Conheça as vantagens de um data lakehouse

Quando uma empresa começa a fazer a coleta de dados ela precisa armazenar esse material em algum lugar. Atualmente, existe a opção de fazer esse armazenamento utilizando um data lakehouse.

Ele vem como alternativa ao data wirehouse e ao data lake. O sistema de trabalho agrupa aquilo que há de melhor nas duas opções, por isso, traz mais flexibilidade para as organizações trabalharem com seus dados.

São várias as vantagens de optar pelo data lakeouse, e neste conteúdo vamos explicar para você quais são elas. Continue lendo para descobrir e ainda compreender melhor o que é o data lakehouse, como ele funciona e quais são os recursos que oferece.

O que é data lakehouse?

É o data lakehouse é uma arquitetura de dados mais moderna que combina as funcionalidades do data wirehouse e do data lake. Assim, forma uma plataforma única que possibilita armazenar dados com baixo custo, mas obtendo funcionalidades para estruturar e gerenciar esses mesmos dados.

Por meio dessa arquitetura, as organizações conseguem trabalhar com armazenamento flexível de dados não estruturados, formando um sistema maior em conjunto com os recursos de dados estruturados do data wirehouse.

Assim, essa tecnologia amplia as possibilidades para as organizações trabalharem com seus dados. Afinal, reúne em um só lugar aqueles que não estão estruturados aos estruturados e, com isso, proporciona a flexibilidade de que falamos. Logo, há uma escalabilidade maior e agilidade para gerar valor a partir desses materiais.

Como o data lakehouse funciona? 

O conceito de data wirehouse surgiu na década de 1980. Com essa arquitetura de armazenamento, podemos ativar dados estruturados para que eles possam ser utilizados em finalidades específicas, seja para geração de relatórios ou para inteligência de negócios.

Muitas empresas ainda utilizam esse tipo de repositório, mas com o Big Data ele se tornou insuficiente. Afinal, por meio dele, as organizações conseguem obter informações a partir de diferentes fontes e nos mais variados formatos.

Eles compõem a maioria do material disponível para elas trabalharem. Porém, são dados que não estão estruturados, logo, não se encaixam no data wirehouse. Foi assim que surgiu o data lake.

Nessa arquitetura, esse grande volume de informações diversificadas e não estruturadas é armazenado em formato bruto. Desse modo, podem ser utilizadas no momento mais conveniente.

Perceba que nos dois formatos existem algumas desvantagens e limitações. O data lakehouse funciona de uma forma que conseguimos aproveitar aquilo que há como característica mais vantajosa nas duas realidades.

Ele centraliza os dados em um só data center, permitindo que todos na organização consigam usar os dados coletados. Utiliza um sistema em nuvem para fazer o armazenamento de baixo custo que encontramos no data lake. Dessa forma, consegue capturar e armazenar um grande volume de dados brutos de todos os tipos.

Mas ao mesmo tempo o data lakehouse contém recursos do data wirehouse. Logo, ele permite fazer a governança de dados, muitas vezes utilizando Inteligência Artificial e aprendizado de máquina para fazer o tratamento dos dados armazenados.

Então, o data lakehouse funciona de uma forma acessível e de baixo custo, mas que agrega funcionalidades da preparação robusta do data wirehouse. Para isso, conta com uma série de recursos, por exemplo, para gerenciamento de dados.

Com eles, conseguimos preparar os dados com mais agilidade para que possam trabalhar juntos e estejam prontos para ferramentas de análise e de inteligência de negócio. Também conta com o recurso de armazenamento flexível, para ser escalado de acordo com a necessidade.

Ainda, utiliza formato de armazenamento em aberto e padronizado, dispõe de suporte em tempo real e suporta várias cargas de trabalho diferentes, para ser utilizado por todas as equipes da organização, desde relatórios até ferramentas de análise e ciências de dados.

Quais são as vantagens de contar com um data lakehouse?

Por todas essas características, já deve ter ficado evidente que o uso de data lakehouse traz uma série de vantagens para as empresas. Mas quais são elas de fato? O que um negócio tem a ganhar com a implementação dessa arquitetura de armazenamento de dados? Veja a seguir!

Custo-benefício mais atrativo

Com o data lakehouse podemos armazenar um grande volume de dados sem a necessidade de manter arquiteturas diferentes. Assim, a relação custo-benefício se torna mais atrativa, inclusive porque podemos adicionar capacidade de armazenamento sem aumentar o poder de computação.

Dados com maior qualidade

Podemos aplicar esquemas para dados estruturados com mais consistência. Isso garante a maior qualidade deles. Sem falar que essa arquitetura aumenta a disponibilidade de novos dados, garantindo que eles sejam recentes.

Arquitetura de armazenamento simplificada

Como dito, o data lakehouse funciona baseado nos princípios do data lake. Sendo assim, ele simplifica o armazenamento, centralizamos as plataformas e conectamos as ferramentas direto com os dados de origem, eliminando a necessidade de extrair ou de preparar para depois enviar para o sistema de armazenamento estruturado.

Alta escalabilidade

Com o uso do data lakehouse seu negócio alcança mais escalabilidade no armazenamento de dados por causa da tecnologia na nuvem. Ela tem um baixo custo e ainda possibilita separar a computação do armazenamento.

Isso fornece a escalabilidade de uma forma praticamente instantânea e quase limitada. Logo, ainda conseguimos escalonar armazenamento e poder de computação de forma separada, acompanhando as necessidades do seu negócio.

Melhoria da governança de dados

Por fim, não podemos esquecer que com o data lakehouse o processo de governança se torna muito mais simples. Ele é utilizado para ampliar o controle sobre a segurança dessas informações, as métricas, acessos e outros fatores fundamentais para gerenciar os dados.

Como o data lakehouse pode ser utilizado?

É por causa de todas essas funcionalidades que o data lakehouse pode ser utilizado para os mais diferentes fins. Conforme explicamos ao longo do artigo, o material que ele armazena é útil desde a criação de relatórios até processos mais complexos. 

A arquitetura é muito útil na análise de dados, ciências de dados, inteligência de negócios e machine learning. De toda forma, os seus componentes de ingestão, gerenciamento e de análise de dados possibilitam a exploração dele a partir de diferentes ferramentas, atendendo as necessidades dos usuários.

Logo, as possibilidades são inúmeras, e com o data lakehouse é possível desenvolver soluções para os mais diferentes cenários. Tudo é feito de uma forma rápida, com acesso simples e aberto para todos dentro da organização, o que aumenta a eficiência e o poder de decisão em seu negócio.

Quer saber como implementar essa tecnologia na sua empresa? Acesse o site da Scala IT e conheça as soluções disponíveis para você.


trabalho humano

Uma Jornada Histórica: A Evolução do Trabalho Humano ao Longo dos Séculos

Quando olhamos para trás, não é nada difícil perceber que o trabalho humano se transformou bastante com o passar dos séculos. A relação das pessoas com seus ofícios evolui de acordo com as mudanças culturais e tecnológicas que passam a fazer parte das suas vidas.

Por exemplo, recentemente a sociedade viu o trabalho remoto ganhar mais destaque devido à pandemia de Covid-19, que tornou urgente o distanciamento social. Observar como essas transformações acontecem ao longo da história permite entender não só o passado, mas especialmente o contexto atual e o que é possível esperar do futuro.

Em vista disso, preparamos este post para trazer até você um panorama da evolução do trabalho humano com o decorrer dos anos. Quer conhecer mais sobre o assunto e entender como a mão de obra humana se encaixa na era da hiperautomação? É só prosseguir com a leitura!

Trabalho na pré-história

A maneira como o ser humano encara o ato de trabalhar mudou bastante com o tempo. Na pré-história, o trabalho era uma questão de sobrevivência. Caçar animais e coletar frutos era como os indivíduos retiravam seu sustento da natureza. Mesmo quando se tornaram agricultores, deixando a vida nômade para trás, o objetivo do trabalho era essencialmente suprir as necessidades mais básicas para sobreviver.

