o caso da Saint Paul Escola de Negócios que, em parceria com a Stefanini Scala, coligada da Stefanini, oferece uma plataforma disruptiva que permite que o estudante esclareça dúvidas, a qualquer hora do dia, e em qualquer lugar com ajuda da inteligência artificial (IA).

“Os nossos professores ‘treinam’ a ferramenta de IA para responder dúvidas dos conteúdos ensinados”, explica Marcos Paulo Sanchez, diretor da área Digital e de TI da Saint Paul, instituição cinco vezes listada entre as melhores do mundo, segundo o Financial Times. O projeto teve início há pouco mais de um ano, e o primeiro curso a contar com o Paul, o tutor virtual, foi Contabilidade, seguido por Inovação e Criatividade.

Agora, será a vez dos estudantes de Administração e Demonstrativos Financeiros terem acesso à ferramenta capaz de tirar dúvidas e ensinar diversos conceitos, técnicas e relações com a matéria. Concluída essa etapa, a meta é que mais 20 mil alunos possam recorrer a essa plataforma de aprendizado.

“A nossa expectativa é estender o acesso a mais de 100 cursos em até três anos, beneficiando milhares de alunos”, afirma Sanchez. “A transformação digital é o que nos move. De maneira alguma descartamos a figura do professor”, acrescenta. “Temos dois protagonistas: o aluno e o professor. A tecnologia é só o meio”, resume Adriano Mussa, diretor acadêmico da Saint Paul.

Além de oferecer um conteúdo extenso e respostas precisas, a plataforma permite que o aluno acompanhe a sua evolução no curso e compartilhe suas experiências em uma rede social criada exclusivamente para os estudantes. “A ideia é que o aluno tome as rédeas da própria aprendizagem”, garante Sanchez.

IBM Watson

Para Filipe Cotait, diretor de tecnologia da Stefanini Scala, a plataforma mostra que a Saint Paul é uma instituição inovadora e disruptiva. O elogio não é à toa, afinal ela é a única no mundo a utilizar a IA dessa forma. A Stefanini Scala é responsável pela implementação da tecnologia IBM Watson e pela criação do chat por meio do qual o aluno pode tirar dúvidas com o Paul. “No início, confesso que eu era cético com a possibilidade de a IA aprender os conteúdos, mas o resultado me surpreendeu positivamente”, destaca Sanchez.

Esse projeto faz parte de uma plataforma de onlearning chamada LIT, que funciona como uma assinatura do Netflix ao oferecer acesso a um vasto conteúdo e permitir que o aluno direcione seus estudos para as áreas de maior interesse. Ao todo, a plataforma conta com mais de 1.500 exercícios solucionados, 8.000 livros e 10 programas de MBA com temas relacionados a negócios, como liderança, marketing, contabilidade, inovação, finanças, entre outros. A ideia é que o aluno receba certificações de acordo com os cursos realizados, de modo que, ao serem conectadas como um Lego, ele consiga obter um diploma de MBA.

Caminho educacional personalizado

Além disso, a plataforma consegue identificar pontos fortes e pontos fracos de cada estudante e oferecer um caminho educacional personalizado. Também é capaz de traçar a personalidade do aluno, por meio da sua forma de escrever e de suas interações sociais. Sobretudo, é democrática. A assinatura custa R$ 99 mensais, o que possibilita que milhões de brasileiros tenham acesso à educação executiva de qualidade.

“Você pode aprender lendo livros, assistindo a uma aula ou participando de um estudo de caso. Agora, você pode aprender conversando com o Paul. Sem dúvida, a inteligência artificial baseada em computação cognitiva apresenta elementos fundamentais para a evolução da forma de se aprender”, afirma José Securato, diretor-presidente da Saint Paul Escola de Negócios.


