O que é modernização de arquitetura de API? Entenda!

Ano após ano, novas tendências inundam o mercado. Por isso, muitos heads de desenvolvimento ficam atentos às novas soluções, buscando ferramentas, módulos e serviços que sejam capazes de elevar a robustez, a disponibilidade e a eficiência de seus sistemas. Por isso, hoje falaremos sobre a modernização de arquitetura de APIs.

O nosso objetivo é compilar tudo o que você precisa saber sobre o tema. Para isso, primeiro, explicamos o que significa modernizar a arquitetura das suas APIs. Em seguida, destacamos as arquiteturas mais utilizadas do momento. E por fim, explicamos a importância de adotar arquiteturas e soluções mais modernas. Então, não perca tempo e acompanhe!

O que é a modernização de arquitetura de API?

Do ponto de vista técnico, a modernização da arquitetura nada mais é do que a prática de revisar a codebase e introduzir melhorias práticas ao código, substituindo módulos, métodos e abordagens na infraestrutura da aplicação. Essa é uma prática especialmente importante no desenvolvimento e manutenção de APIs, que precisam ser robustas, eficientes e confiáveis.

E o objetivo da modernização é justamente reforçar essas qualidades, reduzindo a vulnerabilidade do código e adotando novas soluções e tecnologias para garantir a operacionalidade da ferramenta. Outro aspecto importante é que, muitas vezes, a modernização pode ser um processo extenso, justamente pela diferença de arquitetura e método do código atual.

Por exemplo, digamos que a sua operação criou uma API para tratar dados estratégicos do agronegócio. Essa API foi criada internamente, com todos os seus módulos desenvolvidos pela própria equipe interna de desenvolvimento — tudo em uma mesma codebase, linguagem e abordagem, o que chamamos de uma arquitetura de sistema monolítico.

E com o passar do tempo, novidades importantes chegam ao mercado, tal como a tendência serverless, soluções de infraestrutura e monitoramento sob demanda (IaaS e MaaS), novos datasets via API de terceiros e por aí adiante. Esse é um dos cenários que incentiva a modernização da sua API — as ferramentas e soluções disponíveis para integrar o código.

Geralmente, é nesse momento que as equipes se reúnem para discutir a modernização da arquitetura, ainda mais quando se entende a importância de contar com uma arquitetura flexível o bastante para ser atualizada sempre que possível. Mas esse não é o único cenário que justifica a modernização da arquitetura de um sistema.

Muitas vezes, a modernização é uma estratégia exclusivamente motivada pela segurança do sistema e dos seus dados. De tempos em tempos, bureaus e institutos de pesquisa em cibersegurança lançam novos relatórios, apontando vulnerabilidades críticas em tecnologias amplamente utilizadas no mercado, tal como brechas em APIs, frameworks, métodos e funções.

É para contornar essas vulnerabilidades que, muitas vezes, é preciso modernizar a arquitetura dos seus sistemas, escolhendo o método que melhor atende às expectativas da sua operação, seja a versatilidade, flexibilidade e eficiência de uma arquitetura microsserviços, ou a consistência, propriedade e controle de uma arquitetura monolítica.

Quais as arquiteturas mais utilizadas atualmente?

Como todos sabemos, um dos maiores desafios da modernização de arquiteturas é justamente a transição entre uma codebase legado para uma nova e modernizada. Por isso, a escolha da nova arquitetura é uma etapa tão crítica para a gestão, que precisa ponderar os prós, contras e desafios de cada solução — veja!

Arquitetura de sistemas monolíticos

Apesar de não ser a alternativa mais fácil, a arquitetura monolítica segue sendo uma das abordagens mais populares do mercado. Tecnicamente, uma arquitetura monolítica é um sistema desenvolvido de forma inteira ou majoritariamente proprietária, predominantemente em uma mesma linguagem de programação, com o mínimo uso de recursos externos.

O objetivo desse tipo de abordagem é maximizar o controle e o nível de propriedade sobre o código. Apesar de levar mais tempo para desenvolver os sistemas, pois tudo (ou quase tudo) é programado do zero, essa arquitetura é muito atrativa para equipes que priorizam a consistência e o controle granular sobre tudo que acontece no código.

Outro detalhe é que o desenvolvimento de arquiteturas monolíticas pode ser mais acessível do que uma arquitetura de microsserviços. No sistema monolítico, a maioria dos recursos, funções e módulos são programados do zero. Em um sistema modular de microsserviços, a maioria dos recursos, funções e módulos são importados já prontos para dentro do código.

E é justamente isso que eleva o custo operacional da API, pois muitos desses recursos são pagos, como os datasets abastecidos via DaaS, módulos de monitoramento via MaaS, infraestrutura via IaaS, backend via BaaS e por aí adiante. É por isso que a escolha entre arquitetura monolítica, modular ou híbrida exige debate, análise e reflexão do time de desenvolvimento.

Arquitetura de microsserviços

Por outro lado, existe a arquitetura modular de microsserviços — a abordagem oposta ao sistema monolítico. Em vez de desenvolver tudo propriamente e do zero, a arquitetura de microsserviços estimula o desenvolvimento de uma aplicação altamente modularizada, em que a maioria (quanto não todos) os recursos são importados de provedores terceiros.

Essa abordagem está particularmente popular agora, com tantas soluções de terceirização de código, tal como FaaS e BaaS — Function as a Service e Backend as a Service, respectivamente. O grande destaque é a velocidade de desenvolvimento, pois a importação de trechos, módulos, funções e recursos inteiros diminui muito o TTM (time to market).

Outro fator interessante é que, na maioria dos casos, uma arquitetura de microsserviços acaba sendo uma abordagem que oferece maior flexibilidade e adaptabilidade ao sistema, que pode ser modernizado e aprimorado com maior velocidade. O único contraponto, em nossa visão, seria o menor controle sobre o sistema.

Afinal de contas, esse é o dilema central entre sistemas monolíticos e modulares de microsserviços. Quando o problema, tal como uma inconsistência ou indisponibilidade, está no seu código, você tem como corrigir e reparar. Quando o problema é em um módulo de terceiros, não há nada o que fazer além de esperar para que a equipe responsável faça a correção.

Por isso, na arquitetura de microsserviços, é muito importante ser analítico e criterioso na escolha dos módulos e recursos que serão terceirizados. Do contrário, você sujeita a operacionalidade do seu sistema a uma solução que não recebe suporte e nem manutenção — o que pode causar prejuízos e problemas consideráveis em um período de indisponibilidade.

E, para finalizar, vale destacar a importância de utilizar arquiteturas mais modernas para o desenvolvimento e evolução dos seus sistemas. Em nossa visão, as arquiteturas modernas, geralmente, facilitam a manutenção do código, pois introduzem boas práticas, protocolos e noções que foram validadas pela indústria nos últimos anos.

Como pôde ver, a modernização de arquitetura de API é uma etapa fundamental para quem busca elevar a autonomia, a disponibilidade e a eficiência de seus sistemas. Com arquiteturas mais modernas, as aplicações se tornam mais leves, flexíveis e modulares, o que permite novas atualizações e aprimoramentos, que podem ser feitos com segurança e velocidade.

Agora que você sabe a importância da modernização de arquitetura de API, aproveite para conhecer o melhor conjunto de soluções, recursos e serviços tecnológicos do mercado. Para isso, basta acessar nossa página e entrar em contato!


