Com a plataforma Crystal Ball, Americanet+Vero fortalece estratégia de expansão para novas cidades

Apoiada pela Scala, empresa de Dados e Analytics do Grupo Stefanini, uma das principais provedoras do país passa a utilizar indicadores de inteligência artificial para mapear e identificar oportunidades de crescimento.

A Americanet+Vero, uma das principais empresas de telecomunicações do país, juntou-se com a Scala, empresa brasileira que desde 2016 integra a divisão de Ventures do Grupo Stefanini, para desenvolver o projeto Crystal Ball, plataforma que potencializa o processo de expansão dos serviços digitais e de banda larga para novas cidades.

Desenvolvido em um processo colaborativo entre a Americanet+Vero e a Scala, o Crystal Ball é uma plataforma guiada por inteligência artificial e análise de dados para gerar insights e resolver problemas relacionados à expansão orgânica do negócio para novas áreas.

A plataforma Crystal Ball tem potencial para revolucionar a área de telecomunicações, utilizando inteligência artificial embarcada para mapear e identificar oportunidades de crescimento em novas cidades, a partir do uso de machine learning. A cidade de Cachoeirinha (RS) foi a primeira selecionada pela plataforma e passou a integrar as cidades atendidas pela Americanet+Vero no Rio Grande do Sul a partir de junho de 2023       .  

A expansão inteligente da companhia, que já está presente em 425 municípios brasileiros com mais de 1,5 mil assinantes, é conduzida pela solução Crystal Ball a partir da aplicação de indicadores técnicos e aprendizados de projetos anteriores. Assim, a plataforma correlaciona dados e identifica oportunidades de crescimento em áreas semelhantes às que a empresa já teve resultados comprovadamente bem-sucedidos.

Com critérios e indicadores pré-estabelecidos, a plataforma segmenta as oportunidades em grupos com diferentes probabilidades de avaliação para reverter em operação em campo. Além de automatizar e acelerar o processo de expansão, o objetivo é impulsionar o crescimento orgânico da operadora.

“Estamos muito satisfeitos e motivados de ampliar ainda mais esse projeto que, certamente, provoca redução no tempo operacional de adquirir, organizar e comparar dados; maior assertividade na projeção de comportamento dos dados, dentre tantos outros benefícios para a empresa e para o mercado de telecom”, destaca Everaldo Biselli, diretor Comercial da Scala.

“A plataforma Crystal Ball traz um modelo estatístico com inteligência de dados que amplia nossa capacidade de expandir a implementação de forma ágil, eficaz e estruturada. Com isso, o processo de expansão da companhia, com a entrada em cada cidade brasileira, foi enriquecido com o volume de informações unificadas de cada uma delas”, afirma André Spina, diretor de Transformação Digital da Americanet + Vero Internet. 

“Por meio de toda essa automatização, foi possível entendermos o comportamento de regiões, ajustarmos os parâmetros e calibrar a ferramenta à medida em que temos realizado a expansão orgânica para novos municípios e a operacionalização dos nossos serviços, tudo isso com um ganho extraordinário e com resultados relevantes para o negócio. Sem dúvida, com esse sistema, somos capazes de avaliar cidades com potencial agregador para a empresa, que possuam sinergia com a nossa proposta e possam trazer retorno estratégico”, complementa José Carlos Rocha, Diretor de Vendas e Marketing da Americanet + Vero Internet.


Scala impulsiona eficiência operacional na Bem Promotora com a implementação do Dynatrace

Por meio da tecnologia Dynatrace, a operação da empresa foi aperfeiçoada
para garantir ainda mais eficiência e segurança para seus clientes

A Bem Promotora, líder no setor financeiro com foco em crédito consignado, alcançou um marco significativo em sua gestão por meio da parceria estratégica com a Scala, especialista em Observabilidade, Analytics e Inteligência Artificial do Grupo Stefanini. Essa colaboração não apenas resolveu desafios operacionais, mas também trouxe inovação para beneficiar tanto a Bem Promotora quanto seus clientes. Ao enfrentar o desafio de otimizar suas 31 lojas próprias e 580 correspondentes bancários distribuídos pelo Brasil, a empresa buscou aprimorar a gestão e ampliar a capacidade de suas operações, garantindo respostas rápidas e eficazes às necessidades dos clientes.

A partir da necessidade da Bem Promotora de implantar o Dynatrace, a Scala ofereceu uma solução personalizada com base na plataforma, focando em uma estratégia de observabilidade. Essa abordagem proporciona visibilidade abrangente sobre todas as operações da empresa, destacando a capacidade de identificar problemas rapidamente, compreender suas origens e, mais crucial ainda, antecipar desafios futuros.