A Pré-Sal Petróleo é a nossa nova parceira na gestão de gastos de partilha de produção

A Stefanini Scala venceu a licitação e até meados do próximo ano colocará em operação na Pré-Sal Petróleo o Sistema de Gestão de Gastos de Partilha de Produção (SGPP). Trata-se de uma plataforma digital que fará a gestão de dados de todos os projetos sob o regime de partilha no pré-sal, um sistema orçado em R$ 14,6 milhões. Participaram da licitação nove empresas da área de tecnologia da informação, na modalidade “Software As A Service” (SaaS).

Segundo Paulo Carvalho, diretor Técnico e de Fiscalização da Pré-Sal Petróleo, o novo sistema vai contribuir para a digitalização da companhia. Tarefas rotineiras realizadas atualmente passarão a ser feitas pelo SGPP, a exemplo do processo de reconhecimento de custos de cada um dos projetos (como compra de equipamentos, prestação de serviços, mão de obra, custos de perfuração), acompanhamento das operações e da produção de cada consórcio e verificação de estoque de petróleo e volume de gás natural de cada campo operado em regime de partilha.

“Hoje somos gestores de dez contratos de partilha e representamos a União em 23 acordos de inpidualização da produção. E a expectativa é de crescimento da nossa atuação. Estes projetos geram um enorme volume de dados e o novo sistema permitirá à Pré-Sal Petróleo exercer suas atividades com mais agilidade e eficiência”, explicou Carvalho.

PROJETOS ESTRATÉGICOS

As empresas operadoras dos consórcios alimentarão diretamente os dados no sistema, resguardando a segurança e a integridade da informação de cada projeto. Pela plataforma, a Pré-Sal Petróleo poderá acompanhar simultaneamente o desempenho de cada consórcio e também calcular os volumes de produção de petróleo e gás de propriedade da União. No futuro, será possível fazer comparações de custos praticados por cada fase de projeto.

“Sabemos da importância deste projeto para a PPSA e para o Brasil, o que nos motiva a desenvolver e entregar o projeto de forma que atenda totalmente à expectativa. A Stefanini Scala é um dos maiores parceiros de software da IBM na América Latina e vamos utilizar tecnologia deste grande fabricante para desenvolver a solução. Estamos acostumados a entregar projetos estratégicos para nossos clientes e já estamos preparados para iniciar imediatamente mais um deles”, complementa José Carlos Pires, presidente da Stefanini Scala.


Manutenção preditiva: evite problemas no maquinário, perdas e prejuízos

Manutenção preventiva você já conhece: o fabricante passa os procedimentos mais adequados para garantir o bom funcionamento de uma determinada máquina e você segue o cronograma. Mas você não recebe nenhuma previsão sobre eventuais quebras e quando elas poderão ocorrer, até porque isso depende da intensidade de uso e de muitas outras variáveis.

Mas nós podemos ajudá-lo com previsões para que você  faça a manutenção preditiva: a partir de uma série de dados e de modelos estatísticos, determinamos quando um equipamento sofrerá uma pane, evitando que a máquina pare e gere prejuízos para a empresa.

A pedido de uma mineradora, por exemplo, aplicamos a metodologia para as esteiras que carregam minérios – uma única esteira parada por algumas horas compromete toda a produção e gera perdas enormes. Por isso, é importante identificar e correlacionar dados, apontando qual a probabilidade de uma dessas esteiras apresentar problema e agir antes que isso aconteça.

Uma mesma máquina não apresenta os mesmos dados de outra máquina, mesmo que sejam iguais, assim como um automóvel tem maior ou menor vida útil dependendo do motorista e da forma como é conduzido. É  preciso ter  modelos estatísticos, que poderão ser alimentados com novos dados ao longo dos meses, gerando alertas para os administradores. E isso vale para máquinas de fábrica, para a indústria pesada, equipamentos hospitalares etc.

IBM SPSS

A manutenção preditiva envolve dezenas de variáveis referentes ao equipamento e ao processo de produção, como velocidade, tensão elétrica, aceleração, carga horária e anos de funcionamento, e também os dados gerados pela internet das coisas (IoT) e seus sensores. Os dados permitem construir modelos estatísticos que rodam no software IBM SPSS.