AIOps: quais os seus usos e benefícios para as empresas?

Alguns recursos presentes no mercado de tecnologia podem ajudar a identificar e solucionar problemas de TI mais rapidamente, permitindo que as empresas implementem novas soluções de forma mais eficiente. Esse é o caso da AIOps.

Essas operações especiais de desenvolvimento e implementação de ferramentas altamente complexas pode ajudar a reduzir o tempo gasto em tarefas manuais, liberando mais tempo para que as equipes se concentrem em outras áreas.

Você vai conferir, ao longo do artigo, tudo sobre o que é o AIOps e como ele pode interferir para um melhor andamento dos processos de sua empresa. Veremos como funciona e como pode ser melhor aplicado para superar a concorrência e crescer no mercado. Acompanhe!

O que é AIOps e como funciona?

A AIOps ("Artificial Intelligence for IT Operations" ou "Operações baseadas em Inteligência Artificial", em português) é a aplicação da Inteligência Artificial para o gerenciamento e monitoramento de operações de TI. Ela pode ajudar a automatizar tarefas de gerenciamento de operações, monitorar o desempenho e a saúde dos sistemas e aplicativos e fornecer insights para melhorar a eficiência.

Também podemos dizer que a AIOps é a junção de Inteligência Artificial, automação e operações de TI. A ideia principal é usar a Inteligência Artificial para automatizar as tarefas repetitivas e, assim, melhorar a eficiência das operações.

É um fato que a automação de tarefas de TI podem ajudar a diminuir o tempo gasto em tarefas manuais, como a criação e gerenciamento de usuários. Além disso, a Inteligência Artificial pode ajudar a monitorar e diagnosticar problemas de TI, o que tende a evitar interrupções no serviço.

Quais são os principais usos e benefícios da AIOps para as empresas?

Os principais usos e benefícios da AIOps para as empresas podem incluir a Automatização de tarefas de gerenciamento de inúmeras operações presentes no cotidiano das empresas. Ela pode ajudar a automatizar tarefas de gerenciamento dessas operações, incluindo o provisionamento de recursos, o monitoramento de sistemas e aplicativos e a solução de problemas.

O monitoramento do desempenho e da saúde dos sistemas e aplicativos é outra parte muito importante, pois as ações da AIOps ajudam no favorecimento desses processos, otimizando os sistemas e aplicativos e fornecendo insights para melhorar a eficiência. Com isso, é praticamente garantido o fornecimento de insights para melhorias.

Quais são os pilares do AIOps?

Observabilidade, inteligência e sustentação da operação de forma automatizada são os principais pilares dessa solução. A AIOps pode ajudar a automatizar tarefas de gerenciamento de operações, monitorar o desempenho e a saúde dos sistemas e aplicativos e fornecer insights para melhorar a eficiência. Entenda!

Observabilidade

É a capacidade de monitorar e gerenciar sistemas e aplicativos para detectar e diagnosticar problemas. A observabilidade fornece insights sobre o desempenho do sistema e ajuda a identificar problemas antes que eles causem interrupções no serviço.

Inteligência

A inteligência é a capacidade de usar os dados coletados para detectar padrões e tomar decisões. Ou seja, a Inteligência Artificial pode ajudar a monitorar o desempenho dos sistemas e aplicativos e detectar problemas em potencial. Também pode fornecer insights para melhorar a eficiência das operações.

Sustentação da operação

A sustentação da operação é a capacidade de automatizar tarefas de gerenciamento de operações para melhorar a eficiência. A automação de tarefas pode ajudar a diminuir o tempo gasto em tarefas manuais, como a criação e gerenciamento de usuários. Além disso, a Inteligência Artificial auxilia a monitorar e diagnosticar problemas de TI, o que pode ajudar a evitar interrupções no serviço.

Gerenciamento

Gerenciamento de incidentes é o processo de identificar, diagnosticar e resolver problemas de TI enfrentados. Ele pode ajudar a melhorar a disponibilidade e o desempenho dos sistemas e aplicativos, além de reduzir o tempo gasto para resolver problemas. O mesmo acontece com os gerenciamentos de configuração e de mudanças necessárias.

Trata-se do processo de gerenciar as configurações dos sistemas e aplicativos. O gerenciamento de configuração pode ajudar a garantir que os sistemas e aplicativos estejam configurados de maneira consistente e que as alterações sejam documentadas e rastreáveis. Já o gerenciamento responsável pelas mudanças ajudam a garantir que as alterações sejam implementadas de maneira controlada e que os impactos das mudanças sejam minimizados.

Como garantir uma AIOps eficiente para sua empresa?

Como você já sabe, AIOps é uma solução que junta Inteligência Artificial com processos otimizados para monitorar os sistemas em tempo real. A finalidade é fornecer dados precisos para a tomada de decisões estratégicas. Como é uma solução muito completa, é possível utilizar AIOps para diversos fins. Acompanhe os principais usos para a sua empresa.

Análise preditiva e ações automáticas

Análise preditiva é um tipo de análise de dados que usa técnicas de aprendizado de máquina para conduzir previsões sobre eventos futuros. As previsões podem ser baseadas em eventos passados ou em dados atuais. A análise preditiva pode ser usada para prever eventos, como a demanda de um produto, o resultado de um jogo ou a probabilidade de uma pessoa contrair uma doença. 

A AIOps usa análise preditiva para monitorar o desempenho e a saúde dos sistemas e aplicativos. Já as Ações automáticas são ações tomadas pelo sistema sem a intervenção humana. A AIOps usa a Inteligência Artificial para analisar dados e tomar ações automáticas para solucionar problemas. 

Detecção de padrões

Permite que os usuários reduzam os tempos de inatividade, mantenham a produtividade e aumentem a eficiência de suas equipes. Como uma plataforma de integração de dados também está alinhada ao objetivo da AIOps, simplifica o processo de integração e preparação de dados. Isso leva a uma maior eficiência operacional e ao acesso a informações importantes para que os usuários possam tomar decisões de negócios baseadas em dados mais rapidamente.

Identificação de problemas

O método de identificação de problemas baseia-se em um conjunto de perguntas que devem ser feitas ao longo do ciclo de operações, a fim de identificar e priorizar problemas. A AIOps segue um ciclo de operações semelhante, que envolve monitorar, gerenciar, otimizar e, finalmente, automatizar. Como resultado, as perguntas de identificação de problemas podem ser aplicadas à AIOps.

AIOps pode ser extremamente benéfico para as empresas, porque permite que os dados sejam centralizados e monitorados de forma eficiente. Além disso, ela pode ajudar a diminuir o número de falhas e aumentar a produtividade. Por esse motivo, vem se tornando cada vez mais popular entre as empresas.

Como vimos, a AIOps é uma solução completa que pode ser usada para diversos fins, como análise preditiva, ações automáticas, detecção de padrões e identificação de problemas. Sua implementação pode ser feita de diversas maneiras, dependendo das necessidades da empresa. Ela pode ser implementada usando diferentes ferramentas, e a equipe de AIOps pode ser integrada às ferramentas de monitoramento já existentes na empresa.

Ficou com alguma dúvida sobre o tema? Deixe agora mesmo o seu comentário aqui — queremos ouvir a sua opinião!


Como realizar a migração para nuvem? Confira 6 dicas!