A eficácia da implantação da plataforma Dynatrace na Bem Promotora destaca-se pela meticulosidade do estudo de necessidades e pela execução precisa da implementação. Ancorada nessa solução robusta, a qual oferece uma gama completa de recursos, a equipe agora monitora em tempo real a infraestrutura tecnológica, rastreando o desempenho das aplicações e proporcionando insights cruciais sobre o comportamento do usuário.

O cuidadoso planejamento e a implementação da ferramenta de observabilidade revelaram benefícios notáveis para a Bem Promotora. A capacidade de identificar prontamente a causa raiz de anomalias no sistema resultou em ações corretivas mais eficazes, garantindo agilidade na resolução de problemas e assegurando a continuidade das operações em tempo real. Além disso, a solução contribuiu para identificar pontos de vulnerabilidade do sistema, permitindo melhorias contínuas de eficiência e fortalecendo a colaboração entre as equipes de operação e desenvolvimento, criando, assim, um ambiente mais eficaz para o suporte técnico.

A bem-sucedida implementação não apenas solidificou a parceria entre a Bem Promotora e a Scala, iniciada em 2021, mas também impulsionou uma evolução anual, expandindo o escopo de atendimento para novos ativos. Isso culminou na necessidade de adquirir mais licenças e serviços, impulsionando o desenvolvimento contínuo da observabilidade, inclusive com uma visão mais ampla da jornada do usuário nos serviços de negócios.

"Estamos contentes com os resultados de nossa colaboração com a Scala, que teve um impacto significativo em nossa operação e desempenhou um papel essencial na otimização de nossa performance e no fortalecimento de nossa posição em um mercado altamente competitivo. Como benefícios, reduzimos o tempo de resposta em caso de incidentes e melhoramos a saúde do nosso sistema core, passando de um DynatraceScore de 91 para 97 pontos”, afirma Ricardo Padoin Nene, CIO da Bem Promotora.

“Este é um exemplo claro de como a tecnologia pode ser usada para transformar negócios e proporcionar benefícios tangíveis. Ela demonstra como a observabilidade pode ser uma ferramenta poderosa para empresas que buscam melhorar a eficiência, a qualidade dos serviços e a satisfação do cliente em um mundo cada vez mais digital”, comenta Everaldo Biselli, diretor comercial da Scala.

 


Sistema de desembarque da VLI proporciona ganho de eficiência no Porto do Pecém com solução Scala

De forma inovadora, companhia reduziu a ociosidade dos equipamentos em 62% em um dos planos de desembarque.

 

Implantada em 2021 no Porto do Pecém (CE) e operada pela VLI, a ferramenta de embarque e desembarque inteligente Speed conseguiu alcançar bons resultados em ganho de eficiência. Em algumas operações específicas, o sistema reduziu a ociosidade dos equipamentos utilizados em 62%, ampliando a agilidade da operação, ao mesmo tempo em que promoveu a redução do custo operacional. A solução foi desenvolvida em parceria com a Scala, empresa do Grupo Stefanini especializada em Processos, Analytics e Inteligência Artificial, com o objetivo de elaborar um plano de desembarque capaz de otimizar os recursos e manter a segurança do descarregamento de cargas para navios.

O Speed consiste em um software capaz de gerar planos otimizados de desembarque de produtos à granel considerando a capacidade do terminal portuário, a estabilidade e integridade física dos navios. Com ele, a VLI passou a ser protagonista no planejamento do desembarque dos navios, utilizando o máximo da capacidade operacional dos seus ativos em linha com a capacidade de cada embarcação. Diferentemente do cenário anterior, onde os planos eram feitos exclusivamente pelos capitães que desconheciam a capacidade operacional do terminal portuário.

 A necessidade da criação da ferramenta surgiu da observação de que o desembarque de cargas estava limitado aos planos feitos pelos capitães dos navios. Juntamente com a Scala, a VLI conseguiu desenvolver uma solução customizada para a necessidade em questão, o que envolveu o trabalho de captura de dados, processamento, gerenciamento e análise, empregando tanto ferramentas personalizadas quanto soluções de código aberto. Para a implementação da engine de otimização, cientistas de dados e matemáticos foram chamados para que se aprofundassem no contexto do negócio, garantindo uma compreensão sólida dos dados analisados, realizando testes e comparações com dados reais para assegurar sua eficácia e precisão.

“Os resultados da solução são perceptíveis e validam a tese de que é possível otimizar as operações portuárias sem abrir mão das premissas de segurança, além de reduzir impactos ambientais por meio do uso mais eficiente dos equipamentos portuários. Continuaremos a trabalhar juntos levando esta inovação também para as operações de embarque, cientes de que estamos moldando um futuro ainda mais promissor”, comenta David Gomes, Head de Serviços da Scala.