Estudar e correlacionar os dados, buscando formas que permitam prever o futuro e a saúde das máquinas, é uma de nossas especialidades na área de análise preditiva.

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Análise preditiva: quer saber quanto tempo um paciente ficará internado?

Na área de saúde, há questões fundamentais que impactam no planejamento e consequentemente, num melhor atendimento. Impactam também na gestão hospitalar, mas nem sempre temos resposta para essas questões.

Eis algumas:

• É possível estabelecer quanto tempo um paciente ficará internado na UTI?
• Quais pacientes têm maior risco de contrair uma infecção hospitalar?
• Entre os pacientes que tiveram alta da UTI e vão para o quarto, quais têm risco de morte?

As respostas a essas perguntas permitem tomar ações antecipadamente, melhorando o índice de assepsia ou estendendo o tempo de permanência na UTI, entre outras ações. E é possível fornecê-las com os conhecimentos estatísticos da análise preditiva e a plataforma IBM SPSS, que permite elaborar modelos estatísticos.

DATA SCIENCE E DATA MINING na Gestão Hospitalar

Nossa metodologia envolve, num primeiro passo, o entendimento da realidade do cliente. Depois, nos debruçamos no estudo dos dados existentes e que tenham sido coletados ao longo de dois ou mais anos.

A partir desse estudo, nossos especialistas em estatística definem modelos que alimentarão a plataforma IBM SPSS, de Data Science e Data Mining. Com a plataforma alimentada e gerando relatórios, o próprio cliente pode operar e buscar as respostas de que precisa para melhorar a gestão. Esse é um modelo válido para a gestão hospitalar, mas também para qualquer outro tipo de negócio.

Saiba mais sobre nossa experiência com a solução de análise preditiva e a gestão hospitalar. Clique aqui.


Quer detectar e prevenir fraudes? Nós podemos ajudar

Recente pesquisa feita pela Delloite e pelo Instituto dos Auditores Internos do Brasil, mostrou que o risco de fraude está entre as maiores preocupações dos auditores brasileiros.  E esse tema tem demandando esforços crescentes entre as empresas, que buscam meios de reduzir riscos. Segundo o levantamento, a prevenção e detecção de fraudes é considerada importante para 63% dos auditores.
A Stefanini Scala está sintonizada com essa demanda e tem uma solução que pode ajudar a reduzir riscos de fraude em empresas. Como funciona?
A ideia aqui é entender o negócio do cliente, analisar milhões de dados, cruzando variáveis de forma a gerar regras que alimentarão o sistema. Esse trabalho leva a médias e comportamentos padrão, gerando alertas para aqueles casos que não se encaixam em grupo algum.
Nosso Módulo de Detecção de Fraude e Prevenção pode ajudar a sua empresa a identificar comportamentos atípicos. Para um cliente da área de saúde, por exemplo, detectamos desvios em pedidos de exames de análises clínicas e apontamos quais clínicas estavam fazendo exames desnecessários.
Para uma empresa de cartões de crédito, cruzamos informações de cartões clonados, buscando pontos em comum entre eles, até chegar ao estabelecimento onde o roubo dos dados ocorreu. Às vezes, nem o dono do estabelecimento sabe do evento, pois os dados podem ser roubados via bluetooth ou por um funcionário mal intencionado.
Para um cliente da área de distribuição de energia elétrica, analisamos o valor pago pelo consumidor comparando-o com o de residências vizinhas, entre outros dados. Em 80% das vezes em que o modelo apontou indício de fraude, a fraude existia de fato.

Fraudes estão por todo lado. Como detectá-las na internet?

