Orbitall: monitoramento de performance leva a ganhos de eficiência operacional de 95%

A revista Case Studies, ligada à FGV Management, trouxe um caso de sucesso inspirador: a Orbitall, em parceria com a Stefanini Scala, adotou uma plataforma de monitoramento de performance que a levou a registrar uma eficiência operacional de 95%.

A Orbitall, empresa de meios de pagamentos homologada pelas principais bandeiras do mercado (Mastercard, Visa e Diners), decidiu implementar uma ferramenta que pudesse rastrear seus sistemas e indicar, em tempo real, quando e onde há um problema, de forma que possa ser imediatamente corrigido.

DESAFIOS

A empresa processa diferentes tipos de cartão, de crédito, pré-pago, vale-refeição e vale-presente. Em suas operações, uma falha precisa ser resolvida com rapidez para evitar prejuízos aos parceiros. O desafio, segundo o CEO Braulio Lalau de Carvalho, era descobrir onde está um eventual problema, considerando os vários sistemas que compõem a infraestrutura de seus serviços, para resolvê-lo.

Ao adotar a solução APM (Application Performance Management) de monitoramento inteligente Dynatrace, a empresa ganhou visibilidade em tempo real de todo o sistema.

Sete meses depois do início do projeto, a companhia registrou um ganho em eficiência operacional de 95% e uma economia de 40% na gestão de pessoal.

Confira o caso de sucesso completo e suas etapas de implementação clicando aqui.

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Solução utilizada:

APM (Application Performance Management) Dynatrace

 


machine learning

Machine Learning: quando usar? Sua empresa está preparada?

Quase todos os processos de negócios orientados por dados podem ser aprimorados com ferramentas de Machine Learning: segmentação de clientes, marketing personalizado, classificação de textoson bording de novos usuários, análise e prevenção de fraudes, entre tantos outros exemplos de uso. Mas há um fator importante que determina o sucesso dessa empreitada: é preciso um volume grande de dados para que a ferramenta de Machine Learning aprenda e, então, execute tarefa de forma autônoma.  

O aprendizado de máquina reúne ferramentas que “aprendem” a tomar uma decisão baseadas em exemplos, e não a partir de uma programação específica. Portanto, é preciso fornecer esses exemplos.  

Numa empresa de seguros, por exemplo, os segurados apresentam fotografias dos danos ocorridos, seja um amassado no carro, um vidro quebrado, um motor fundido etc. Antes da automação, uma pessoa deveria olhar foto por foto, milhares delas, para assegurar que o acidente de fato ocorreu 

Para o olho humano, é fácil entender um amassado na lataria. Mas, para uma máquina, será preciso milhares de imagens, em ângulos diferentes, com iluminação diferente, foco e distância, para que ela consiga aprender e distinguir a lataria amassada de, digamos, um latão de lixo. Porém, uma vez que aprenda, a máquina será capaz de executar a tarefa de forma incrivelmente mais rápida e precisa do que o homem, analisando milhares de imagens em segundos.  

Machine Learning, portanto, é uma ferramenta boa e que traz enorme impacto na empresa quando há volumes grandes de dados rotulados, de forma que os algoritmos possam aprender com eles. 

 

SUA EMPRESA ESTÁ PREPARADA?  

Eis algumas perguntas que você precisa responder antes de implementar um projeto de Machine Learning: 

  1. Seu projeto tem objetivos claros? Mesmo que seja um experimento, deve haver uma meta de negócios final que realmente importe e justifique os esforços.  
  1. Você definiu se o projeto de Machine Learning deve reduzir custos ou aumentar a receita?  Um projeto bem-sucedido reduzirá os custos, aumentará a receita ou ambos  
  1. Como o sucesso será medido? Cada projeto é diferente e será preciso estabelecer o KPI para avaliar seu impacto na organizaçãoAs métricas podem ser o número de horas gastas em uma tarefa, o número de erros, o engajamento de novos usuários, unidades vendidas etcPara essa medição, é preciso entender os dados de entrada de forma a aplicar os algoritmos adequados.  
  1. Sua organização está coletando os dados certos? Algoritmos de Machine Learning não fazem milagre. Eles precisam de grande volume de dados para funcionar, dados especificados e rotulados, para que o algoritmo possa analisá-los, compará-los e aprender com eles.  

