Fraudes estão por todo lado. Sua empresa também é vítima?

Você sabia que 94% das instituições financeiras sofreram tentativas de fraude nos últimos 2 anos? Sua empresa faz parte desta estatística?

Golpes de identidade, de concessão de crédito ou cartão, de seguro ou controle de contas são apenas alguns dos mais comuns.

Sabemos, com isso, que as empresas não perdem apenas dinheiro, mas perdem também clientes. E estes são irrecuperáveis.

Você está disposto a entregar seu cliente para o concorrente?

Com o aumento exponencial da sofisticação de fraudes e crimes financeiros é necessário que as investigações lideradas por humanos tenham fortes aliados, como ferramentas de análise de inteligência.

Manter uma vantagem assimétrica sobre atividades criminosas é uma batalha que pode ser amplamente acelerada por software de inteligência de análise investigativa.

Independentemente do tipo de fraude e do crime financeiro, quatro atributos são verdadeiros:

  1. Há sempre um indivíduo ou grupo de indivíduos por trás de todas as fraudes;
  2. Fraudes, mesmo as mais sofisticadas, geram pegadas digitais que podem ser seguidas, se descobertas;
  3. Permanecer não-óbvio e não-detectado é a chave para evitar um ataque de fraude bem-sucedido;
  4. Os fraudadores continuarão a evoluir seus vetores de ataque até que sejam bem-sucedidos.

 

Nossa abordagem antifraude

Utilizamos tecnologias analíticas de Machine Learning e Correlação de Informações, para que sua empresa não se torne um alvo. Nossas entregas e atividades incluem:

 

Através dessas medidas, sua empresa pode reduzir significativamente a ocorrência do volume total de fraudes financeiras.

Para saber mais, fale conosco!


duplicação de dados

Elimine a duplicação de dados sensíveis e gerencie o consentimento para atender a LGPD

A Lei Geral de Proteção de Dados requer várias providências por parte da TI. O texto prevê a proteção aos dados sensíveis, como nomes, CPF, endereços etc. de consumidores. Prevê, também, que esses dados só serão coletados com o consentimento de seus proprietários.

Portanto, se você tem bancos de dados de usuários, clientes ou consumidores, tem que adequar-se para estar em conformidade. Para isso, é preciso conhecer os dados relevantes e descobrir onde estão armazenados. Em muitos casos, os dados estão dispersos ou são compartilhados com diferentes departamentos, como SAC, logística ou marketing.

Então, para começar, elimine a duplicação de dados e crie um catálogo único.

O mesmo usuário/consumidor pode ter entradas em diferentes plataformas, com nomes abreviados, incompletos etc. Você precisa identificar as duplicações e consolidá-las para conseguir resgatar os dados de uma pessoa, caso seja preciso.

Claro que você precisará de uma solução que permita a adição, o trabalho e o compartilhamento de dados entre sistemas e processos de recebimento de dados. E que apresente recursos de Machine Learning para otimizar os processos.

Gerencie o consentimento

O consentimento está previsto na lei: a empresa só poderá armazenar dados pessoais se o usuário/consumidor concordar e der o seu consentimento. O consentimento pode ser manifestado pelo preenchimento de um formulário eletrônico, pelo envio de e-mail ou um simples clique do usuário num checkbox. Ao coletar os dados, portanto, será preciso apresentar um texto solicitando o consentimento (texto que, por sinal, precisa ser escrito pela área jurídica de forma a garantir que esteja de acordo com a lei).

Se a empresa já tem um banco de dados, terá que disparar um pedido de atualização dos Termos de Uso e Políticas de Privacidade.

Como se vê, o tema demanda uma solução capaz de gerenciar o consentimento, separando aquelas pessoas que já concordaram daquelas que não concordaram ou não responderam, para manter as informações pelo tempo previsto ou eliminá-las do banco de dados.

Solução que resolve

Com MDM - Master Data Management Express, da IBM, você consolida dados de diferentes fontes em minutos. E tem uma visão unificada e confiável dos dados do cliente (dado mestre), vindos de sistemas redundantes e inconsistentes. Assim, é possível eliminar duplicações de dados e unificá-los num catálogo único.

A solução também conta com interface gráfica para fácil curadoria, visualização e edição de informações de gerenciamento de consentimento; faz buscas de texto avançadas para localizar e visualizar dados de uma pessoa específica; fornece gráficos e estatísticas.

A solução faz uso de Machine Learning, tem instalação simples e conta com APIs para integração.

Com MDM você já dá os primeiros passos para adequar sua empresa à LGPD. A nova lei é uma realidade. Por isso, se precisar de ajuda, pode contar conosco!


lgpd

A LGPD envolve várias frentes de trabalho. É hora de arregaçar as mangas!

 

A LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados foi aprovada e, agora, é apenas uma questão de meses até que empresas façam as adequações necessárias para evitar as multas pesadas previstas pelo texto.