Na internet e nas compras online também é possível detectar fraudes com a mesma receita de bolo: estabelecendo modelos estatísticos, fazendo a análise de dados e traçando comportamentos padrão. Num site de compras, por exemplo, podemos analisar dezenas de variáveis como o tempo que o internauta levou para estudar um produto e comprá-lo ou se o endereço de entrega difere do endereço do cartão de crédito. Alertas para casos fora do padrão são emitidos e esses casos podem ser analisados antes que o produto seja entregue.
Nossas soluções, que têm como base a plataforma IBM SPSS, contam com plug-ins de conexão com mídias sociais e são capazes de buscar informações relevantes nessas mídias. Numa base de inadimplentes, por exemplo, quem tem mais chance de pagar? Aquela pessoa que postou nas redes sociais que comprou um carro novo?
Também plug-ins de áudio podem ser usados. No caso de uma seguradora, foram usados em conversas telefônicas. Numa frase como “Meu carro foi roubado”, foi possível analisar o tom de voz e identificar se a pessoa estava mentindo. Ou se o que ela falou coincidia com o boletim de ocorrência.
Deu para perceber que, se o seu problema é minimizar os riscos de fraude, nós temos a solução. Saiba mais aqui.

Next Best Offer, Upsale, Cross Sale: antecipe os resultados das ações de marketing

Três ações de marketing que são fáceis de entender, mas difíceis de executar, se você não souber como: Next Best Offer, Cross Sale e Upsale.
No primeiro caso, Next Best Offer refere-se à  “próxima melhor oferta”, ou seja, qual produto o  consumidor estará propenso a comprar  naquele momento. No Cross Sale, estamos falando de vendas relacionadas, do tipo “quem comprou o produto A compra também o B". Já o Upsale trata de uma venda adicional àquela que a pessoa está comprando naquele momento, algo que pode incrementar o faturamento e elevar o tíquete médio.

Exemplos de ações de marketing

Ao longo dos últimos anos, temos desenvolvido com sucesso modelos estatísticos capazes de ajudar empresas a definir qual é a Next Best Offer ou o produto ideal para um Upsale e quais os produtos que se correlacionam no Cross Sale. Se você tem dados estatísticos de vendas dos últimos dois anos ou mais, nós podemos ajudar na análise preditiva, que trará as respostas.
Fizemos isso com um cliente da indústria de perfumaria. Ao iniciar o projeto, estudamos o perfil de consumo de um grupo de consumidores pré-definido. Analisamos milhares de dados, criamos categorias de produtos e fizemos a correlação entre eles (quem comprou A, comprou também B), gerando 120 regras diferentes.
Descobrimos por exemplo que, entre os consumidores de um determinado sabonete, 65% compraram também um certo perfume. O resultado da amostragem levou a uma ação de marketing para os demais consumidores e a todos que compraram aquele sabonete foi ofertado o perfume.
Conclusão: as vendas do perfume triplicaram e a empresa se animou a criar novas ofertas, usando mais regras criadas através da análise preditiva.
A metodologia envolve muito know how das equipes de profissionais estatísticos da Stefanini Scala e também a solução de software IBM SPSS, que permite a análise preditiva, data mining e correlações de milhares de dados. Muitas áreas podem se beneficiar: indústria, varejo, setor financeiro, de seguros e a área de marketing em geral.

Com o IBM SPSS e nossos modelos estatísticos, é possível realizar:

• Previsão orçamentária (forecast) com base na situação financeira da empresa em um determinado período.
• Projeção de vendas para os próximos meses.
• Market Basket Analysis – Quer montar uma cesta e precisa definir quais os produtos com mais chance de venda? Tem uma indústria e quer montar um combo para oferecer aos revendedores? Fácil.
• Mensuração de ações de marketing, para definir quais deram certo e quais foram os resultados. Assim, você sabe que, se não fizer nada, venderá X. Mas se fizer uma promoção, venderá Y vezes X.
• Next Best Offer – O que oferecer ao cliente, naquele momento? Se você tem uma base de dados, vamos analisá-la e estudar perfis de compra e determinar qual produto o cliente tem maior propensão a comprar naquele momento.
• Correlação de produtos x estação do ano (algo importante para o ramo vestuário).
• Cross Sale – Determine os produtos que têm correlação de compra, do tipo “quem comprou o produto A compra também o B”.
• Upsale – Encontre os produtos certos para uma venda adicional, segundo o perfil do consumidor.
• Quais clientes estão prestes a mudar para a concorrência? Saiba antes que seja tarde demais.
Como você pode ver, a lista do que é possível fazer com modelos estatísticos e soluções IBM SPSS é bem extensa. Nós podemos ajudá-lo a incrementar o faturamento e a melhorar seu relacionamento com o cliente.
Saiba mais aqui.