Valorização do ócio criativo

Na Antiguidade, o trabalho humano não era algo visto de forma positiva pelos grandes pensadores gregos e romanos. Isso porque aqueles que precisavam trabalhar ocupavam posições inferiores na sociedade, enquanto o grupo mais abastado — que vivia do trabalho de escravos — tinha tempo livre de sobra para se dedicar às reflexões políticas e filosóficas.

Trabalho humano versus festas

A forma como a elite encarava o trabalho não mudou muito na Idade Média, tanto que esse tipo de atividade continuou sendo menosprezado. Os servos se dedicavam ao trabalho árduo no campo para garantir sustento, moradia e proteção dos donos de terras. Já a nobreza da sociedade feudal desfrutava de diversas atividades de lazer, como torneios, caças de animais selvagens e festas nos castelos.

Ordem divina

No século XVI, o monge alemão Martinho Lutero, uma das principais figuras da Reforma Protestante, difundiu a ideia de que o ócio é um pecado e que o homem nasce para trabalhar. Para ele, quem executa um trabalho foi escolhido por Deus para isso. O trabalho humano seria, portanto, um serviço divino.

Operação das máquinas

Com a revolução industrial no século XVIII, muitos trabalhadores saíram do campo para trabalhar nas fábricas que ficavam nas cidades. Vivendo em condições precárias e em posição de subordinação, essas pessoas se tornavam mão de obra barata para os empresários e cumpriam exaustivas jornadas de até 18 horas por dia, o que muitas vezes resultava em acidentes e até mesmo mortes por exaustão.

Proletariado

A era industrial foi marcada por grandes avanços tecnológicos e pelo surgimento do proletariado, a classe social formada pelos trabalhadores assalariados cuja força de trabalho era explorada pela burguesia industrial. No século XIX, teve início o movimento operário, com esse grupo se organizando para reivindicar melhores condições de trabalho e direitos trabalhistas.

Linha de montagem

No início do século XX, Henry Ford otimizou os processos em sua indústria automobilística por meio de uma linha de montagem, reduzindo o tempo de produção e, consequentemente, seu custo. Nesse modelo de produção, os operários ficam parados em seus postos de trabalho, limitando-se a executar atividades repetitivas.

Barateamento da produção

A conquista de direitos trabalhistas e remunerações mais justas para a classe operária nos países desenvolvidos fez com que muitas empresas passassem a buscar mão de obra mais barata em outros lugares ao longo do século XX. Com isso, elas transferiram a produção para países mais pobres, onde a população ainda lida com condições precárias e salários baixos.

Automação industrial

Os avanços tecnológicos no âmbito industrial permitem utilizar máquinas para automatizar a execução de processos com menores chances de erros e maior redução de custos. Isso reduz a participação humana em linhas de montagem, eliminando também os riscos que os trabalhadores correm nessas atividades.

Uso de robôs

Em pleno século XXI, o uso de robôs já vai muito além das indústrias, chegando inclusive ao mundo digital. Tanta automação de processos tem tornado a discussão sobre a possibilidade de os robôs substituírem o trabalho humano cada vez mais acalorada.

Criação de áreas de trabalho

A transformação digital nas empresas tem proporcionado o surgimento de novas áreas de trabalho humano que até alguns anos atrás seriam impossíveis de imaginar. Gestor de mídias sociais, cientista de dados, desenvolvedor de software e designer de produto são apenas alguns exemplos de profissões criadas em um passado ainda muito recente.

Trabalho híbrido

O trabalho remoto já vinha ganhando espaço na sociedade e foi impulsionado pela pandemia iniciada em 2020. Isso fez com que muitos profissionais que ainda não o adotavam descobrissem os benefícios desse formato e, mesmo com a volta do trabalho presencial, preferissem seguir com um modelo de trabalho híbrido.

Com todas essas evoluções tecnológicas acontecendo em um ritmo tão intenso, é natural se questionar se o trabalho humano vai se tornar cada vez mais dispensável, quem sabe até mesmo a ponto de acabar em certos setores. Como você pode notar, no entanto, o fator humano e a tecnologia sempre caminharam juntos ao longo dos anos e na era da hiperautomação isso não é diferente.

Enquanto a hiperautomação substitui o trabalho humano em determinados processos, as pessoas seguem absolutamente necessárias em outras atividades. Não há por que imaginar um cenário de disputa por espaço, mas de transformação — de modo similar ao que vem ocorrendo desde que começamos a nos organizar em sociedade.

A cultura de inovação nas empresas tem o importante papel de transformar desde os processos internos até a experiência do cliente, entregando produtos e serviços capazes de atender às suas demandas. Nesse cenário, o trabalho humano é um elemento que caminha lado a lado com os avanços tecnológicos, continuando a evoluir e a se adaptar à sua própria maneira.

Achou interessante como o trabalho humano evoluiu ao longo da história? Compartilhe este post nas suas redes sociais e divida esse conhecimento com os seus amigos!


O que é Microsoft Fabric: overview com tudo que você precisa saber

Encontrar as melhores ferramentas para melhorar a eficiência dos processos e se diferenciar dos concorrentes é um passo fundamental para a sua empresa aumentar as vendas, o faturamento e se destacar. Nesse sentido, o Microsoft Fabric é uma ótima solução que vai te ajudar a unificar a análise de dados e tomar decisões cada vez melhores.

Porém, é preciso saber quais são os recursos que ele oferece e como podem ser incorporados no seu negócio. Por isso, preparamos um artigo com diversas informações sobre o Microsoft Fabric e como ele pode ajudar o seu negócio. Continue a leitura e confira este conteúdo especial que preparamos!

O que é o Microsoft Fabric?

O Microsoft Fabric é um ótimo recurso para quem quer melhorar a eficiência do negócio por meio da análise de dados. Essa plataforma une aspectos de Power BI, Azure Synapse e Data Factory para proporcionar um ambiente de integração que vai melhorar a sua experiência na hora de tomar as decisões do negócio.

Além disso, permite que você realize análises de dados em tempo real em uma base SaaS compartilhada, garantindo maior profundidade nas avaliações, experiências compartilhadas e facilidade de acesso aos ativos.

O Fabric ainda possibilita a concentração da produção dos trabalhos da empresa, simplificando os processos e auxiliando na gestão. Há muitas funções que podem ser aproveitadas em seu negócio.

Quais são as funcionalidades dessa ferramenta?

O Microsoft Fabric pode oferecer uma gama de funcionalidades que serão úteis nas tomadas de decisão e na melhora operacional da empresa. Entre os principais recursos disponíveis estão:

  • Engenharia de Dados — oferece a possibilidade de executar transformações em uma grande quantidade de dados, possibilitando a escala e melhora do desempenho na empresa;
  • Data Factory — permite a utilização de mais de 200 conectores para ter acesso a dados tanto localmente, quanto na nuvem;
  • Ciência de dados — ajuda a criar, implementar e operacionalizar modelos que envolvem Machine Learning;
  • Data Warehouse — proporciona formas de melhorar o desempenho e escala, além de armazenar dados de forma nativa;
  • Análise em tempo real — é uma ótima possibilidade para avaliar os dados da empresa e garantir tomadas de decisão ágeis para se adequar às mudanças de mercado;
  • Power BI — garante o acesso aos dados no Fabric rapidamente, além de ser intuitivo e ajudar no processo de tomada de decisões.

Para usufruir de todos esses recursos de maneira unificada, usar o Microsoft Fabric é a melhor opção para o seu negócio.

Como os dados são unificados?

A unificação da base de dados sobre a qual acontece a unificação dos serviços do Fabric é o OneLake. Ele está presente no pacote dessa ferramenta e permite que o usuário tenha uma experiência centralizada a partir do armazenamento dos dados em um único local.

Além disso, o OneLake disponibiliza aos desenvolvedores da empresa uma experiência SaaS unificada a partir do repositório de dados em todo o locatário. Dessa forma não é necessário compreender conceitos de infraestrutura de dados e tem-se mais facilidade para elaborar as estratégias da empresa.