As empresas precisam se modernizar para se manterem competitivas. Isso significa que elas precisam se adaptar às mudanças tecnológicas e às novas demandas do mercado. A modernização dos processos é necessária para aumentar a eficiência, reduzir custos e melhorar a qualidade dos produtos e serviços. Assim, fazer a migração para nuvem de seu sistema pode ser uma excelente solução.

Por esse motivo, decidimos trazer mais sobre este tema para você. Durante o artigo, você vai conferir os principais aspectos que compõem esses recursos e ferramentas. Veremos como essa tecnologia pode ajudar, com várias dicas valiosas que, certamente, vão auxiliar muito em seu processo de decisão, trazendo a melhor solução de acordo as suas necessidades.

Afinal, o que é a migração para nuvem?

A migração para a nuvem é um processo pelo qual os dados e informações são transferidos da sua localização atual (infraestrutura física) para um servidor na nuvem (infraestrutura digital). O processo pode ser automatizado ou manual, dependendo das necessidades da sua empresa.

Essas ações também podem envolver a migração de um servidor local para uma plataforma de nuvem (ou a migração de um aplicativo). A migração de dados para a nuvem pode ser necessária para que as empresas possam acessar seus dados a partir de qualquer lugar, para poderem colaborar com os dados de forma mais eficiente ou liberar espaço local.

Por que essa mudança vale a pena?

A migração para a nuvem pode oferecer muitos benefícios às empresas, incluindo maior flexibilidade, escalabilidade e colaboração. Além disso, a nuvem pode oferecer maior segurança do que os ambientes locais, pois os dados são armazenados em servidores remotos e podem ser acessados por meio de uma conexão segura à internet.

Qual é a melhor jornada para migrar os seus dados para a nuvem?

Existem muitas maneiras de migrar os seus dados para a nuvem, e a melhor jornada dependerá do seu ambiente atual e dos seus objetivos.

Para migrar um data center para uma plataforma de nuvem, sua empresa poderá usar ferramentas de migração a fim de mover seus dados para o ambiente remoto. Se estiver migrando um aplicativo para uma plataforma de nuvem, poderá utilizar ferramentas de conteinerização para facilitar essa migração.

Essas são soluções que dependem de profissionais altamente especializados. Mas existem também ferramentas de virtualização — para criar uma máquina virtual na nuvem e mover seus dados para lá. Confira algumas dicas especiais sobre o tema.

1. Verifique se a transformação da sua empresa é viável

Para começar, é importante que você avalie se é possível e vantajoso migrar seus dados para a nuvem. Na maioria dos casos, a migração pode ser a melhor solução, pois atende às dinâmicas presentes no mercado, otimizando a produtividade, a segurança e a organização. Às vezes, pode ser muito custosa a modificação e adequação dos processos internos.

Aqui, é muito importante entender que planejar e se organizar é essencial para a tarefa de evolução tecnológica do seu negócio.

2. Otimize seus dados

Uma vez que você tenha decidido que a migração é a melhor solução, é importante otimizar seus dados para que a migração seja mais eficiente. Isso significa reduzir o tamanho de seus arquivos e, consequentemente, o tempo de migração e o custo dessa operação.

Dependendo do seu objetivo, a otimização de dados pode ser feita de diversas maneiras. Para uma migração de data center, por exemplo, é importante otimizar a forma que acontece o armazenamento, optando por ferramentas mais dinâmicas. Para uma migração de aplicativo, é importante otimizar o código-fonte de modo que ele seja mais leve e fácil de ser migrado.

3. Escolha a melhor solução de migração e a melhor plataforma

Existem diversas ferramentas de migração disponíveis no mercado. Uma vez que você tenha decidido pela migração, é importante escolher a plataforma de nuvem que melhor atenda às suas necessidades.

Existem diversas plataformas de nuvem disponíveis, como RedHat, Amazon Web Services (AWS), Microsoft Azure e Google Cloud Platform (GCP). Cada uma delas oferece diferentes vantagens e dinâmicas importantes para seu negócio — avaliar qual a melhor delas para sua empresa faz parte de todo o processo.

4. Prepare a equipe

Muitas vezes, a migração para a nuvem envolve a contratação de uma equipe de profissionais especializados para cuidar dessa migração. Eles serão responsáveis pelo gerenciamento do seu ambiente na nuvem e pelo suporte técnico.

Além disso, você precisará de um profissional de TI para monitorar o seu ambiente e garantir que tudo esteja funcionando corretamente. Nesse caso, você pode contar com especialistas de DevOps da Scala e o oferecimento do melhor serviço personalizado conforme as necessidades de sua empresa.

5. Crie um cronograma e escolha a ferramenta certa

O primeiro passo é criar um cronograma de migração, que deve considerar o tempo necessário para selecionar, classificar e mover os dados para a nuvem. Se a migração for complexa, pode ser necessário dividir o processo em etapas.

Além disso, existem muitas ferramentas que podem ajudar na migração de dados para a nuvem, como AWS Database, Azure Migration, Google Cloud, entre outros. Cada uma dessas ferramentas tem suas vantagens e desvantagens, sendo importante analisar qual se adapta melhor às suas demandas.

6. Escolha o melhor modelo e defina um plano de integração

Para migrar para a nuvem, vale considerar o modelo de cloud certo para a sua aplicação e os requisitos de TI da sua organização. Além disso, é crucial definir um plano de integração bem estruturado para garantir que a migração seja bem-sucedida.

Por essas razões, é essencial contar com uma equipe de uma parceria especializada na área para ajudar a conduzir a migração. E entenda que, se os seus dados não estiverem em um formato que permita uma migração eficiente, ou se a migração for muito onerosa (em relação aos custos ou benefícios), a nuvem pode não ser a melhor opção para seus serviços.

A melhor jornada para migrar os seus dados para a nuvem depende do seu ambiente atual e dos seus objetivos. Otimizar os seus dados para a migração e contar com uma parceria especializada na área pode facilitar o processo e garantir que ele seja bem-sucedido.

Para isso, é importante considerar o modelo de nuvem certo para a sua aplicação, ferramentas e os requisitos de TI da sua organização. Inclusive, a Scala Stefanini pode ajudar muito nesse processo e com os mais diversos diferenciais oferecidos na área.

Então, fique à vontade para entrar agora mesmo em contato conosco e saber quais são as melhores novidades de migrar para a nuvem e acelerar a evolução dos seus negócios.


DevOps & Agile Culture: 3 práticas para começar a utilizar na sua empresa

Estamos vivendo uma nova era da tecnologia e a transformação digital vem impactando a maneira como as empresas e os profissionais operam. O ambiente corporativo moderno está repleto de inovações digitais que facilitam processos internos complexos. Entre essas novidades, está o DevOps & Agile Culture.

Essas duas formas bastante modernas de organização e cultura operacional têm trazido ainda mais facilidades e produtividade para as equipes responsáveis por produtos de tecnologia e sistemas utilizados pelas empresas. Todas essas soluções exigem uma atualização constante nas habilidades técnicas dos recursos humanos dessas organizações.

É necessário investir na capacitação continuada para garantir um maior conhecimento sobre essa evolução tecnológica — tornando-se, assim, uma vantagem competitiva para as companhias que adotam essa estratégia. Para garantir que a sua empresa não perca essas oportunidades, trazemos para seu conhecimento o que são esses conceitos, como eles podem interferir na cultura empresarial e garantir o sucesso do seu negócio. Tenha uma boa leitura!