“A inovação é uma ferramenta essencial para a VLI seguir aumentando a eficiência de suas operações e trazer resultados ainda melhores para o negócio dos nossos clientes. A solução poderá ser incorporada a outros terminais operados pela VLI, conforme identifiquemos oportunidades de melhoria semelhantes à registrada no Pecém”, afirma Luciano Gonçalves Pereira, gerente de Transformação Digital de Portos e Terminais da VLI.


Scala e Iochpe-Maxion: tecnologia a serviço da otimização dos processos de compra e gestão de estoques de matérias-primas

A estratégia utiliza a solução OptiMax para proporcionar uma visão de planejamento potencializada.

Com o objetivo de aprimorar significativamente a gestão de compras e estoque de matérias-primas na cadeia de suprimentos, a Iochpe-Maxion, líder global na produção de rodas automotivas, buscou a Scala, empresa do Grupo Stefanini especializada em Processos, Analytics e Inteligência Artificial, para um novo projeto. A estratégia utiliza as tecnologias oferecidas pela solução OptiMax, para proporcionar uma visão de planejamento altamente otimizada.

A parceria iniciou em novembro de 2022, na fábrica de Cruzeiro, interior de São Paulo, após a prova conceito (PoC) aplicada pela Scala ter contribuído no escopo e nos critérios de sucesso esperados pela multinacional. O projeto apresenta uma perspectiva abrangente de gestão, antecipando as necessidades da Maxion em toda a jornada da cadeia de suprimentos, aprimorando a capacidade de planejar - de forma eficaz - as operações de compra e estoque de matérias-primas, por meio da solução OptiMax, que se baseia na tecnologia da IBM.

A solução, impulsionada por algoritmos de otimização, é baseada em princípios de pesquisa operacional e programação linear, e adota uma metodologia que explora as melhores combinações de suprimento, respeitando lista de materiais para atender à produção das peças utilizadas na fabricação de produtos finais via as ordens de produção.

“Os benefícios desse projeto são notáveis. Otimizar o custo logístico total, ou seja, a soma dos custos de aquisição, frete, estadia, beneficiamento, é um dos resultados mais destacados. Além disso, a utilização da tecnologia IBM na nuvem garante que nossa infraestrutura seja usada de maneira mais eficiente, permitindo escalabilidade para outras regiões onde a Maxion possui filiais”, comenta Danielle Franklin, diretora da Scala.

Com a primeira fase concluída, a Maxion já conta com decisões de compras mais assertivas que determinam quantidades, períodos ideais e antecipações. Para a segunda etapa, a equipe da Scala trabalha na implementação da configuração das ordens de produção no sistema de gestão da SAP, que aprimorará ainda mais a eficiência operacional e a capacidade de atender às demandas dinâmicas do mercado.

“A parceria entre a Iochpe-Maxion e a Scala está impulsionando nossa empresa em direção a um futuro mais eficiente. Para este projeto, estamos prevendo o retorno do investimento em 18 meses. Estamos entusiasmados com as perspectivas futuras e confiantes de que esta colaboração estratégica continuará gerando benefícios significativos para ambas as partes”, ressalta Daniel Magalhães, gerente de logística da Iochpe-Maxion e responsável pelo projeto.


Solução da Scala para Banco Modal traz ainda mais eficiência e segurança no atendimento ao cliente

Com aplicações de observabilidade baseadas na tecnologia Dynatrace, o banco conta com análises automatizadas por IA, que garantem redução de custos e mais agilidade.

 

São Paulo, março de 2023 - Em um mundo cada vez mais digitalizado, a agilidade e a segurança dos processos são exigências do mercado, principalmente quando se trata de instituições financeiras que precisam oferecer soluções ágeis e um excelente atendimento ao cliente. Com o objetivo de aprimorar suas práticas de observabilidade, o Banco Modal, ecossistema completo de bem-estar financeiro, estabeleceu uma parceria com a Scala, empresa do Grupo Stefanini especializada em Processos, Analytics e Inteligência Artificial. Por meio da tecnologia Dynatrace, a operação do banco foi aperfeiçoada para garantir ainda mais eficiência e segurança para seus clientes.

Prestes a completar dois anos em abril, o projeto da Scala cobre todas as aplicações e serviços críticos da empresa, como internet banking, investimentos e PIX, sendo operada pela equipe do Banco Modal. A solução traz indicadores e análises automatizadas por inteligência artificial, reduzindo a dependência de escalonamento de pessoas, impactando os processos e forma de trabalhar. Ao observar as diferentes tecnologias do cliente em um sistema, a solução facilita a comunicação entre as equipes e fornece indicadores precisos para suportar a tomada de decisão.