Com o Onelake, as empresas passam a eliminar silos de dados caóticos, criados e configurados em contas próprias e isoladas. Com isso, torna-se possível obter a colaboração por parte dos desenvolvedores nos projetos.

Qual é o papel da IA dentro desse contexto?

Com a melhora nas ferramentas de IA, as empresas aproveitam de recursos melhores que permitem otimizar os seus resultados. Nesse sentido, o Microsoft Fabric também permite o uso da IA para melhorar a experiência dos usuários e os processos das companhias.

Por meio da aplicação da IA, ele permite que os desenvolvedores acelerem a análise de dados. Por meio de modelos, aplicados em uma única base, os cientistas de dados reduzem o tempo necessário para interpretar as informações e agregar valor para a empresa.

Como gerenciar os modelos de IA?

O gerenciamento de dados ocorre em uma plataforma unificada, que permite a análise baseada em modelos de IA, ajudando os cientistas de dados a transformar as informações em uma forma de se diferenciar dos concorrentes.

Além disso, com IA generativa e modelos de linguagem, é possível alimentar constantemente a base da empresa com novos dados, simplificando a identificação de tendências e garantindo um sistema analítico atualizado, integrado e bem gerenciado. Esse uso estratégico pode ajudar o seu negócio a se destacar no mercado e conseguir alta lucratividade.

Como implementar e usar o Microsoft Fabric na empresa?

A partir do Microsoft Fabric Overview que você teve até aqui, já deu para notar que essa ferramenta ajuda na diferenciação de mercado, não é mesmo? Agora, é hora de entender como implementá-lo no negócio. Explicamos em detalhes, a seguir. Confira!

Faça a unificação de dados

O primeiro ponto que deve ser adotado na sua empresa é a unificação de dados a partir do Microsoft Fabric. Por meio de um hub centrado em lake, os engenheiros de dados conseguem conectar e selecionar informações de diversas fontes. Consequentemente, é possível ter mais facilidade para acessar relatórios e tomar decisões acertadas.

Use a IA no gerenciamento de dados

Como você viu, o uso de IA no gerenciamento de dados permite otimizar a coleta e avaliação das informações, além de garantir uma fonte a mais para agregar valor ao processo decisivo do negócio. Por isso, vale a pena incorporar esse tipo de solução em suas estratégias.

Capacite a sua empresa

É preciso que os colaboradores tenham o treinamento adequado para usar todas as funcionalidades do Microsoft Fabric, e isso pode ser feito com a ajuda de profissionais especializados no assunto.

Administre os dados da empresa

É preciso ter uma boa gestão de dados na organização para que os colaboradores consigam utilizá-los. Esse passo envolve a adoção de um sistema aberto e escalonável, que permita a administração dos dados de forma segura e que atenda a governança e conformidade.

Conte com especialistas

Ter o suporte de profissionais especializados em Microsoft Fabric e outras soluções é fundamental para implementar tudo com eficiência. Nesse sentido, contar com a Scala pode ser uma ótima opção. Somos especializados em oferecer soluções de alta performance e orientadas ao que o seu negócio precisa.

Ao entender como aplicar o Microsoft Fabric de forma eficiente, torna-se possível aproveitar todo o potencial dessa ferramenta. Com o suporte da Scala, você consegue implementar essa solução de maneira otimizada e começa a se diferenciar dos concorrentes por meio de análise de dados certeiras e ágeis.

Quer incorporar o Microsoft Fabric em seu negócio com a ajuda da Scala? Então, entre em contato conosco agora mesmo!


Saiba como reduzir custos de análise de logs em tempo real usando AI

Grandes volumes de dados trazem informações valiosas para a empresa, mas também exigem uma alta capacidade de processamento. Entre as diversas atividades envolvidas nesse processo, a análise de logs em tempo real é uma das mais importantes, mas também pode se mostrar um desafio complexo e custos.

Apesar de parecer uma questão difícil de resolver, ao contar com boas ferramentas de IA, essa tarefa pode se tornar mais simples, trazendo otimização de recursos e economia na hora de implementar sua análise de logs. Se você quer saber como colocar essa ideia em prática para otimizar o desempenho de sua equipe de TI e reduzir muitos outros custos, continue a leitura e confira nossas recomendações.

Por que é importante reduzir custos de análise de logs?

Reduzir custos é essencial a fim de alcançar um novo patamar de eficiência operacional em sua empresa. Veja, a seguir, quais os principais fatores que justificam a procura por alternativas para a minimização das despesas na análise de logs.

Desempenho operacional

A análise de logs pode ser intensiva em recursos, exigindo muito tempo e esforço das equipes de TI na hora de dentificar padrões e problemas ligados à segurança. Ao reduzir os custos de análise, seu time pode se concentrar na resolução do problema, atuando de maneira mais estratégica e ágil.

Questões financeiras

A alocação de muitos recursos em análise de logs pode afetar negativamente o orçamento de sua empresa. Ao alocar os recursos em outras áreas, é possível aplicar seus esforços na melhoria da experiência dos clientes, na automação de tarefas e no desenvolvimento de novos projetos junto à sua equipe.

Escalabilidade

Uma das principais prioridades de empresas que visam o crescimento contínuo se refere a capacidade de ampliar suas operações. Conforme o volume de logs aumenta, é essencial contar com mecanismos para reduzir custos e trazer mais eficiência na hora de ampliar as atividades desenvolvidas. Esse tipo de característica é conhecida como ganho de escala e representa um dos requisitos para a ampliação sustentável da empresa.

Tempo de resposta

A análise de logs, quando realizada em  tempo real, é determinante para identificar e responder rapidamente a ameaças cibernéticas ou demais problemas operacionais que podem aparecer. Isso reduz custos, acelera o tempo de resposta e minimiza qualquer impacto negativo derivado de incidentes.

Como reduzir custos de análise de logs em tempo real usando AI?

A redução de custos na análise de logs é muito importante para alcançar mais eficiência e evitar o desperdício de recursos. Nesse sentido, existem várias ações que podem ser adotadas para diminuir as despesas e garantir que a análise de logs seja feita de forma eficiente. A seguir, destacamos algumas delas. Confira!

Detecção de comportamentos estranhos

Com o uso de ferramentas que utilizam IA, fica mais fácil identificar comportamentos estranhos e anomalias na hora de fazer a análise de logs. Esse aspecto é muito importante na hora de fazer a redução dos custos.

Por isso, é crucial implementar sistemas que ajudam na detecção de comportamentos estranhos utilizando IA. Esse tipo de solução permite que sua equipe se concentre em atividades suspeitas e, consequentemente, economize recursos no gerenciamento de logs.

Sinalização de eventos críticos

Contar com a sinalização de eventos críticos é muito importante para aumentar a segurança do negócio e também para que os sistemas continuem funcionando bem. Nesse sentido, fazer a análise de logs em tempo real usando AI é uma ótima saída para reduzir custos.

Por exemplo, com uma solução adequada é possível fazer o armazenamento de grandes volumes e tipos de logs. A partir disso, você pode fazer a definição de eventos que são considerados críticos e receber alertas para proceder com a correção antes de ter alguma ameaça real à segurança.

Análise preditiva

Combinar IA e análise preditiva é uma ótima alternativa para reduzir custos e ter mais eficiência na análise de logs em tempo real. Com soluções adequadas, você consegue criar filtros apropriados, modelos de detecção de comportamentos estranhos e automatização de tarefas no gerenciamento de logs.

Nesse sentido, é importante compreender o volume de dados e a complexidade dos eventos de log envolvidos na análise. Contar com uma boa solução, que suporte grandes volumes e tipos de logs pode facilitar essa tarefa.

Automação

Investir em automação também é um ponto importante para ter mais eficiência e reduzir os custos na análise de logs. Nesse sentido, você pode fazer integrações e criar fluxos automatizados, nos quais as decisões podem ser tomadas com base em dados.

Além disso, é possível que as ações sejam programadas e feitas de forma automática, o que reduz a necessidade de interferência humana e de erros, principalmente para eventos que são parte da rotina.