 

SOLUÇÃO INDICADA 

O IBM Watson Machine Learning facilita a colaboração de desenvolvedores e cientistas de dados para integrar recursos preditivos a seus aplicativos. Desenvolvido na plataforma de análise SPSS da IBM, o Watson Machine Learning permite desenvolver aplicativos que tomam decisões mais inteligentes, resolvem problemas difíceis e melhoram os resultados do usuário. Desenvolver aplicativos de negócios inteligentes com mais facilidade e confiança 

Saiba mais, confira o vídeo:

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Para suas demandas de Machine Learning e de Inteligência Artificial, é bom poder trocar ideias com especialistas. Na Stefanini Scala eles estão à sua disposição.   


85% das empresas não estão prontas para atender a LGPD

Estivemos presentes no IBM Think 2019, em São Paulo, um dos mais importantes eventos sobre tecnologia, com muita informação sobre tendências e soluções. E a Stefanini Scala apresentou sua expertise relativa a LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados, que deve vigorar a partir do próximo ano.

A palestra foi conduzida por Daniel Reis, head de Analytics. Daniel revelou que na Europa, onde a lei de proteção de dados GDPR está em vigor, metade das empresas foram alvo de algum tipo de ação regulatória por não estarem totalmente adequadas.

Aqui no Brasil, a situação parece seguir pelo mesmo caminho, com empresas despreparadas para atender as exigências da nova lei. Segundo dados da Serasa Experian, em levantamento de Agosto de 2019, 85% das empresas declararam que não estão prontas para atender a LGPD.

ABORDAGEM AMPLA

A LGPD envolve muitos aspectos, tanto jurídicos, quanto de TI, de processos e governança. É preciso uma abordagem ampla para estar em conformidade.

Por isso, a oferta da Stefanini Scala engloba várias etapas, incluindo o entendimento dos processos e sistemas de captura de dados adotados, o mapeamento desses dados, a estratégia de comunicação, de governança, anonimização, higienização e descarte de dados; as rotinas de auditoria e, por fim, a prevenção a incidentes e das ações a serem tomadas após um eventual vazamento de dados ou utilização ilegal desses dados.

É um trabalho extenso, feito dentro de um cronograma pré-estabelecido, com profissionais especializados. E sob medida, já que empresas são diferentes e precisam de soluções específicas que realmente atendam suas necessidades.

Saiba mais sobre LGPD, clique aqui!


Conquistamos a certificação Great Place To Work

A Stefanini Scala, a IHM Stefanini, com foco em engenharia e tecnologia para segmentos industriais, e a Orbitall, especializada em Serviços de Contact Center e Processamento de Meios de Pagamento, ventures do Grupo Stefanini, conquistaram a certificação Great Place To Work 2019. O GPTW avalia o clima organizacional e as melhores práticas de gestão de pessoas.

De acordo com o Braulio Lalau de Carvalho, CEO da Orbitall, os resultados mostram a importância de alinhar os anseios da companhia com os dos colaboradores, traçar objetivos e buscar melhores resultados, tanto para a empresa quanto para as equipes e seus líderes. “Mas não basta apenas ter reuniões de feedback esporádicas com seu time", diz. "O bom gestor é aquele que está próximo do dia a dia da empresa, fornecendo dicas contínuas para suas equipes, dando espaço para o diálogo que, por sua vez, impulsiona o crescimento dos colaboradores”.

Recentemente, a Orbitall passou a adotar o uso de patinetes para que os funcionários possam circular pelos corredores e espaços livres da companhia. A iniciativa busca estimular um ambiente de trabalho leve, lúdico e ainda mais colaborativo.

AMBIENTE CONECTADO

O programa de certificação GPTW permite, por meio de uma ferramenta on-line de pesquisa, a medição de forma prática da percepção dos funcionários em relação à empresa. “As pessoas aqui têm vontade de vir para o trabalho, os funcionários gostam de trabalhar em um ambiente conectado e com perspectivas reais de crescimento”, diz Filipe Cotait, diretor de tecnologia da Stefanini Scala.

“Aqui, os líderes incentivam ideias e sugestões e as levam em consideração nas rotinas de trabalho, confiando nos colaboradores que fazem um bom trabalho sem precisar vigiá-los”, diz Gustavo Brito, diretor de Digital Industry da IHM.

Segundo o GPTW, ao transformar a qualidade dos ambientes de trabalho, é possível transformar os valores e a maneira com que as pessoas se relacionam dentro e fora da empresa, contribuindo para a melhoria da sociedade como o todo. “Temos foco em gente, proporcionando um ambiente de trabalho harmonioso, onde os colaboradores se sintam bem em estar todos os dias. Acreditamos que promover uma boa relação entre as pessoas possibilita a criação de vínculos importantes que gera um ambiente sadio e produtivo”, finaliza Carla Alessandra de Figueiredo, gerente executiva de RH do Grupo Stefanini Brasil.