O que são DevOps e Agile Culture e como elas se relacionam nas empresas mais modernas do mercado?

DevOps é uma abordagem que otimiza a realização de tarefas e de processos, em que destaca o elemento da colaboratividade como núcleo central e deve ser mantido entre as equipes de desenvolvimento.

É muito aplicado nos projetos da Tecnologia da Informação (TI). Optar por incentivar a colaboração, entre desenvolvedores e operadores de TI, visa à aceleração do tempo de implementação de novos serviços e aplicativos.

Já cultura ágil (tradução para Agile Culture) é uma filosofia que enfatiza a adaptabilidade, a flexibilidade e o foco na entrega rápida — agilidade nos processos é a melhor resposta para as empresas que escolhem praticar essa abordagem durante o desenvolvimento de seus projetos e de suas tarefas.

O objetivo principal da Agile Culture é proporcionar maior dinâmica entre os envolvidos nos processos de tomada de decisão e implementação de recursos, permitindo que as organizações sejam muito mais rápidas em seu tempo de resposta para os problemas. Isso possibilita às organizações acompanhar o mercado em constante mudança e a diminuírem os riscos.

Gestores e empresas que utilizam essa filosofia, buscam sempre as melhores ferramentas e soluções para otimizar a colaboração e o trabalho em equipe. Essas são as melhores maneiras de obter resultados mais assertivos e oferecer o melhor produto possível para os clientes, garantindo um ambiente saudável e ainda promover maior produtividade.

Tanto a abordagem DevOps quanto a filosofia Agile Culture são usadas para o período de desenvolvimento, de implementação e durante a manutenção de um sistema (ou produto).

Quais as principais práticas de DevOps?

A principal ideia por trás do DevOps é automatizar tarefas repetitivas para que as equipes possam se concentrar em projetos mais complexos e inovadores necessários para o desenvolvimento da empresa. É importante que os profissionais dessas operações sejam altamente capacitados tecnicamente.

Isso acontece, porque, sua função será de colaborar para o fornecimento de um melhor fluxo de trabalho entre os departamentos de desenvolvimento e de operações, por meio da otimização das ferramentas e processos utilizados no dia a dia.

Nos ambientes de desenvolvimento de serviços e produtos de softwares, a equipe de DevOps é a responsável por aplicar e garantir a execução dos processos nas melhores práticas do mercado tecnológico.

Entre essas práticas, podemos listar:

  • comunicação e colaboração;
  • integração contínua;
  • distribuição contínua;
  • microsserviços;
  • infraestrutura como código;
  • monitoramento e registro em log.

Como posso começar a usar esses recursos em minha empresa? Confira 3 práticas para começar a evolução na empresa!

As empresas estão buscando cada vez mais a adoção de recursos tecnológicos modernos para otimização dos processos. Isso se deve à necessidade de torná-los mais eficientes e ágeis, diminuindo assim custos operacionais e melhorando a produtividade.

A tecnologia tem um grande potencial para transformar negócios, reduzindo custos, aumentando a produtividade e abrindo novas oportunidades de mercado. No entanto, é importante que as empresas sejam cautelosas na escolha das soluções que vão adotar, dado que elas precisam atender às suas necessidades específicas.

Para ajudar nisso, mostramos, na sequência, três dicas que vão ajudar você a ter uma melhor ideia das necessidades de seus colaboradores, da sua infraestrutura e das tarefas exercidas diariamente em sua organização. Confira!

1. Prepare a sua empresa para as mudanças que ainda estão por vir

Diariamente surgem novas tecnologias que podem facilitar o funcionamento da sua empresa e, consequentemente, aumentar seus lucros. Ao se preparar para essas mudanças, você está garantindo que a sua companhia esteja sempre à frente das concorrentes.

Ninguém melhor para opinar sobre um assunto do que aqueles que convivem com o tema diariamente, não é mesmo?

Por isso, é muito importante conversar com os próprios colaboradores da sua organização para saber quais são as ferramentas com as quais trabalham melhor naquele momento. Com essas informações em mãos, é recomendado organizar pesquisas para soluções alternativas de cada uma delas e possam ser ainda melhores.

Fazer o monitoramento contínuo dessas ferramentas, para utilizá-las conforme as necessidades, é importante para a evolução e melhoria dos processos internos de qualquer empresa.

Além dessa vantagem, se alguma ferramenta parar de operar ou ter problemas com licenciamento, os processos não serão prejudicados, pois, já existem elementos alternativos para serem utilizados no lugar.

2. Defina muito bem os objetivos que precisam ser alcançados

É importante definir muito bem os objetivos que precisam ser alcançados por sua empresa. Para alcançar qualquer objetivo, é importante ter um plano de ação bem definido e com os passos claros. Sem uma boa estratégia e conhecimento do mercado não será possível atingir os resultados esperados.

Existem diversas ferramentas que podem me ajudar na gestão da sua empresa e colaboram muito na hora de definir metas e objetivos realistas para a empresa e para setores específicos. A utilização de ERPs (software de automação comercial, controle financeiro, entre outras análises) pode ajudar muito os gestores nesse processo.

3. Aposte na melhoria contínua e automatize os processos

A automatização dos processos permite às empresas responder com mais agilidade às mudanças do mercado, oferecendo produtos ou serviços mais competitivos. Além disso, pode permitir que as empresas integrem diferentes sistemas internamente e com os seus parceiros de negócios, o que facilita monitorar toda a cadeia de valor e fornecer informações precisas para a tomada de decisões estratégicas.

Alguns dos principais indicadores de desempenho podem ser usados para escolher onde investir para essa melhoria: lucratividade, rentabilidade, produtividade, eficiência operacional e crescimento.

Como as soluções da Red Hat podem auxiliar?

As soluções da Red Hat podem auxiliar na implementação de DevOps e Agile Culture em sua empresa ao fornecer uma plataforma unificada para automação e gerenciamento de ciclos de vida de aplicações. Além disso, as ferramentas da Red Hat também oferecem suporte à colaboração entre equipes e à integração contínua.

Entre essas soluções podemos destacar:

  • Red Hat Enterprise Linux;
  • Red Hat OpenShift;
  • Red Hat Ansible Automation Platform;
  • entre outras soluções da Red Hat.

Para concluir nosso conteúdo, se faz importante chamar a atenção em relação a existência de alguns casos em que se é aconselhável buscar auxílio profissional antes de implantar qualquer tipo de inovação na companhia. Por exemplo, se ninguém na organização tem tempo disponível ou caso nenhum colaborador tenha conhecimentos avançados sobre aquele produto de TI específico.

Podem existir problemas crônicos relacionados às diversas plataformas usadas pela empresa se essas soluções não forem implementadas de maneira correta. Nesses casos pode ser aconselhado procurar por uma squad de serviços especializada no seu problema.

Se bem implementado, o DevOps & Agile Culture podem, juntos, contribuir imensamente para uma cultura mais dinâmica nas empresas, oferecendo um melhor serviço para seu cliente. Além dessas possibilidades, contar com outros serviços para auxiliar na organização e análise dos dados — e que facilitem a vida do colaborador — são outros pontos relevantes que podem ser observados pelas melhores empresas do mercado.

Quer saber mais sobre como olhar melhor para as informações que sua empresa produz? Acesse e conheça a Solução Scala: processos de negócios inteligentes. Identifique os gargalos na produção rapidamente e otimize os processos com os melhores insights por meio da tecnologia!