Agrupamento de logs

Mais uma boa prática para reduzir os custos na análise de logs é o agrupamento. Por meio dele, você consegue categorizar e ordenar um volume alto de eventos ou logs com base em padrões que foram identificados.

Desse modo, fica mais simples e eficiente visualizar os dados, identificar tendências, encontrar comportamentos estranhos e reduzir os custos envolvidos na análise de logs em seu negócio.

Políticas de retenção

Usar políticas de retenção nas análises de logs fica ainda mais eficiente com o uso de IA, permitindo que você reduza os custos na sua empresa. Por exemplo, com uma boa ferramenta, fica simples determinar o período pelo qual os logs ficaram armazenados antes de excluí-los.

Contar com boas ferramentas na hora de reduzir os custos na análise de log é fundamental. Elas permitem que o seu negócio coloque em prática cada uma das práticas que recomendamos ao longo deste texto.

Ao compreender a importância de encontrar caminhos para fazer a análise de logs de maneira mais eficiente, sua empresa está um passo mais perto de diminuir os custos. Além disso, contar com suporte de uma empresa especializada, como a Scala, nessa jornada de implementação de ferramentas de IA é muito importante.

Quer contar com nosso apoio para otimizar a análise de logs em seu negócio? Então, entre em contato agora mesmo e conheça mais sobre as nossas soluções!


Descubra o que é Data Fabric e como pode ajudar sua empresa

Nos últimos anos, os dados ganharam um papel cada vez mais protagonista no meio corporativo. Tecnologias como a IA, Big Data e Data Intelligence, por exemplo, exercem uma função central nas empresas. Nesse contexto, o Data Fabric surgiu como uma solução para resolver problemas quanto ao gerenciamento de dados.

Por meio dele, é possível ter acesso e compartilhamento de informações em atrito em um ambiente de dados distribuído. Além disso, essa tecnologia promete aumentar a eficiência no uso de informações ao cortar tarefas de gerenciamento adicionadas por humanos. Quer saber mais sobre o funcionamento desse sistema? Então continue a leitura e confira nosso post!

O que é o Data Fabric?

O Data Fabric é uma tecnologia que utiliza malha de dados simplificados para facilitar o acesso a informações vitais para a empresa. Ele pode ser definido como uma solução de integração de dados de uma ponta a outra, comporto por um software de arquitetura, recursos de gerenciamento de dados, integração e arquivos compartilhados.

Além disso, esse recurso possibilita mais flexibilidade e integração de APIs com as demais plataformas.

Enquanto em outros dispositivos os dados ficam isolados em ambientes diferentes, no Data Fabric eles são cruzados por meio de análises contínuas que potencializam a geração de informações relevantes para a tomada de decisão.

Como o Data Fabric integra tecnologia dentro do Azure?

O Data Fabric permite unificar a análise de dados da sua empresa a partir da integração de várias ferramentas dentro da Azure. Desse modo, você tem mais facilidade para decidir os caminhos da empresa, por meio de uma tomada de decisão inteligente e informada.

Por exemplo, por meio do Data Fabric, é possível integrar o Azure Data Factory, o Azure Synapse Analytics e outras ferramentas, que vão possibilitar aumentar a eficiência do negócio e se diferenciar dos concorrentes.

Esse cenário acontece devido ao poder do Data Fabric de aumentar a qualidade dos dados e de oferecer aos analistas as melhores informações. Além disso, ele torna possível aproveitar as novas Inteligências Artificiais que estão surgindo em favor do negócio, melhorando a análise de dados e oferecendo suporte para alavancar os resultados.

Como funcionam as análise da plataforma?

Conseguir aproveitar os dados disponíveis na empresa é um passo essencial para se destacar dos concorrentes. Isso porque, a partir de boas informações, fica mais fácil compreender os melhores caminhos e, com isso, ter uma tomada de decisão inteligente.

Com o Data Fabric, você consegue analisar os fluxos de dados em tempo real, utilizando as integrações realizadas e consultando todas as informações necessárias para entender o que é melhor para o seu negócio.

Com as integrações que destacamos anteriormente, também é possível aumentar o potencial do negócio, pois você contará com diversos recursos de forma centralizada, suportando as tomadas de decisão do negócio.

De que forma preparar a empresa para a era das IAs?

Agora que você já sabe como o Data Fabric pode ser usado na empresa, que tal entender como preparar o negócio para se preparar para a era das IAs? A seguir, destacamos alguns passos úteis. Confira!

Entenda os dados da empresa

Para aproveitar a IA e o Data Fabric em sua empresa, é preciso conhecê-la bem. Por isso, faça um diagnóstico para compreender quais são os principais gargalos e os pontos fortes do negócio.

A partir disso, você consegue melhorar a coleta de dados e descobrir de que forma as novas soluções podem ser implementadas no dia a dia da empresa. Vale ainda contar com uma consultoria especializada para ter um diagnóstico preciso e assegurar bons resultados. A Scala pode dar toda a sustentação e suporte para você investir em tecnologia de forma estratégica.

Identifique as possibilidade de aplicação

Outro passo importante é ter ciência de quais são os usos mais adequados da IA no seu negócio. Por exemplo, com o Data Fabric, você consegue criar modelos de IA em uma única plataforma, aumentando a eficiência nessa etapa.

Esse cuidado vai liberar a sua equipe para pensar em estratégias que podem potencializar os resultados do negócio. Para melhorar ainda mais o desempenho da empresa, vale contar com a Scala para fazer a alocação de profissionais especializados e garantir mais eficiência na área de TI.

Crie uma estratégia de IA

Para implementar as soluções de IA e ter resultados com elas, é importante criar um projeto que considere todas as características do seu negócio. Assim, você consegue potencializar o uso das ferramentas e tornar os colaboradores ainda mais produtivos.

Nesse sentido, contar com uma equipe especializada para te dar suporte no desenvolvimento do seu projeto de IA é uma excelente alternativa. Para isso, conte com a Scala na execução do seu projeto. Com foco no seu negócio, podemos agregar valor e ajudar a preparar a sua empresa para aproveitar as novas ferramentas que estão surgindo.

Faça as integrações necessárias

Para ter sucesso na gestão de dados, é importante contar com integrações que otimizam seus processos, tais como: Data Integration, Managed File Transfer, System & Application Integration. Por meio delas, você ganha segurança e eficiência nos processos internos.

A integração de dados, por exemplo, é responsável por consolidar registros de diferentes fontes em um único local, frequentemente chamado de Data Warehouse.

Por exemplo, imagine que sua empresa colete informações nas mais diversas áreas, como marketing, vendas e financeiro. Para aproveitar todos os dados e alcançar mais eficiência no projeto, a integração torna-se necessária.

Isso porque, a partir dela, torna-se mais fácil ter uma visão completa de todo o projeto. Inclusive, existem ferramentas que possibilitam a emissão de relatórios que simplificam as análises e aproveitam o que há de melhor da IA e da análise de dados.

Conforme as empresas continuam a se adaptar em um cenário em constante evolução, o Data Fabric se apresenta como um aliado indispensável no longo prazo. Ele não apenas simplifica a complexidade dos dados, mas também capacita as equipes a explorarem novas oportunidades, a alinharem estratégias e a permanecerem ágeis diante das mudanças.

Se você quer saber mais sobre a análise preditiva, continue com sua visita ao blog e descubra como fazer uma análise de dados para previsão de demanda!


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Data mesh: entenda para que serve e quais seus princípios

Devido ao aumento da importância dos dados na formulação de um bom planejamento estratégico, empresas lidam diariamente com os desafios que surgem na hora de gerir um grande volume de informações e extrair informações relevantes dele. Para lidar com esse tipo de questão, o Data Mesh foi desenvolvido.

Essa tecnologia propõe uma descentralização dos dados durante seu gerenciamento, garantindo entregas mais ágeis, além de trazer dados mais detalhados para cada setor de interesse. Quer saber como esse recurso pode destravar o potencial da sua empresa. Então siga a leitura e acompanhe nossas recomendações!

O que é Data Mesh?