Sophie deu um show durante evento e é motivo de orgulho para nós!

Foi um sucesso nosso encontro para brindar o final de ano e mostrar a nossos clientes como a plataforma Sophie de computação cognitiva, baseada na Inteligência artificial do IBM Watson, funciona na prática.  É inovação e tecnologia que revolucionarão as empresas.
Sophie deu um show e mostrou a que veio. A plataforma entende e responde questões como um humano, de forma escrita ou falada, e aprende conforme o uso. O input de dados ocorre por textos, fotos, vídeos e mesmo anotações feitas à mão.
Os clientes gostaram, claro. Afinal, Sophie pode auxiliar equipes de venda, orientar um potencial comprador na escolha de um produto, atender solicitações de consumidores, fazer o diagnóstico de um problema e um sem-número de outras aplicações.
Para 2018, mais novidades vêm aí. Aguardem!
Saiba mais sobre nossa plataforma Sophie clicando aqui.

Com a análise preditiva, é possível prever o futuro. E isso é Ciência de Dados

Um cliente será bom pagador? Um aluno ficará matriculado até o final do curso? Uma pessoa tem perfil para comprar um determinado produto? Qual a projeção de vendas para os próximos seis meses? Você não precisa de bola de cristal para responder questões como essas. A ciência de dados (data science) pode ajudá-lo.

Antecipar respostas é possível quando se tem dados históricos, conhecimento estatístico, experiência e um bom software em mãos, capaz de fazer o trabalho pesado de cálculo e cruzamento de informações. Conhecida por análise preditiva, essa área do conhecimento permite às empresas um melhor planejamento e a tomada de decisões mais precisas, mesmo em cenários nebulosos e num mundo em constante transformação. A análise preditiva não se debruça apenas em dados passados, como ocorre com a área e os softwares de BI, mas utiliza também modelos estatísticos para projetar o futuro.

O que dá para fazer com Data Science

Na Stefanini Scala, nossos especialistas criam modelos estatísticos com o suporte do IBM SPSS, que inclui SVM – Support Vector Machine, modelador capaz de mapear e categorizar dados através de funções matemáticas. Parece complicado, mas o que importa é que podemos ajudá-lo a fazer:

  • Forecast – antecipando o desempenho financeiro dos meses a seguir;
  • Previsão de demanda, para melhor planejamento;
  • Previsão orçamentária, para garantir a saúde financeira da empresa;
  • Previsão de estoques, pois ninguém quer errar nesse ponto nevrálgico;
  • Previsão de desempenho de campanhas de marketing, cujos resultados parecem impossíveis de serem antecipados;
  • Detecção de risco de fraude, sejam elas em seguradoras, no varejo online etc;
  • Manutenção preditiva de equipamentos, antecipando quais equipamentos sofrerão pane;
  • Previsões estatísticas variadas, como o tempo em que uma pessoa ficará internada na UTI ou qual a melhor oferta de produto para um determinado grupo de consumidores.
  • Ciclo de vida do cliente.

EXEMPLOS

Todo o trabalho da Stefanini Scala começa com o entendimento do negócio. Depois, estudamos quais dados são necessários e quais estão disponíveis em databases até chegar a modelos estatísticos a serem implementados.

Para definir o ciclo de vida do cliente, por exemplo, estudamos perfis de clientes e as ações de marketing capazes de mantê-los ativos pelo maior tempo possível, sem que migrem para a concorrência. Se conhecemos o cliente, podemos oferecer um determinado produto, um crédito, um investimento, montar uma oferta. Podemos fazer com que consumam mais.