O que é OpenShift e quais as características da Red Hat Linux Enterprise?

Ao explorar as soluções em nuvem presentes no mercado, é fácil nos depararmos com vários serviços e sistemas — e que podem ser usados para inovar as soluções e nossos modelos de negócio. Assim, surgem dúvidas sobre o que é OpenShift e quais são as características e os diferenciais da Red Hat Linux Enterprise.

Se você está nesse seleto grupo, curioso por esse sistema, saiba que suas principais funcionalidades incluem o armazenamento de dados nas nuvens e a realização de operações de processamento em alta capacidade, tudo baseado em aplicações open source — termo que se refere a software cujo código-fonte está disponível para ser usado, modificado e redistribuído livremente.

Todas essas características trazem diversas vantagens para as organizações modernas, reduzindo os custos operacionais e permitindo uma flexibilidade maior na criação e implementação desses mesmos recursos no futuro. Aprenda mais sobre como esse modelo estratégico vem sendo adotado pelas grandes organizações, neste artigo.

Venha explorar conosco esse tema e conferir as principais dicas sobre como aplicar esses recursos em seu negócio!

O que é OpenShift e quais as características da Red Hat Linux Enterprise?

A computação em nuvem, também conhecida como cloud computing, é um tipo de tecnologia que permite aos usuários acessarem recursos e serviços por meio da internet. A Red Hat, empresa multinacional e pioneira da tecnologia no mercado, traz o OpenShift como sua melhor plataforma para as empresas expandirem seus negócios por meio da implementação de recursos em nuvem.

Primeiro, é importante entender que a empresa tem um amplo leque de soluções disponíveis, para as mais diversas áreas informáticas de qualquer modelo e tamanho de empresa. Veja mais sobre eles na sequência!

Red Hat Linux Enterprise

O Red Hat Linux Enterprise é um sistema operacional de código aberto (open source), desenvolvido pela empresa Red Hat

Ele é baseado no kernel do Linux e oferece uma plataforma bastante robusta para a execução de aplicações corporativas e sistemas de comunicação instantâneos. Além disso, o Red Hat Linux Enterprise também inclui várias ferramentas usadas pelos profissionais de TI para o gerenciamento e para a automação de processos.

Essa dinâmica de liberdade de aplicação é o que mais facilita a implantação e administração do sistema em ambientes empresariais e dos mais diversos recursos da Red Hat.

Red Hat OpenShift

A OpenShift, da Red Hat, é uma plataforma de aplicações em nuvem que permite que os desenvolvedores criem, implante e gerencie aplicativos em contêineres.

A plataforma fornece um ambiente de execução para esses contêineres, utilizado para um funcionamento mais otimizado das aplicações, bem como recursos para o seu gerenciamento do ciclo de vida, incluindo a orquestração, a escalabilidade e o monitoramento.

Red Hat OpenShift Container Storage

Entre seus principais recursos, está o Red Hat OpenShift Container Storage, um software de armazenamento (e também de código aberto) que fornece suporte a contêineres em execução no Red Hat OpenShift, citado anteriormente. 

Ele oferece recursos para gerenciar o ciclo de vida do armazenamento, bem como para orquestrar e monitorar o uso do armazenamento das aplicações.

Red Hat AMQ

Ainda é possível contar, na plataforma da Red Hat, com o produto Red Hat AMQ. É o software de mensagens instantâneas oficial da Red Hat. Oferecendo suporte a diversos protocolos de mensagem (incluindo o STOMP, MQTT e AMQP). 

O Red Hat AMQ pode ser implementado em qualquer lugar, desde ambientes virtuais até grandes clusters físicos.

Quais as vantagens de contar com esses serviços?

Desde a redução da burocracia até a melhora da disponibilidade, não são poucos os efeitos positivos advindo da aplicação dessas tecnologias. Todas as ferramentas são personalizáveis, deixando muito mais simples a adequação ao compliance e manutenção do serviço de forma contínua.

E não pense que é um investimento muito pesado. Com essas facilidades, o ROI muito possivelmente será positivo em pouco tempo. A diminuição de custos deverá vir no longo prazo, com as otimizações constantes que as ferramentas sofrerão, você terá um valor real muito maior do que foi aplicado durante a implementação. 

Outra questão, também importante, é o aproveitamento dos recursos, o que maximiza ainda mais o valor da sua ferramenta ao longo do uso.

A criação de ambiente de testes pode ser outro atrativo para as empresas de maior porte ou prestadoras de serviços mais complexos. Os recursos da Red Hat oferecem diversas ferramentas que contribuem para uma testagem mais segura e acertada dos produtos de software produzidos pela e para sua organização.

Como contar com essa solução?

A empresa que quer contar com a parceria da Red Hat para implementar as soluções OpenShift precisa estar atenta aos diversos detalhes que envolvem a implementação. São diversos passos e planejamentos a serem seguidos por pessoal altamente especializado, para evitar quaisquer prejuízos durante a migração dos dados da sua empresa para o ambiente virtual.

Red Hat oferece suporte técnico para implantar e gerenciar essas soluções, além de fornecer recursos adicionais para ajudar a maximizar o valor dessas tecnologias para a empresa. Para maximizar o uso dessa assistência, é importante que se precise buscar uma parceria especializada.

Assim, você pode tirar o máximo proveito das vantagens que uma das maiores empresas de software do mundo tem a oferecer. Saiba que para isso você pode contar com a Scala, pois somos parceiros oficiais da Red Hat, conhecendo há anos os mínimos detalhes de implementação e serviços gerenciados do mercado.

Em suma, vimos ao longo do conteúdo que as soluções da Red Hat, desde as soluções como Red Hat Linux Enterprise e até OpenShift, entre outras, não deverão passar despercebidas pelos melhores gestores da atualidade. Sua flexibilidade, devido ao fato de o sistema ser em código aberto, pode ser um imenso campo aberto para que suas equipes utilizem a ferramenta focando no máximo de personalização para as suas necessidades.

Gostou de saber sobre os recursos da Red Hat e o que é OpenShift? E para você, quais desses elementos mais importam para que sua migração em nuvem seja perfeita? Deixe a resposta logo abaixo, nos comentários! Queremos saber o que você achou do nosso material!


5 principais razões para utilizar a Infraestrutura como Serviço (IaaS)

Nos últimos tempos, o processo de transformação digital nas empresas se tornou algo inevitável. A computação em nuvem é uma das tecnologias mais atraentes para aqueles que visam superar a concorrência em um mercado tão competitivo quanto o atual. Logo, usar Infraestrutura como Serviço (IaaS) acaba sendo uma excelente opção.

Neste conteúdo, abordaremos os principais aspectos dessa tecnologia e as questões mais importantes que envolvem a adoção desses recursos em nossas empresas. Nele, você vai conferir os principais aspectos que envolvem esse recurso e 5 razões que escolhemos e temos a certeza de que você precisa saber para implementar o IaaS em seus negócios com sucesso!

IaaS: o que é e para que ela serve?

Chamamos por Infraestrutura como Serviço um modelo de computação na nuvem que fornece acesso a uma infraestrutura de TI, incluindo servidores, armazenamento, redes e aplicações, por meio de uma rede ligada à internet.

Nesse modelo, a empresa contratante paga apenas pelo uso efetivo da infraestrutura, eliminando a necessidade de investimentos iniciais, como equipamentos de hardware e recursos humanos especializados.