O Data mesh pode ser entendido como um modelo de arquitetura de dados que você pode usar na empresa para descentralizar as informações. Ele pode servir para melhorar o potencial analítico da empresa, gerando diferentes benefícios.

Como recentemente ocorreu uma escalada na quantidade de dados processados pelas empresas, tornou-se necessário recorrer a novos mecanismos que auxiliem no tratamento e aproveitamento dessas informações, e o Data Mesh surgiu como uma abordagem alternativa nesse aspecto.

A promessa é que, por meio desse novo modelo, seja possível potencializar e escalar a análise dos dados da sua empresa, aumentando a acessibilidade e disponibilidade deles. Com novas ferramentas, como Machine Learning e Inteligência Artificial, ganhando espaço, essa promessa torna-se cada vez mais importante.

Qual a sua finalidade?

A finalidade do Data Mesh tem relação com os diversos gargalos que surgem com a centralização de dados e da infraestrutura de TI. Seu objetivo é assegurar que profissionais importantes da empresa tenham conhecimento sobre as informações e tomem as melhores decisões para o negócio.

Além disso, pode ajudar em diversos aspectos, além da descentralização. Por exemplo, com a atribuição de propriedade de domínio a equipes específicas, esse conceito ajuda a melhorar a governança e responsabilidade com os dados, auferindo qualidade e segurança.

Além disso, o conceito auxilia empresas que estão escalando, dado que foi projetado para lidar com crescimento contínuo e a complexidade dos dados que podem surgir em um cenário escalável.

Por fim, vale lembrar que, ao descentralizar os dados e responsabilidades, torna-se possível reduzir a dependência de uma única equipe na empresa, diminuindo os gargalos existentes e aumenta a eficiência do negócio.

Quais os seus princípios?

Como uma das principais promessas dessa tecnologia é potencializar e favorecer a escalabilidade na análise de dados, há alguns princípios que norteiam o uso dessa ferramenta e garantem a disponibilidade de informações. Veja, a seguir, quais são os principais princípios ligados a essa inovação.

Arquitetura de dados descentralizada

A estrutura deve ser organizada para segmentar os dados analíticos por domínio. No caso de uma empresa que trabalha com e-commerce, por exemplo, seria possível trabalhar domínios de clientes, pedidos, entregas, e demais áreas que descentralizam os dados da corporação.

Isso significa que a arquitetura deve remover qualquer possibilidade de acoplamento para possibilitar que os domínios forneçam dados analíticos de maneira concentrada e independentemente dos demais domínios que a empresa utiliza. Isso oferece autonomia para as equipes de TI em relação à implementação de aspectos operacionais e analíticos ligados aos dados.

Conjunto de dados tratados como produtos

Avaliando pela ótica do Data Mesh, cada conjunto de dados é tratado como um produto distinto, contando com sua própria equipe de responsáveis que garante a qualidade e a governança. Isso determina uma responsabilidade direta e aprofundada sobre dados específicos da empresa.

Estrutura orientada no formato self-service

De maneira semelhante à forma como a arquitetura de microsserviços fragmentou os aplicativos em componentes menores, o Data Mesh desagrega os dados em domínios independentes.

Para tanto, é necessário existir uma infraestrutura de dados self-service, tal como uma plataforma, para possibilitar a autonomia do domínio. Isso dispensa a duplicação de esforços, favorece que cada equipe responsável por produtos de dados construa-os rapidamente.

Que problemas o Data Mesh resolve?

Com os modelos mais tradicionais, existem alguns desafios que precisam ser enfrentados para conseguir aproveitar ao máximo os dados disponíveis. O Data Mesh surgiu com o intuito de enfrentar as dificuldades, resolvendo as seguintes questões:

  • dificuldade para escalar — a falta de recursos para lidar com o crescimento da empresa é um dos problemas enfrentados. As plataformas mais tradicionais muitas vezes barram a escalabilidade da empresa, dificultando as análises de dados e cenários para manter a expansão;
  • dependência causada pela centralização — outro problema criado em arquiteturas centralizadas e que o Data Mesh pode ajudar a resolver é a dependência. Ao ter mais do que uma equipe responsável por gerenciar os dados, consegue-se evitar gargalos e dependências, tornando a organização mais ágil e responsiva;
  • falta de qualidade nos dados — por fim, o Data Mesh também auxilia na melhora da governança e qualidade dos dados obtidos. Assim, é possível ter maior controle das informações e tomar decisões mais conscientes.

Caso sua empresa esteja enfrentando alguns desses problemas, vale consultar uma empresa especializada para entender como implementar o Data Mesh em seu negócio. Há várias vantagens que podem ser aproveitadas com essa decisão.

Quais são os benefícios do Data Mesh?

Existem inúmeras vantagens que podem ser aproveitadas a partir da adoção do Data Mesh na empresa. Explicamos algumas delas em detalhes, a seguir. Continue lendo e confira!

Aumento da agilidade e escalabilidade

Conforme a sua empresa cresce e os requisitos de dados se tornam mais complexos, torna-se necessário investir em modelos que permitam manter a qualidade dos dados e agilidade na hora de obtê-los.

Nesse sentido, o Data Mesh é projetado para escalar de forma mais eficiente. Esse modelo ainda oferece flexibilidade de escolha de tecnologias e ferramentas em cada domínio, o que permite que a empresa consiga se adaptar às mudanças do cenário tecnológico.

Melhora na governança

Como você viu, melhorar a governança e a qualidade dos dados é um dos objetivos do Data Mesh. Por meio desse modelo, você consegue otimizar o controle, mesmo em um cenário de rápido crescimento de fontes de dados.

Isso acontece por meio da descentralização de operações, usando o formato de domínio, além da aplicação das diretrizes globais de segurança. Com isso, a sua empresa tem melhores condições para manter a qualidade dos dados em diferentes cenários.

Contar com boas ferramentas e com um modelo como o Data Mesh é indispensável para obter bons resultados em sua empresa. Além de trazer mais flexibilidade e autonomia para os times, você permite que cada domínio seja tratado de maneira única, utilizando os seus respectivos dados para orientar o planejamento estratégico de cada equipe.

Quer saber como otimizar sua governança de dados? Então siga com sua visita ao blog e descubra quais os benefícios de implementar a Solução da Scala!


Descubra o que é API e para que serve

Descubra o que é API e para que serve

A troca de informações é essencial para o sucesso dos negócios, sendo crucial que gestores saibam e entendam o que é API. Ao compreendê-las, você sabe como aumentar a automatização de seus processos, fazendo com que dados sejam trocados em tempo real e haja colaboração entre sistemas diversos.

Essa é uma ferramenta que impulsiona a inovação, a eficiência operacional e a criação de experiências personalizadas para os clientes. Neste artigo, você entenderá melhor esse conceito e saberá como explorar as APIs!

O que é API?

Uma API (Application Programming Interface) é um conjunto de regras e protocolos que permite que diferentes softwares interajam entre si. Trata-se de uma interface que permite que diferentes sistemas se comuniquem e compartilhem informações de forma padronizada.

Sua função é definir como os componentes de software interagem uns com os outros. Empresas usam APIs para estabelecer a integração entre diferentes aplicativos, sistemas e plataformas. Assim, usuários de um programa conseguem utilizar recursos e funcionalidades de outros sistemas mais facilmente.

Saiba que as APIs podem ser públicas ou privadas. As primeiras estão abertas para qualquer desenvolvedor utilizar em seus aplicativos. Já as privadas são acessíveis apenas a parceiros selecionados ou a desenvolvedores autorizados.

Como funciona uma API na prática?

Na prática, um programador incorpora uma API no próprio código de um programa, seguindo as instruções do provedor da API. Isso é feito para solicitar dados, executar ações ou interagir com funcionalidades específicas do sistema que disponibiliza a API.

Imagine que uma empresa de comércio eletrônico possui uma API pública que permite que outras organizações acessem informações sobre os produtos disponíveis em seu catálogo.

Nesse exemplo, um desenvolvedor que está criando um aplicativo de comparação de preços pode utilizar essa API para obter dados atualizados sobre os produtos da empresa.