Os esforços são grandes, abarcam várias áreas da empresa e não apenas a área jurídica e de TI. Respire fundo e responda:

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5 etapas para colocar sua empresa em conformidade com a LGPD

 

A LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados está em contagem regressiva para entrar em vigor. É preciso correr!  Por onde começar?  

Comece pela conscientização de executivos e gestores sobre os conceitos da lei e os riscos que ela representa. Quais são os dados sensíveis de que fala a lei? Quais são os direitos garantidos pela lei aos donos da informação?  

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85% das empresas não estão prontas para atender a LGPD

Estivemos presentes no IBM Think 2019, em São Paulo, um dos mais importantes eventos sobre tecnologia, com muita informação sobre tendências e soluções. E a Stefanini Scala apresentou sua expertise relativa a LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados, que deve vigorar a partir do próximo ano.

A palestra foi conduzida por Daniel Reis, head de Analytics. Daniel revelou que na Europa, onde a lei de proteção de dados GDPR está em vigor, metade das empresas foram alvo de algum tipo de ação regulatória por não estarem totalmente adequadas.

Aqui no Brasil, a situação parece seguir pelo mesmo caminho, com empresas despreparadas para atender as exigências da nova lei. Segundo dados da Serasa Experian, em levantamento de Agosto de 2019, 85% das empresas declararam que não estão prontas para atender a LGPD.

ABORDAGEM AMPLA

A LGPD envolve muitos aspectos, tanto jurídicos, quanto de TI, de processos e governança. É preciso uma abordagem ampla para estar em conformidade.

Por isso, a oferta da Stefanini Scala engloba várias etapas, incluindo o entendimento dos processos e sistemas de captura de dados adotados, o mapeamento desses dados, a estratégia de comunicação, de governança, anonimização, higienização e descarte de dados; as rotinas de auditoria e, por fim, a prevenção a incidentes e das ações a serem tomadas após um eventual vazamento de dados ou utilização ilegal desses dados.

É um trabalho extenso, feito dentro de um cronograma pré-estabelecido, com profissionais especializados. E sob medida, já que empresas são diferentes e precisam de soluções específicas que realmente atendam suas necessidades.

Saiba mais sobre LGPD, clique aqui!


Conheça 4 tendências em segurança da informação para sua empresa

Todos os anos, as notícias sobre tendências em Segurança da Informação trazem um balanço com relatos de invasão de dados e vírus dos mais variados tipos. Isso causa um estigma sobre a segurança dos dados, pintando-a como um desastre.

Na realidade, guardar e proteger os dados de sua organização precisa ser um dos fatores mais importantes ― se não for o maior. Atualmente, temos a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), que entrará em vigor em meados de 2020. Sua ideia é proteger os clientes ao prevenir o vazamento de dados. Sua empresa deve estar em conformidade para não ganhar penalidades sérias!

E onde estaremos mais vulneráveis na área de Segurança da Informação e compliance?

O conceito de Segurança da Informação

Chamada de InfoSec, essa área faz muito mais do que impedir acesso não autorizado. Existem diversas definições acadêmicas, mas basicamente a Segurança da Informação é a prática de impedir o acesso não autorizado, divulgar, gravar, modificar ou destruir as informações ― sendo estas físicas ou elétricas.

Podem ser perfis nas redes sociais, dados do celular, informações biométricas, arquivos e e-mails da empresa. Isso abrange muitas áreas, como criptografia, computação móvel, redes sociais, segurança forense, entre outros.

Normalmente, a InfoSec é baseada em quatro pilares:

Confidencialidade

Os dados só podem ser vistos ou usados por pessoas autorizadas a acessá-los. Indivíduos, entidades e processos não autorizados devem ser sinalizados imediatamente para a área responsável, para que a sua origem seja verificada.

Integridade

Significa manter a precisão da informação. Ou seja, toda e qualquer alteração nas informações por um usuário proprietário deve continuar em estado íntegro. Informações sigilosas têm que ter rastreio, para fins de auditoria. É necessário que o acesso não autorizado seja impossível — ou pelo menos detectado a tempo.

Disponibilidade

Essa é fácil: as informações precisam estar disponíveis sempre que os usuários autorizados necessitarem delas. Por exemplo, se o RH quiser conferir as horas extras de determinado funcionário, esses dados devem ser fiéis à realidade.

Hoje em dia, devido ao próprio desenvolvimento exponencial das tecnologias, mais um fator tem sido largamente considerado: a conformidade.

Conformidade

Existe para garantir que todas as leis, normas e regulamentos sejam contemplados e validados em todos os sistemas de uma organização.

A importância da Segurança da Informação

As organizações reconheceram a importância da proteção de todas as informações privadas. Elas nunca devem se tornar públicas, especialmente quando são privilegiadas.