A área de telecomunicações, por exemplo, sofre com a migração de clientes para a concorrência. O trabalho de análise preditiva, nesse caso, inclui pontuar os clientes de forma que, quanto maior for a pontuação, maior a chance de perder aquele cliente num determinado período de tempo (churn rate ou taxa de evasão de clientes). Monitorar o churn rate é fundamental pois significa ter a oportunidade de criar ofertas especiais capazes de reverter o cenário de perda.

A análise preditiva pode, também, determinar quais são os clientes ouro, prata ou bronze, com base no potencial futuro de compra. E pode definir quais produtos cada grupo está propenso a comprar. Imaginou o tanto que é possível fazer?

Todas as áreas, sejam Indústria, Varejo, Saúde, Educação, podem se beneficiar. E na Stefanini Scala temos uma equipe especializada, pronta para ajudá-lo.

Saiba mais aqui.


No Banco Votorantim, a performance digital está garantida

 

A parceria entre Stefanini Scala e o Banco Votorantim, que já vem de longa data, inclui a implantação de uma solução capaz de identificar rapidamente a origem de problemas operacionais, a plataforma Dynatrace.

Voltada para o gerenciamento de performance digital, a Dynatrace permite oferecer uma boa experiência virtual, de maneira a atrair usuários, ampliar receitas e gerar maior fidelidade. Plataforma inovadora, ela torna as informações visíveis em tempo real, ajudando empresas a enxergar suas aplicações e canais digitais pela perspectiva dos usuários finais.

“À medida que fomos expandindo o uso da ferramenta Dynatrace, ganhamos sinergia com as áreas de desenvolvimento, que passaram a utilizá-la na hora de definir a estratégia de lançamento de produtos”, afirma Marcelo Toledo, gerente de infraestrutura do Banco Votorantim.

Como é sabido, falhas nos sistemas ou até mesmo o atraso em alguns segundos na aplicação on-line são suficientes para fazer com que o consumidor migre para o concorrente. “Um de nossos principais produtos é o financiamento de veículos. Se o cliente não consegue fazer a simulação rapidamente, acaba dando preferência a outro banco, o que representa uma perda de receita potencial”, acrescenta Toledo.

SOLUÇÃO LÍDER NO GARTNER

A plataforma Dynatrace, reconhecida pelo Quadrante Mágico do Gartner como líder em Application Performance Monitoring (APM) pelo 8º ano consecutivo, torna as informações visíveis em tempo real. O monitoramento é baseado na experiência dos clientes e impulsionado por Inteligência Artificial, o que garante que as performances digitais, tanto nas navegações feitas pela web quanto nos dispositivos móveis, sejam de alto nível.

A tecnologia possui dashboards intuitivos, que possibilitam acompanhar o que ocorre em cada camada das transações, localizar exceções que possam atrapalhar o funcionamento das aplicações, identificar as causas que geram demora nas respostas e monitorar – de ponta a ponta – a performance de todo o sistema.

O escopo do projeto previa o monitoramento tanto no teste de novos produtos quanto na análise de resultados diários. A tecnologia também auxiliou no processo de reformulação do site, uma vez que o banco passou a detectar o total de acessos por celular e o navegador mais utilizado.

FERRAMENTAS INOVADORAS

A experiência do Banco Votorantim reforçou a parceria com a Stefanini Scala. “Investimos cada vez mais em transformação digital para conectar toda a experiência do usuário”, diz Filipe Cotait, diretor de tecnologia da Stefanini Scala. “Isso é possível ao disponibilizar ferramentas inovadoras que ampliem a geração de resultados e a melhoria da experiência com produtos e processos, garantindo um monitoramento em tempo real do comportamento de cada cliente em múltiplos canais de atendimento”, diz.

Agora, no Banco Votorantim, mais uma fase de expansão está em curso, com a meta de apoiar todas as áreas, estendendo o uso da plataforma para todos os setores do banco. Segundo Jean Calixto da Silva, gerente de negócios da Stefanini, a estratégia dará conta das transformações rápidas que acontecem no mundo. Com soluções inovadoras e parceiros especializados Stefanini Scala, isso é possível.