Assim, esse programador cria um código para requisitar à API informações como nome, preço e disponibilidade de um determinado produto. A API processa essa requisição, verifica a autenticação (se necessário) e envia os dados solicitados para o aplicativo.

O desenvolvedor pode então utilizar esses dados no seu aplicativo para exibir as informações do produto, comparar preços com outras lojas e fornecer uma experiência completa aos usuários.

As APIs podem ter diferentes níveis de complexidade. Por exemplo, algumas podem permitir apenas a leitura de dados, já outras permitem a criação, atualização ou exclusão de informações. Também é possível que algumas APIs exijam autenticação para garantir a segurança e o controle de acesso aos dados sensíveis.

Quais são as utilidades de uma API?

APIs são bastante amplas e podem trazer diversas utilidades ou benefícios para as empresas. Aqui estão alguns dos seus principais usos:

  • integração de sistemas: a primeira utilidade é fazer com que os sistemas e os aplicativos se conectem e compartilhem dados de maneira padronizada, independentemente das tecnologias subjacentes;
  • desenvolvimento de aplicativos: também é possível que APIs forneçam ferramentas e recursos para desenvolvedores criarem aplicativos mais rapidamente. Elas podem trazer funcionalidades como mapeamento, processamento de pagamentos, autenticação de usuários, entre outros. Com isso, os desenvolvedores não precisam criar recursos do zero;
  • reutilização de código: trechos de código podem ser disponibilizados para uso em diferentes projetos. Assim, ele pode ser reutilizado e diminui a necessidade de reinventar a roda em cada aplicativo desenvolvido;
  • integração de serviços externos: APIs podem ser usadas para integrar serviços externos a um aplicativo ou sistema. Por exemplo, uma API pode permitir que um aplicativo acesse dados de uma rede social, como o Facebook, ou envie mensagens por meio de um serviço de e-mail;
  • exposição de dados e funcionalidades: a empresa pode criar um API que disponibiliza dados e funcionalidades de sua plataforma para outros desenvolvedores, parceiros ou clientes. Isso permite a criação de ecossistemas em torno de um produto ou serviço, estimulando a inovação e a criação de valor adicional;
  • automação de tarefas: APIs podem automatizar tarefas repetitivas. Por exemplo, uma delas pode permitir que um sistema automatizado acesse e atualize dados em um banco de dados, execute determinadas operações ou realize ações em um sistema remoto.

Qual a relação do API com implementação, governança e monetização?

APIs têm relação direta com implementação, governança corporativa e melhor monetização da empresa. Entenda melhor como esses conceitos se conectam a seguir.

Implementação

A implementação de uma API consiste na criação e desenvolvimento da própria API. Isso envolve projetar e escrever o código, definir os endpoints (local em que as soluções da API são atendidas) e métodos disponíveis, e garantir que a API funcione corretamente. A implementação bem-sucedida da API é fundamental para garantir sua usabilidade, eficiência e uso adequado pelos desenvolvedores, que são os principais usuários da API.

Governança

A governança de APIs envolve o estabelecimento de políticas, diretrizes e práticas que regulam tanto o uso como a gestão desses códigos em uma organização. Isso inclui aspectos como controle de acesso, segurança, padronização de nomenclatura, gerenciamento de versões, documentação e monitoramento.

Com uma boa governança, é possível assegurar que as APIs sejam consistentes, seguras e eficazes em toda a organização.

Monetização

A monetização de APIs refere-se à prática de gerar receita a partir do uso de uma API. Existem várias estratégias de monetização que podem ser usadas, como:

  • modelo de assinatura: são oferecidos diferentes níveis de assinatura que concedem acesso à recursos adicionais ou limites de uso mais altos;
  • preços por uso: cobra-se a quantidade de chamadas feitas pela API ou a quantidade de dados transmitidos por meio da API;
  • modelo freemium: é o oferecimento de uma versão gratuita da API com recursos limitados e opções de upgrade pagas para recursos avançados;
  • parcerias e acordos comerciais: são estabelecidos acordos com parceiros ou clientes que desejam integrar a API em seus próprios produtos ou serviços, cobrando uma taxa pela integração.

Em resumo, a implementação adequada de uma API é necessária para garantir sua funcionalidade e a governança ajuda a estabelecer diretrizes e melhores práticas para o uso das APIs. Com isso, é possível que a empresa consiga obter um valor econômico com as APIs disponibilizadas.

Saber o que é API, bem como entender seu funcionamento é importante para facilitar a integração dos sistemas, acelerar o desenvolvimento de aplicativos e até mesmo ter novas oportunidades de monetização. Nesse sentido, a Scala fornece todo o apoio necessário para que você consiga desenvolver APIs ideais para seu negócio, sendo criados e orientados conforme suas necessidades específicas!

Quer saber mais sobre nossos serviços e como ajudamos na criação de APIs? Entre já em contato conosco da Scala!


Modernização de aplicações: entenda o que é, benefícios e desafios

A modernização de aplicações é um processo essencial para empresas que desejam se adaptar ao ritmo acelerado das demandas tecnológicas e permanecerem competitivas em um mercado em constante evolução.

Conforme as necessidades e as expectativas dos usuários mudam, as aplicações legadas não são mais capazes de suprir suas necessidades. Por isso, é importante que você leia este conteúdo para entender o conceito dessa modernização, como fazê-la, seus benefícios e desafios. Acompanhe!

O que é modernização das aplicações?

A modernização de aplicações envolve a revitalização ou a reconstrução dos sistemas desatualizados de uma empresa. Seu objetivo é torná-los escaláveis, eficientes, de fácil manutenção e seguros. Não se trata apenas da implementação de tecnologias novas, mas de uma transformação completa para criar uma base sólida para o futuro.

Essa modernização é útil porque softwares antigos geralmente acumulam funcionalidades. Por outro lado, uma nova arquitetura permite que uma aplicação seja mais escalável, segura e flexível.

Como implementar a modernização de aplicações?

Aqui, trazemos uma lista com as fases da implementação da modernização de aplicações da empresa. Assim, você saberá exatamente como esse processo funciona.

Comece pelo negócio

A primeira etapa é direcionar os aspectos centrais do negócio. Essa iniciativa vai além da simples definição de metas de valor ou crescimento. Exige uma conexão entre as atividades do projeto, o que inclui:

  • adequação aos negócios;
  • valor para o negócio;
  • agilidade nos negócios;
  • custo;
  • complexidade;
  • risco na perspectiva de TI.

Analise o que importa

Tentar modernizar tudo de uma vez pode ser arriscado e equivalente a trocar o motor de um avião em pleno voo, comprometendo tanto o resultado quanto os recursos disponíveis. É importante identificar as prioridades e listar as áreas que precisam ser modernizadas.

Nesse sentido, analisar as cadeias de valor fornece um direcionamento para orientar a modernização. Isso permite a entrega rápida de valor e a execução eficiente de um MVP (Minimum Viable Product), minimiza desperdícios e otimiza o tempo para alcançar o valor desejado.

Mapeie os riscos

Uma modernização mal planejada pode interromper o desempenho dessas aplicações e prejudicar o negócio. Você deve considerar diversos aspectos, como cibersegurança, conformidade com regulamentações, usabilidade e necessidades dos usuários. Ignorar esses elementos pode levar ao fracasso da transformação ou exigir uma nova abordagem de modernização.

Estude o estado atual das aplicações

É essencial analisar todas as camadas das aplicações, revisar a acessibilidade e a conformidade com as políticas de privacidade e identificar mudanças nos processos. Compreender o estado atual do sistema legado e compará-lo com a arquitetura futura ajuda a identificar lacunas e as mudanças necessárias para alcançar o sucesso na modernização.