O IaaS é ideal para empresas que necessitam de infraestrutura na execução de seus negócios, mas não possuem, ainda, os recursos internos para isso. Além disso, o modelo permite que as empresas escalem o uso da infraestrutura de acordo com suas necessidades, reduzindo os custos com a área de TI da empresa.

Paas e SaaS: qual é a relação entre elas com a IaaS?

Platform as a Service (PaaS) é um dos principais modelos de computação em nuvem, capaz de garantir o fornecimento de uma plataforma para desenvolvimento, execução e gerenciamento das mais variadas aplicações em uma empresa. O provedor garante acesso às interfaces dos equipamentos de maneira remota.

Já o Software as a Service (SaaS) é outro modelo de computação em nuvem, mas que fornece acesso a aplicações executadas em nuvens públicas, em vez de apenas uma infraestrutura. Os usuários desse modelo podem acessar as aplicações por meio de um navegador ou de um dispositivo móvel — é, basicamente, um software com todas as suas funcionalidades operando em nuvem, para uso interno na empresa.

É visível, portanto, as diferenças entre cada um desses modelos de cloud:

  • IaaS é toda uma infraestrutura para armazenar e processar seus dados e aplicações;
  • PaaS é uma plataforma que usa interfaces para a comunicação e processamento — software e hardware;
  • SaaS é um software que opera em um contexto específico em uma empresa.

O que decide a escolha entre elas é o peso das necessidades atuais de seu negócio. Então, vale muito a pena fazer uma pesquisa aprofundada sobre a realidade de seu setor de TI e a viabilidade de aplicação de cada uma dessas tecnologias em sua empresa.

Os principais motivos para utilizar a Infraestrutura como Serviço: o que a nuvem pode oferecer?

A Scala tem uma parceria firmada com a Red Hat, uma empresa mundialmente reconhecida em inovação open source para TI. Com ela, possibilitamos que nossos clientes contem com o acesso a tecnologias confiáveis e do mais alto desempenho em cloud, em boa parte dos âmbitos do desenvolvimento, armazenamento, virtualização de recursos e de aplicações.

A Red Hat Cloud Infrastructure permite a criação e o gerenciamento de uma cloud IaaS, a qual é aplicada por nossa empresa. Com uso dos recursos mais confiáveis que temos acesso, podemos tirar muitas vantagens ao implantar uma Infraestrutura como Serviço em nossa companhia.

Abaixo, veremos 5 delas, que acreditamos serem as principais para a atenção daqueles que desejam aplicar essa solução. Confira!

1. Dá maior mobilidade para seus parceiros e colaboradores

O oferecimento de infraestrutura como serviço permite que seus parceiros e colaboradores tenham maior mobilidade. Com o acesso à nuvem, eles podem acessar os dados e aplicativos de qualquer dispositivo — e em qualquer lugar. Isso significa que podem trabalhar tanto remotamente quanto localmente, ajudando a sua empresa no aumento da produtividade.

2. Confere escalabilidade para os negócios

A escalabilidade é uma das principais vantagens de se utilizar IaaS nas empresas como modelo de computação em nuvem. Com essa solução, é possível aumentar ou diminuir a capacidade de processamento, armazenamento e da rede — de acordo com a necessidade atual da empresa naquele momento. Dessa forma, é possível evitar gastos desnecessários e aproveitar melhor todos os recursos.

3. Melhora a segurança dos seus dados

A utilização de uma Infraestrutura como Serviço pode ajudar a melhorar a segurança de seus dados. Com IaaS, você poderá contratar uma empresa especializada em fornecer a infraestrutura requerida para armazenar e proteger seus dados de maneira efetiva. Dessa forma, você não precisa se preocupar com a segurança da infraestrutura física e pode focar na proteção digital de seus dados e cultura de cibersegurança na empresa.

4. Não necessita de altos investimentos em hardware

Ao adotar a Infraestrutura como Serviço, você não precisa investir em hardware, reduzindo os custos operacionais. Além disso, pode contar com a expertise da empresa provedora para garantir a segurança e a performance adequada às suas necessidades quando utilizar a infraestrutura.

5. Aumenta a agilidade de sua equipe de TI

Certamente, esse é um ótimo motivo para implementar o IaaS em sua empresa. Além de reduzir os custos de operação, o recurso aumenta a produtividade e melhora a capacidade de resposta aos requisitos de negócios. Com uma infraestrutura altamente escalável e flexível, você pode, rapidamente, provisionar recursos adicionais quando necessário e reduzir os custos de operação.

A Infraestrutura como Serviço pode ajudar muito as empresas a se adequarem às novas necessidades de conexão instantânea, mobilidade e segurança requeridas pelo mercado moderno. E, até aqui, você nos acompanhou por uma exploração dos principais elementos dessa tecnologia e seus detalhes.

A Infraestrutura como serviço é, inegavelmente, um aspecto extremamente valioso para prestarmos atenção, devido à sua facilidade de implementação e economia de recursos gerada durante sua utilização. É certo que sua aplicação em empresas de todos os modelos e sua utilidade ficará por ainda muito tempo no mundo dos negócios e nos mais diversos tipos de aplicação.

Se você tem outra vantagem muito importante que a IaaS pode trazer às empresas e que não abordamos aqui, não deixe de compartilhar suas ideias conosco: deixe seu comentário!


Trabalho humano: veja como se deu a sua evolução ao longo dos anos

Quando olhamos para trás, não é nada difícil perceber que o trabalho humano se transformou bastante com o passar dos séculos. A relação das pessoas com seus ofícios evolui de acordo com as mudanças culturais e tecnológicas que passam a fazer parte das suas vidas.

Por exemplo, recentemente a sociedade viu o trabalho remoto ganhar mais destaque devido à pandemia de Covid-19, que tornou urgente o distanciamento social. Observar como essas transformações acontecem ao longo da história permite entender não só o passado, mas especialmente o contexto atual e o que é possível esperar do futuro.

Em vista disso, preparamos este post para trazer até você um panorama da evolução do trabalho humano com o decorrer dos anos. Quer conhecer mais sobre o assunto e entender como a mão de obra humana se encaixa na era da hiperautomação? É só prosseguir com a leitura!

Trabalho na pré-história

A maneira como o ser humano encara o ato de trabalhar mudou bastante com o tempo. Na pré-história, o trabalho era uma questão de sobrevivência. Caçar animais e coletar frutos era como os indivíduos retiravam seu sustento da natureza. Mesmo quando se tornaram agricultores, deixando a vida nômade para trás, o objetivo do trabalho era essencialmente suprir as necessidades mais básicas para sobreviver.

Valorização do ócio criativo

Na Antiguidade, o trabalho humano não era algo visto de forma positiva pelos grandes pensadores gregos e romanos. Isso porque aqueles que precisavam trabalhar ocupavam posições inferiores na sociedade, enquanto o grupo mais abastado — que vivia do trabalho de escravos — tinha tempo livre de sobra para se dedicar às reflexões políticas e filosóficas.

Trabalho humano versus festas

A forma como a elite encarava o trabalho não mudou muito na Idade Média, tanto que esse tipo de atividade continuou sendo menosprezado. Os servos se dedicavam ao trabalho árduo no campo para garantir sustento, moradia e proteção dos donos de terras. Já a nobreza da sociedade feudal desfrutava de diversas atividades de lazer, como torneios, caças de animais selvagens e festas nos castelos.