Seguro de Software: garanta a gestão dos licenciamentos. Não corra riscos!

Escrever esse artigo me lembra que nós, seres humanos, temos a capacidade de saber o que temos de fazer, mas nem sempre priorizamos ou fazemos aquilo que precisa ser feito. Nas organizações, muitas vezes, acontece da mesma forma. Toda empresa sabe que precisa ter controle e gestão sobre a utilização do seu parque de licenças de software e que precisa manter estas ferramentas atualizadas e devidamente legalizadas. Sendo assim, por que NÃO o fazem?

Já vi cliente sendo auditado pelo fornecedor do software e ficando chateado porque foi pego de surpresa [chateado foi a palavra mais amena que encontrei] e depois de muita conversa [pra não dizer confusão] precisou pagar a multa. A verdade é que o processo de controle e gestão dos softwares fica esquecido, debaixo do tapete, com baixíssima prioridade. O tempo passa, o time de operações instala novas licenças, urgências acontecem e quando você menos espera, está com o parque não licenciado de novo. Sendo assim, precisamos que alguém fique atento [ou como diz o matuto, de butuca!] e monitore continuamente.

Falando sério: a imagem da organização vai por água abaixo e pode gerar um grande prejuízo financeiro se não houver uma conformidade legal dos programas utilizados na empresa. É importante entender que, ao não agir com regularidade, a organização corre risco de multas, ações indenizatórias e até interdições. Entre as penas previstas pela Lei 9.609/98 está a detenção de seis meses a dois anos. Se não for possível descobrir o número de licenças que foram evadidas, tanto pior. Pode haver cobrança de uma indenização no valor de 3 mil vezes o preço da licença!

PARA FACILITAR

Em anos de crise é natural que os fornecedores corram atrás de validar se seus clientes estão utilizando o licenciamento corretamente. Nem sempre os processos de licenciamento são triviais e fáceis de entender, principalmente quando eles começam a ficar em múltiplos ambientes, incluindo a Cloud. Uma boa alternativa para facilitar a tarefa e aumentar a eficiência da fiscalização é ter uma área responsável, que conheça as normas e leis regulatórias implicadas neste processo, e que também possa contar com uma empresa externa que apoie essa iniciativa [aqui eu começo a falar da Stefanini Scala], validando as informações e dando o devido respaldo.

O importante é ter uma solução que não apenas apague o incêndio, mas traga garantias de que não haverá surpresas no momento de uma possível auditoria interna ou externa [ou seja, não será pego de calças curtas]. Ter os relatórios bimestrais com todo o acompanhamento do que está sendo utilizado [mostrando quais licenças compradas podem estar sem uso] e também como está o compliance com o que foi comprado [fazendo um match com as licenças dos contratos existentes]. O relatório deve permitir que seja feita uma análise para a redução de riscos e custos. Por fim, não espante se você começar a dormir melhor e ficar à vontade quando o fornecedor vier negociar!

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Mirna Machado é diretora de produtos Stefanini Scala


Solução para gestão de escalas de plantão da Stefanini Health ganha destaque

O setor de soluções médicas está em alta e a Stefanini Health tem papel importante nos avanços da área, com sua solução para gerenciamento de UTIs e para a formação de escalas de plantão médico. Em reportagem ao jornal O Globo, a Associação Brasileira da Indústria de Alta Tecnologia de Produtos para Saúde (Abimed) declarou que o setor deve crescer entre 5% a 7% em 2019.

Segundo Carlos Alberto Goulart, presidente executivo da Abimed, a evolução tecnológica deverá produzir grandes mudanças na interação entre os elos da cadeia de saúde (indústria, distribuidores, hospitais, pagadores, profissionais de saúde e pacientes).

 

A solução da Stefanini Health para agilizar a montagem de escalas de plantão e facilitar a gestão dos profissionais envolvidos é citada no texto como um exemplo de solução que otimiza o tempo do médico. A solução acompanha todas as etapas do processo, desde o momento em que o médico aceita a escala até quando propõe a troca com outro profissional.

“As vantagens são o ganho de tempo dos gestores médicos para realizar atividades administrativas, o melhor monitoramento dos profissionais e a gestão e controle das horas”, explica Mirna Machado, diretora da Stefanini Health.