Analise suas opções

Pode ser necessário utilizar uma ou mais estratégias para atender às necessidades do seu negócio. Aqui estão algumas delas:

  • aposentar ou substituir — quando há aplicações com pouco ou nenhum valor de negócio, a melhor alternativa é aposentá-las ou trocá-las por uma opção mais viável;
  • reinventar e aprimorar — recomendada para aplicações com base técnica sólida e sustentável, mas que geram altos custos de manutenção (use técnicas como re-hosting ou migre as aplicações para outras plataformas);
  • reter e manter — se as tecnologias têm alto valor de negócio e recursos técnicos adequados, é preferível manter as operações como de costume, mas realizando investimentos periódicos para melhorias técnicas;
  • reestruturar e atualizar — adequada para aplicações com potencial para gerar maior valor de negócio (você pode encapsular, redesenhar, refatorar ou reescrever os sistemas legados).

Monitore seus resultados

Na modernização de aplicações, é crucial estabelecer métricas alinhadas aos objetivos de negócio. Esses indicadores devem ser definidos e medidos antes da implementação, a fim de permitir um acompanhamento preciso dos impactos da modernização.

Ainda, é importante estimar os impactos nos comportamentos operacionais e no desenvolvimento do software. Priorizar o uso dessas métricas ajuda a orientar o processo e a evitar esforços desnecessários.

Por que contar com uma empresa especializada?

Com a experiência e o conhecimento especializado, você acelera o processo de modernização e obtém resultados de forma mais rápida e eficiente. Isso ocorre porque uma empresa especializa entrega:

  • expertise técnica — profissionais qualificados entendem as complexidades técnicas envolvidas na transformação e estão atualizados com as últimas tendências e tecnologias;
  • metodologias e abordagens eficientes — a adoção de práticas recomendadas e padrões do setor gera processos mais eficientes e melhor qualidade nos resultados;
  • redução de riscos — tem conhecimento para identificar e mitigar esses riscos, minimizando potenciais problemas e garantindo uma transição suave;
  • foco no core business — sua equipe interna pode se concentrar nas atividades essenciais do negócio, enquanto os especialistas em modernização cuidam da parte técnica;
  • acesso a recursos e tecnologias avançadas — com soluções inovadoras e atualizadas, sua empresa terá uma aplicação alinhada com as demandas do mercado.

Quais são os benefícios da modernização de aplicações?

As vantagens desse processo contribuem para o crescimento, a competitividade e o sucesso a longo prazo das empresas. Você observa uma melhoria da eficiência operacional, pois há uma otimização de processos e sistemas.

As empresas também se tornam mais ágeis e se adaptam rapidamente às mudanças do mercado. Afinal de contas, novas funcionalidades possibilitam uma resposta mais rápida às demandas dos clientes e às oportunidades de negócio.

Esse processo ainda proporciona uma melhor experiência para os usuários finais. Isso inclui interfaces mais amigáveis, melhor desempenho, tempos de resposta mais rápidos e recursos adicionais que atendam às necessidades e expectativas dos usuários. Como se não bastasse, aplicações modernas permitem uma melhor integração com outras soluções e sistemas, facilitando a colaboração entre departamentos e parceiros de negócio.

Quais são os desafios do processo?

Os desafios encontrados na modernização de aplicações variam dependendo do contexto e das necessidades específicas de uma organização. Entre eles, destacamos os seguintes:

  • dependências e integrações — a modernização requer lidar com essas dependências e garantir que as integrações sejam atualizadas de forma adequada e eficiente;
  • escalabilidade e desempenho — pode ser exigida a adoção de tecnologias e práticas que permitam escalabilidade horizontal, como arquiteturas de microsserviços e computação em nuvem;
  • segurança — podem existir vulnerabilidades conhecidas ou práticas de segurança desatualizadas, as quais precisam ser revisadas e atualizadas durante o processo;
  • cultura e habilidades — também é preciso mudar a cultura para que as equipes adotem novas tecnologias e metodologias;
  • gerenciamento de mudanças — tenha um gerenciamento minucioso para minimizar interrupções e garantir que a transição ocorra de maneira suave e eficiente.

Ao investirem na modernização de aplicações, as organizações se preparam para enfrentar o futuro com uma base sólida de inovação e adaptabilidade. Entretanto, é crucial ter o apoio de uma empresa especializada, já que ela saberá exatamente quais são as melhores práticas para uma transformação bem-sucedida.

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O que é hiperautomação e quais os seus benefícios?

A tecnologia está avançando rapidamente em diversas áreas e segmentos empresariais. Por isso, vale a pena entender o que é hiperautomação e como essa tecnologia pode aumentar a produtividade da sua empresa. Ela normalmente utiliza tecnologias avançadas como IA, automação de processos robóticos (RPA) e aprendizado de máquina para tornar diversas atividades automatizadas e efetuadas de modo eficiente.

Isso faz com que sua corporação possa integrar processos, fluxos de trabalho e ainda consiga eliminar diversas tarefas repetitivas da rotina de sua equipe. Além disso, a hiperautomação pode ajudar na redução de custos, além de melhorar o atendimento e otimizar a experiência do cliente.

Se você quer saber mais sobre essa inovação e como ela pode colaborar para seus projetos, continue a leitura e confira nosso post!

O que é hiperautomação?

A hiperautomação é um recurso de transformação digital que incorpora diversas tecnologias avançadas — tais como IA, aprendizado de máquinas, análise de dados, processamento de linguagem natural e automação de processos robóticos (RPA) — para dispensar a realização manual de diversas atividades internas.

Enquanto o RPA se concentra apenas na automação de processos repetitivos e manuais, a hiperautomação é uma abordagem mais abrangente. Ela traz melhorias em todas as atividades da empresa, desde processos front-end, como as interações com os consumidores, até os processos de back-end, como questões financeiras e controle de estoque.

Esse recurso também é importante para que as empresas automatizem procedimentos complexos, interconectados e tecnologias diferentes para criar uma visão única de todos os processos realizados no negócio. Isso colabora para a redução de custos, aumento da eficiência, redução de prazos e melhora na satisfação dos clientes.

Como a hiperautomação surgiu?

A hiperautomação é uma evolução natural do processo de automação empresarial que já está em uso há décadas. Entretanto, com o surgimento de novas tecnologias e a necessidade de integração de diversos sistemas complexos, esse recurso surgiu para conectar todas as ferramentas tecnológicas e integrar tudo em um único sistema.

Além disso, a hiperautomação também foi impulsionada pela necessidade de atender às expectativas crescentes dos clientes, tendo em vista a pressão por eficiência e redução de prazo nos processos internos.

Logo, esse instrumento colabora tanto para implementar melhorias práticas, quanto para gerar insights importantes para a inovação e para a redução de custos.

Quais os benefícios da hiperautomação?

Ao investir em hiperautomação, você consegue melhorar diversos aspectos da empresa, o que vai proporcionar um grande diferencial competitivo que pode ser aproveitado para se destacar no mercado. Quer saber mais sobre quais são as vantagens de investir nesse conceito? Então, continue a leitura e confira, a seguir.

Aumento da produtividade

O primeiro benefício que podemos destacar que vem da hiperautomação é o aumento de produtividade. Por exemplo, é possível contar com uma solução que estará disponível e resolvendo problemas da empresa 24 horas por dia.

Ou seja, as tarefas mais simples e corriqueiras, que não demandam tanta estratégia para serem resolvidas, são solucionadas pelas ferramentas da hiperautomação. Com isso, você consegue direcionar os colaboradores para aspectos mais importantes.

Além disso, os robôs tendem a resolver as atividades simples de forma mais ágil, fazendo com que toda a engrenagem da sua companhia funcione de maneira eficiente para atender as demandas dos clientes.

Redução de erros

É comum que em tarefas repetitivas os colaboradores fiquem cansados e acabem cometendo erros simples, que prejudicam o bom andamento das atividades do negócio. Esse fato acontece porque esse tipo de atividade demanda muita atenção e, com o passar do tempo, as pessoas tendem a se cansar.

Com o uso de robôs para realizar tarefas repetidas, esse índice de erros tende a ser reduzido ou zerado. Essa consequência vem pelo fato de que as máquinas não cansam e podem ser programadas de maneira efetiva para executar tais tarefas.

Com a programação adequada, elas conseguem dar andamento às demandas simples de forma efetiva e sem erros, o que vai garantir que a sua empresa colha bons frutos e consiga se destacar no mercado.