Ordem divina

No século XVI, o monge alemão Martinho Lutero, uma das principais figuras da Reforma Protestante, difundiu a ideia de que o ócio é um pecado e que o homem nasce para trabalhar. Para ele, quem executa um trabalho foi escolhido por Deus para isso. O trabalho humano seria, portanto, um serviço divino.

Operação das máquinas

Com a revolução industrial no século XVIII, muitos trabalhadores saíram do campo para trabalhar nas fábricas que ficavam nas cidades. Vivendo em condições precárias e em posição de subordinação, essas pessoas se tornavam mão de obra barata para os empresários e cumpriam exaustivas jornadas de até 18 horas por dia, o que muitas vezes resultava em acidentes e até mesmo mortes por exaustão.

Proletariado

A era industrial foi marcada por grandes avanços tecnológicos e pelo surgimento do proletariado, a classe social formada pelos trabalhadores assalariados cuja força de trabalho era explorada pela burguesia industrial. No século XIX, teve início o movimento operário, com esse grupo se organizando para reivindicar melhores condições de trabalho e direitos trabalhistas.

Linha de montagem

No início do século XX, Henry Ford otimizou os processos em sua indústria automobilística por meio de uma linha de montagem, reduzindo o tempo de produção e, consequentemente, seu custo. Nesse modelo de produção, os operários ficam parados em seus postos de trabalho, limitando-se a executar atividades repetitivas.

Barateamento da produção

A conquista de direitos trabalhistas e remunerações mais justas para a classe operária nos países desenvolvidos fez com que muitas empresas passassem a buscar mão de obra mais barata em outros lugares ao longo do século XX. Com isso, elas transferiram a produção para países mais pobres, onde a população ainda lida com condições precárias e salários baixos.

Automação industrial

Os avanços tecnológicos no âmbito industrial permitem utilizar máquinas para automatizar a execução de processos com menores chances de erros e maior redução de custos. Isso reduz a participação humana em linhas de montagem, eliminando também os riscos que os trabalhadores correm nessas atividades.

Uso de robôs

Em pleno século XXI, o uso de robôs já vai muito além das indústrias, chegando inclusive ao mundo digital. Tanta automação de processos tem tornado a discussão sobre a possibilidade de os robôs substituírem o trabalho humano cada vez mais acalorada.

Criação de áreas de trabalho

A transformação digital nas empresas tem proporcionado o surgimento de novas áreas de trabalho humano que até alguns anos atrás seriam impossíveis de imaginar. Gestor de mídias sociais, cientista de dados, desenvolvedor de software e designer de produto são apenas alguns exemplos de profissões criadas em um passado ainda muito recente.

Trabalho híbrido

O trabalho remoto já vinha ganhando espaço na sociedade e foi impulsionado pela pandemia iniciada em 2020. Isso fez com que muitos profissionais que ainda não o adotavam descobrissem os benefícios desse formato e, mesmo com a volta do trabalho presencial, preferissem seguir com um modelo de trabalho híbrido.

Com todas essas evoluções tecnológicas acontecendo em um ritmo tão intenso, é natural se questionar se o trabalho humano vai se tornar cada vez mais dispensável, quem sabe até mesmo a ponto de acabar em certos setores. Como você pode notar, no entanto, o fator humano e a tecnologia sempre caminharam juntos ao longo dos anos e na era da hiperautomação isso não é diferente.

Enquanto a hiperautomação substitui o trabalho humano em determinados processos, as pessoas seguem absolutamente necessárias em outras atividades. Não há por que imaginar um cenário de disputa por espaço, mas de transformação — de modo similar ao que vem ocorrendo desde que começamos a nos organizar em sociedade.

A cultura de inovação nas empresas tem o importante papel de transformar desde os processos internos até a experiência do cliente, entregando produtos e serviços capazes de atender às suas demandas. Nesse cenário, o trabalho humano é um elemento que caminha lado a lado com os avanços tecnológicos, continuando a evoluir e a se adaptar à sua própria maneira.

Achou interessante como o trabalho humano evoluiu ao longo da história? Compartilhe este post nas suas redes sociais e divida esse conhecimento com os seus amigos!


O que são squads e quais as vantagens de implementar essa estrutura?

Você está com dificuldades de criar um ambiente colaborativo e aumentar a eficiência dos processos internos da sua empresa? Com o uso dos squads, é possível solucionar esse problema e manter o seu negócio na liderança do setor. Além disso, você pode alcançar mais vendas, otimizando os resultados.

Se deseja aprender mais sobre o que é squad, vale a pena continuar a leitura deste artigo. Ao decorrer dele, vamos apresentar o conceito de squad de serviços, quais são as principais vantagens e alguns passos para implementá-lo. O conteúdo está imperdível! Confira mais a seguir.

O que é squad de serviços?

O squad nada mais é do que um modelo que você pode adotar em sua organização para separar os colaboradores em pequenos grupos interdisciplinares entre 4 e 10 pessoas para efetuar determinadas tarefas e alcançar objetivos traçados.

Por exemplo, é possível montar um grupo com funcionários da área de marketing, outro de vendas, do financeiro e do setor de tecnologia da informação. Com a equipe formada, você determina uma tarefa para eles e proporciona autonomia para tomarem decisões e resolver tal questão.

Assim, é plausível contar com diferentes visões de setores distintos da empresa para conquistar os objetivos. Essa prática é muito comum nas startups e gera várias vantagens para sua instituição. Por isso, vale a pena saber utilizá-la.

Quais os benefícios dos squads de serviços?

Os squads permitem que as empresas alcancem um novo patamar de produtividade em suas tarefas. Além disso, há diversos benefícios diretos e indiretos da aplicação. Confira!

Agilidade

Os membros de um squad contam com uma comunicação clara e eficiente, o que favorece a troca de informações e a realização de tarefas. Como esse formato também valoriza a autonomia dos profissionais, o processo de tomada de decisão se torna bastante ágil, pois não é preciso passar por diversos níveis de hierarquia para levar a uma posição definitiva.

Produtividade

De modo geral, os squads apresentam resultados mais satisfatórios do que os times que trabalham no modelo tradicional. A autonomia do grupo e a comunicação também levam a resolução de questões de maneira mais rápida.

Outro aspecto que leva à criação de um time eficiente se refere à composição do grupo. Como os squads são criados com profissionais dotados de diferentes habilidades, há complementaridade nas ideias e visões distintas sobre os problemas que aparecem e suas possíveis soluções.

Autonomia

Essa é uma das principais características dessa metodologia. Isso significa que cada squad é responsável pelos desafios do projeto e por desenvolver soluções para o negócio. Esse grau de responsabilidade permite que os colaboradores cresçam intelectualmente. No longo prazo, aumenta a noção de pertencimento ao projeto, afetando também a retenção de talentos no time.

Alinhamento

Como esse modelo privilegia a interação e o debate entre os membros, torna-se mais fácil alinhar as expectativas de cada um quanto ao projeto. Desse modo, cada indivíduo pode oferecer um ponto de vista que traz valor para a discussão. Desse modo, todos alinham o planejamento quanto aos próximos passos do trabalho e nenhum membro se sente perdido em meio ao fluxo de tarefas que devem ser cumpridas.