Com o aumento das ameaças de ataques cibernéticos, consultorias especializadas ou profissionais qualificados em segurança da informação estão sendo alocados. Assim, as interrupções na defesa da rede não acontecem ou são rapidamente resolvidas, evitando a perda de tempo.

Para que não existam essas surpresas desagradáveis, fique de olho nas soluções mais importantes que estarão no radar!

As 4 maiores tendências em Segurança da Informação

Controle de permissões de usuários, autenticação de dois fatores, backup diário e firewalls poderosos são algumas das maneiras de proteger sua organização. Contudo, com a Indústria 4.0, surgiram novos desafios.

  • Internet das Coisas ― IoT
    A IoT deixou de ser algo distante e está em um bom nível de desenvolvimento. Acredito que você tenha ouvido falar de casas inteligentes, alarmes fotossensíveis inteligentes e carros conectados, e que já tenha uma SmartTV em casa.

Com tanta novidade e a pressa de lançar os produtos no mercado, a segurança nem sempre foi considerada prioridade máxima durante a fase de design do produto.

Apesar disso, muitas estruturas de segurança IoT já foram desenvolvidas, mas ainda não temos um padrão único aceito. É importante contar com ao menos uma estrutura de segurança, pois temos também a chegada dos ransomwares, como veremos no próximo tópico.

  • Ransomware das Coisas ― RoT
    Durante o inverno de 2016, na Finlândia, cibercriminosos foram capazes de assumir o controle e interromper o aquecimento de dois prédios durante um ataque distribuído de Permission Denied ― Permissão Negada. Foi pedido um resgate para que os prédios voltassem a funcionar, e daí surgiram os RoT ― Ransomwares das Coisas.

Será necessário um esforço para proteger os sistemas IoT e seus dispositivos, já que as técnicas atuais (como filtragem, criptografia e autenticação) poderão gerar um consumo de processamento e banda que não estava previsto.

Para mitigar qualquer tipo de ataque, também é crucial educar e mudar a cultura da organização. Oriente sua equipe sobre as melhores práticas e ética ao utilizar os dispositivos e dados da empresa.

Dica de Ouro: se sua companhia estiver infectada com ransomware, é aconselhável não pagar o resgate, pois essa é uma forma de incentivo aos cibercriminosos. É possível recuperar os arquivos danificados com decodificadores especializados. Peça o conselho de um especialista em Segurança da informação. E não se esqueça do backup!

  • Backup e RAID
    Os backups são uma solução bem antiga, que nunca esteve tão em evidência. Trata-se de uma proteção contra a corrupção dos dados, com a qual é possível realizar o backup diário incremental e backups completos semanais, armazenados na nuvem ou em seu próprio data center.

RAID significa Redundant Array of Independent Disks― Conjunto Redundante de Discos Independentes. É uma solução por vezes mais barata, cujo objetivo é fornecer redundância das informações utilizando as matrizes. Ou seja, se um disco falhar, os outros discos assumem o controle até que a unidade seja substituída. Mas, no caso de corrupção de dados, os dados corrompidos ficarão em todas as unidades.

Então, qual solução utilizar? Especialistas recomendariam as duas! Discos rígidos falham, é inevitável. E a solução RAID é fantástica para tratar redundância. Além disso, existem provedores de nuvem que já utilizam criptografia de alto nível — mais uma arma contra os ataques.

  • Autenticação de múltiplos fatores
    Embora esteja longe de ser uma solução perfeita (pois ainda pode haver ataque por phishing), a maioria dos serviços online está abandonando o acesso por senha. A tendência é oferecer métodos de autenticação adicionais ― que, por enquanto, serão opcionais.

Os bancos — na vanguarda, como sempre — já estão realizando essas alterações para aumentar a segurança.

Os fatores de autenticação são classificados em três casos:

  • O que o cliente sabe: senha, PIN ou frase de segurança;
  • O que o cliente possui: tokens via software, que enviam códigos por SMS ou e-mail;
  • O que o cliente é: impressão digital, padrão de retina, reconhecimento facial.

Os usuários com certeza ficarão confusos por um tempo, mas as diferentes formas de autenticação de múltiplos fatores aumentarão a segurança.

O campo da InfoSec cresceu e evoluiu significativamente nos últimos anos. Vimos aqui o que é, sua importância e os maiores fatores que serão tendência em segurança da informação.

A segurança de informações é uma área sólida, e a maioria das organizações já compreende a necessidade de tecnologia de firewall, antivírus e antispam. Mas só essas soluções não são o bastante.

É necessário também ter programas de correção agressivos e sistemas reforçados, a fim de se proteger de invasões ou de ver os dados da empresa totalmente corrompidos ou roubados.

Conte com o conhecimento e experiência de nossos especialistas em segurança da informação para garantir a proteção dos dados de sua empresa.