Melhora nos resultados

Com o aumento da produtividade e a diminuição de erros, é normal que os resultados da companhia melhorem. Por exemplo, por meio das máquinas você tira os colaboradores de tarefas manuais e pode alocá-los no desenvolvimento de estratégias que otimizem os lucros do negócio.

Com o menor índice de erros cometidos, todas as atividades da empresa melhoram, o que permite maior satisfação dos clientes e bom andamento na hora de atender as demandas do mercado consumidor.

Consequentemente, as chances de ter destaque e criar uma imagem positiva no mercado se elevam, assim como a lucratividade obtida pelo seu negócio. Portanto, vale compreender quais são os passos para implementar essa solução.

Como implementar o processo de hiperautomação na empresa?

A etapa de implementação de uma tecnologia tão abrangente, certamente é um processo desafiador, complexo e exigente. Ela requer uma integração de vários recursos e soluções para criar um ambiente automatizado e coeso. Logo, envolve uma ampla gama de habilidades e conhecimentos. Para que sua implementação seja bem-sucedida, vale seguir as seguintes etapas:

  • identifique áreas que necessitam de hiperautomação para conseguir determinar objetivos e KPIs que podem se beneficiar dessa abordagem;
  • considere as tecnologias e soluções disponíveis no mercado, avaliando quais delas atendem melhor aos objetivos propostos;
  • crie um plano de implementação detalhado que leva em consideração as necessidades específicas do seu projeto;
  • estabeleça fluxos de trabalho automatizados, integrando diversos sistemas e soluções com base em modelos de treinamento de machine learning;
  • determine políticas de governança de dados para garantir a qualidade e segurança de todos os processos envolvidos na hiperautomação;
  • conte com a ajuda de uma empresa especialista em tecnologia para otimizar suas escolhas, auxiliar na implementação e treinar sua equipe para utilizar essa tecnologia de modo eficiente.

Entendeu o que é hiperautomação e como ela pode colaborar para o sucesso do seu negócio? Ao contar com essa ferramenta, você reduz erros, melhora o desempenho da sua equipe e ainda pode otimizar os resultados obtidos. Logo, vale a pena contar com uma empresa especializada em inovação para identificar qual a necessidade da sua empresa por recursos de automação.

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Saiba qual é a importância dos dados e quais os seus impactos no dia a dia.

Na hora de tomar decisões, contar com o máximo de informações possível é o que permite escolher o melhor caminho. Isso vale tanto para a vida pessoal quanto para a profissional e para a atuação das organizações no mercado. Não há como negar a grande importância dos dados, especialmente em um cenário de transformação digital nas empresas.

Ao mesmo tempo em que ficou muito mais fácil coletar, analisar e fazer o diagnóstico de uma infinidade de dados, o impacto disso se torna muito mais visível. A cultura de dados traz uma série de benefícios para pessoas e organizações, desde que seja feito um uso inteligente desse tipo de conhecimento.

Pensando nisso, preparamos este post para auxiliar você a entender melhor qual é a importância dos dados e como eles impactam o dia a dia. Acompanhe!

O que é a cultura de dados?

A cultura de dados é um modo de pensar e agir no qual o uso de dados desempenha um papel central nos processos de tomada de decisão. Em uma empresa, isso significa que eles fazem parte da rotina do negócio, pois são utilizados nos mais diversos departamentos, orientando a realização das tarefas.

Para que isso aconteça, é imprescindível que a cultura de dados esteja profundamente inserida na cultura organizacional. O uso de dados deve ser feito por todos os colaboradores em vários setores e diferentes níveis de hierarquia e não apenas por aqueles que ocupam os postos de liderança.

Os dados são uma parte essencial da maneira como a organização é guiada, uma vez que integram desde os processos internos até sua identidade. Na cultura de dados existe uma compreensão precisa de como eles são coletados, tratados e analisados para que seja possível extrair informações capazes de produzir insights valiosos.

Qual é a importância dos dados para as pessoas e organizações?

Os dados permitem ter um entendimento mais detalhado da situação do mercado, não só o atual como também o de períodos anteriores e do futuro por meio de projeções de cenários. Para uma empresa esse tipo de informação é vital para sua sobrevivência entre os concorrentes e para que as melhores decisões sejam tomadas visando o crescimento do negócio.

A importância dos dados também é inegável para as pessoas, já que suas experiências são afetadas pelas informações que as organizações coletam sobre elas. Seja em empresas privadas, seja em instituições governamentais, a análise de dados é utilizada para guiar ações que em algum ponto acabam por impactar pessoas.

Quais são os impactos dos dados no dia a dia?

A seguir, destacamos alguns exemplos de como o uso de dados impactam a rotina de pessoas e organizações.

Tomadas de decisão mais precisas

Quando os dados não são utilizados para orientar as ações em uma empresa, por exemplo, o natural é que gestores tomem decisões de acordo com a própria intuição. As chances de erros, nesse caso, são enormes e prejudicam o negócio.

Por outro lado, uma cultura de dados fortalecida faz com que as decisões sejam tomadas a partir de uma base concreta, resultado de uma análise minuciosa que destrincha a realidade do mercado. A incidência de erros diminui consideravelmente, o que ainda leva a uma redução de gastos com retrabalho.

Os processos de tomada de decisão também se tornam mais ágeis quando os profissionais contam com as informações fornecidas pelos dados. Ganha-se em tempo e em qualidade, afetando a rotina de colaboradores de todos os níveis, bem como dos clientes.

Ajuda na resolução de problemas complexos

Encontrar soluções para problemas com altos níveis de complexidade também fica mais fácil. A importância dos dados fica bem clara quando se pensa que, não fosse por eles, seria preciso correr mais riscos ao tentar uma estratégia que teria sido desenvolvida sem uma base sólida.

É possível unir inovação e dados para encontrar soluções criativas e eficazes para questões difíceis. A análise dos dados ajuda a encarar as situações por uma nova perspectiva e permite fazer predições para selecionar a melhor ação a ser tomada.

Melhoria na experiência do cliente

A cultura de dados permite que a empresa conheça muito melhor seu público-alvo e cada cliente especificamente. Preferências, necessidades, hábitos de consumo, poder aquisitivo, faixa etária, gênero, localidade e profissão são apenas alguns exemplos dos muitos dados que são coletados e analisados.

A partir das informações, a empresa consegue atender às demandas dos clientes com mais precisão e eficiência. Também é possível tornar o atendimento mais humanizado, além de oferecer produtos e serviços personalizados, o que contribui para uma experiência mais satisfatória e maiores chances de retenção do cliente.

Aperfeiçoamento dos processos operacionais

Ter acesso a um banco de dados e relatórios com análises detalhadas facilita a identificação de falhas nos processos operacionais. Fica mais fácil saber onde estão os erros, quais são as suas causas e o que pode ser feito para corrigir os problemas.

Com processos aperfeiçoados, ocorre a diminuição do retrabalho e o aumento da produtividade dos colaboradores. Consequentemente, a empresa consegue aproveitar melhor os recursos financeiros e tornar o fluxo de trabalho mais ágil.

Maior preocupação com segurança

Outro impacto muito importante da cultura de dados para pessoas e organizações é a necessidade de reforçar a segurança das informações. É preciso seguir as determinações da Lei Geral de Proteção de Dados, que dispõe sobre o tratamento de dados pessoais e tem o objetivo de inibir seu uso indevido.

Nesse sentido, armazenar dados na nuvem é uma forma de garantir mais proteção para as informações. As empresas precisam, portanto, investir nesse tipo de recurso para conseguir aproveitar os benefícios do uso de dados e não ter problemas para gerenciá-los.

Diante de todas essas informações, fica evidente a importância dos dados para empresas, profissionais, clientes e a sociedade como um todo. Por isso, é fundamental contar com as ferramentas e o suporte necessários para manter o banco de dados saudável e fazer uso deles de modo inteligente e com muita responsabilidade.

Então, gostou de saber mais sobre a importância dos dados? Siga a nossa página no LinkedIn e acompanhe outros conteúdos úteis para você!