Integração entre os setores

Dado que a formação desses times é multidisciplinar, membros de setores totalmente diferentes podem interagir, trocar ideias e apontar sugestões sobre quais as melhores abordagens para concluir o objetivo. Ao adotar o formato de squads, a empresa otimiza a integração entre os setores e permite que indivíduos com perfis diferentes trabalhem e evoluam juntos.

Economia

Com a aplicação dessa metodologia no ambiente organizacional de sua empresa, você reduz custos e economiza recursos para investir em atividades estratégicas. Isso porque vai contar com profissionais especializados em setores distintos com capacidade para encontrar soluções inteligentes para os problemas.

Além disso, com a maior interação gerada entre diferentes setores e com o aumento da produtividade, é possível empregar menos recursos financeiros de modo a otimizar os resultados da empresa.

Otimização de tempo

Com a visão de pessoas com distintas capacitações, fica mais simples encontrar uma forma de resolver os problemas. Assim, as demandas que surgem na empresa são resolvidas conforme chegam.

Dessa maneira, seus colaboradores terão mais tempo para pensar em soluções que ajudem no crescimento e na sustentabilidade a longo prazo, o que melhora os resultados e alcança uma fatia maior do seu nicho de atuação.

Como montar um squad de serviços?

Se você quer montar um squad de serviços em sua empresa, existem alguns passos que vão ajudar bastante. Confira quais são eles a seguir!

Conheça sua equipe

A primeira etapa para obter sucesso com um squad de serviços em sua empresa é conhecer os colaboradores. Assim, é viável estabelecer grupos com habilidades complementares. Dessa maneira, você melhora os resultados e alcança soluções inteligentes para resolver as demandas dos clientes.

Tenha objetivos claros

Para conquistar bons resultados, sua instituição deve ter em mente o que deseja atingir. Isso também vale para montar o squad de serviços. Por exemplo, se você tem uma atividade que precisa ser resolvida, é relevante entender quais são as metas que estão envolvidas.

Desse modo, você forma grupos com a aptidão necessária para alcançar o objetivo de forma rápida e produtiva. Com isso, as chances de ter sucesso e conquistar lucros expressivos são significativamente mais altas.

Use metodologias ágeis

Usar metodologias ágeis auxilia na identificação de gargalos e na hora de mensurar os resultados alcançados. Dessa forma, você otimiza o andamento das tarefas, entende o que está dando certo e quais pontos precisam de ajustes, além de garantir o bom funcionamento das equipes.

Viu só como a estrutura de squads é um formato muito importante para tornar seu negócio ainda mais competitivo? Por meio desse modelo, é possível ajustar diversos aspectos do trabalho em equipe e melhorar o clima organizacional. Assim, você desenvolve novas soluções, aumenta a eficiência do grupo e ainda retém os principais talentos do seu time.

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Serverless: os prós e contras dessa opção de infraestrutura em nuvem

 

Serverless é uma arquitetura nativa da nuvem, que permite às empresas criar e manter seus aplicativos sem preocupação com a infraestrutura de servidores em que esses aplicativos estão rodando (por isso o “less” no nome).

Neste tipo de arquitetura, não é preciso se preocupar com tarefas como o provisionamento de servidor ou cluster, a aplicação de patches ou a manutenção do sistema operacional e do provisionamento de capacidade. As responsabilidades operacionais e de infraestrutura cabem ao provedor de serviços na nuvem, o que na prática aumenta a agilidade e a inovação.

Por que usar?

A arquitetura Serverless permite criar aplicativos modernos com maior agilidade e menor custo. E sem terem que se preocupar com a operação ou tempos de execução, podem se concentrar no produto principal, empregando tempo e energia no desenvolvimento de ótimos produtos, dimensionáveis e confiáveis.

 


Vantagens

  • Custo

O modelo de preços de uma arquitetura Serverless é baseado apenas pela quantidade de computação e recursos utilizados. Caso o sistema esteja ocioso, nenhum custo será associado. Além disso, a maioria dos provedores de nuvem fornece uma camada gratuita de solicitações de função Serverless, sem mencionar outros serviços.

  • Escalas fora da caixa

As infraestruturas Serverless aumentam e diminuem com base na demanda por funções específicas do sistema. Para os desenvolvedores, isso significa menos problemas e uma melhor experiência em picos de uso. Geralmente, os provedores de nuvem definem limites para simultaneidade máxima, de forma a proteger os desenvolvedores de custos descontrolados.

  • Time to Market

Com Serverless, os desenvolvedores passam menos tempo provisionando, dimensionando e gerenciando a infraestrutura, liberando tempo para desenvolver uma lógica comercial de valor agregado. Além disso, o código da função geralmente é mais fácil e rápido de escrever, pois é conciso e deve ser projetado para fazer apenas uma coisa de cada vez.

 

 

Desvantagens

  • Performance

O uso esporádico de serviços Serverless demanda a criação do servidor do zero (na hora de uma nova requisição) o que gera cold-starts da aplicação e ocasiona perda de performance momentânea.

  • Limite de recursos

A computação Serverless não é adequada para algumas cargas de trabalho, como a computação de alto desempenho, devido aos limites de recursos impostos pelos provedores de nuvem.

  • Monitorando e Depurando

Diagnosticar problemas de desempenho ou uso excessivo de recursos numa solução Serverless pode ser mais difícil do que com código tradicional de servidor, porque normalmente não se tem acesso à infraestrutura onde esses serviços são executados.

 

Casos de uso

A abordagem Serverless pode ser usada para uma ampla variedade de casos:

  • Aplicações Web e Mobile

Um dos casos de uso mais comuns para Serverless, tende a criar APIs de back-end que atendem a aplicativos da Web e móveis. As APIs Serverless geralmente são fáceis de criar, gerenciar e funcionam bem em cenários de carga flutuantes.

  • Processamento de fluxo e lote

A natureza orientada a eventos do Serverless é adequada para o processamento de dados. Por exemplo: as funções Lambda (AWS) podem ser designadas para consumir eventos de fluxos de dados ou definidas para processar tarefas em massa. Outro ótimo exemplo de porque o modelo de cobrança por uso é atraente, embora com altas cargas, a computação possa ser mais com Serverless.

  • Internet das Coisas

Os dispositivos que se conectam à Internet para ler ou gravar dados são um excelente caso de uso para Serverless. Serviços como Alexa e eletrodomésticos como o iRobot são usuários Serverless conhecidos.

  • Manipulação de imagens e vídeos

Com Serverless é possível criar serviços de imagem e vídeo com melhor desempenho para qualquer aplicativo. Você pode usar também para fazer redimensionamentos dinâmicos de imagens ou alterar a transcodificação de vídeo para diferentes dispositivos de destino.

Os aplicativos contam cada vez mais com reconhecimento de imagem para melhorar a experiência do usuário: por exemplo, um aplicativo de comércio eletrônico que permite aos clientes fotografar a frente do cartão de crédito em vez de digitar os números manualmente.

Esta arquitetura faz sentido em vários tipos de cenários, porém tem que ter cuidado na hora de escolher este tipo de abordagem para sua solução, verificando muito bem os objetivos e principalmente as desvantagens de partir para o uso de Serverless.

Gabriel Asakawa
Gerente de Inovação

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Fontes:

https://en.wikipedia.org/wiki/Serverless_computing

https://www.ibm.com/cloud/learn/faas#toc-faas-and-i-mdyazIsb

https://www.bmc.com/blogs/serverless-faas/

https://www.serverless.com/learn/use-cases/