A Dynatrace apresenta benefícios como a cooperação baseada em dados, fornecendo informações precisas para entender a relação de impacto da tecnologia no negócio e na qualidade do serviço. Além disso, permite que o time de negócio se baseie na experiência dos consumidores, enquanto a equipe de infraestrutura pode ter uma visão ampla da saúde geral, com métricas específicas de cada camada tecnológica, que são cruciais para o dia a dia. Outro fator de destaque é a visão clara para a operação, possibilitando a identificação rápida e precisa de onde os problemas estão ocorrendo e quais serviços estão sendo impactados. Dessa forma, é possível garantir que os Acordos de Nível de Serviços (SLAs) e outros índices de performance cruciais para a qualidade do serviço ao cliente sejam cumpridos.

"Estamos satisfeitos com a parceria com o Banco Modal e com os benefícios que a solução traz para a transformação do modo de trabalhar da TI", diz Danielle Franklin, diretora da Scala. "Com uma compreensão mais precisa dos dados, menos incidentes de desempenho e tempo de resolução mais rápido, as equipes podem melhorar a eficiência e assegurar a excelência no atendimento prestado”, completa.

Para o Banco Modal, a contratação da solução da Scala foi motivada pela necessidade de um monitoramento eficaz do ambiente de infraestrutura. Com isso, a instituição adotou uma nova postura em relação aos incidentes, fazendo uso da Dynatrace para garantir uma observabilidade completa do ambiente, sendo possível identificar desde o início os primeiros percentuais mínimos de falhas e alterações no tempo de resposta dos serviços, indicando inclusive qual servidor está sendo afetado.

“A Dynatrace se mostrou uma ferramenta valiosa não só em incidentes, mas também em outras áreas. Conseguimos, por exemplo, identificar gargalos em aplicações e sistemas, permitindo que sejam refinados antes do deploy em produção. Usamos na monitoração da performance das APIs, onde foi detectado um tempo de resposta que poderia ser melhorado. As equipes de desenvolvimento foram acionadas e priorizaram essa otimização, resultando em uma melhora de 30% no desempenho da API em um mês”, comenta Edgar Zattar, Diretor de Tecnologia Modal.

Com a utilização da solução, a instituição alcançou outros diversos resultados positivos. Houve uma melhoria no indicador de disponibilidade do banco, devido à fácil visibilidade dos dashboards e à atuação precisa antes mesmo do incidente ocorrer. Além disso, os desenvolvedores conseguem visualizar diretamente os logs das aplicações, sem precisar solicitar chamados para outros times. Há também painéis de health check dos principais serviços do ambiente do banco e monitoração sintética, que permitem identificar tela de erro em sistemas antes mesmo da sinalização do usuário.

Para saber mais, confira o depoimento do Edgar Zattar Dominoni Neto, Diretor de Tecnologia do banco, e veja como o nosso serviço está sendo primordial para a empresa do segmento financeiro aprimorar as suas operações e o relacionamento com os seus clientes.

https://www.youtube.com/watch?v=UDTtsGhVOi0&t=34s


Co-Empreendedorismo: Scala e VR uma parceria de longa data!

Empreendedorismo é a capacidade que uma pessoa tem de identificar problemas e oportunidades, desenvolver soluções e investir recursos na criação de algo positivo para a sociedade.
E o co-empreendedorismo entre a Stefanini e os seus clientes vem de encontro com o movimento de contribuir e se complementar para a formação de uma proposta de valor em comum. Esse DNA mão na massa reforça o compromisso que temos com as empresas que acreditam no nosso trabalho.

Renato Teixeira, MSc  Diretor Executivo da VR Beneficios, compartilhou com a gente como é a experiência de co-empreendedor e trabalhar em parceria com Scala e o Grupo Stefanini.

Confira o depoimento completo no vídeo abaixo!

https://www.youtube.com/watch?v=GllOI3AEiFA

#Scala #StefaniniBrasil #StefaniniGroup #Analytics #IA #Coempreendedorismo


VR amplia análise de dados em seu cardápio e ganha agilidade nos serviços oferecidos

Com parceria da Scala, focada em Analytics, o Grupo VR consolidou
a nova plataforma da marca orientada a dados.
 

São Paulo, outubro de 2022 – Como explorar toda a capacidade dos milhões de dados disponíveis e extrair deles ‘capital’ para alavancar os negócios? Que tipo de evolução é imprescindível realizar para entender e utilizar, da melhor forma, o poder dos dados em uma operação dentro de uma grande organização? A partir dessas questões, a VR buscou uma parceria com a Scala, empresa do Grupo Stefanini especializada em Processos, Analytics e Inteligência Artificial aplicada para otimizar resultados, e iniciou, em 2020, sua jornada bem-sucedida para se tornar uma empresa data-driven, ou seja, com orientação direcionada a um grande repositório de dados com acesso direto de todas as empresas do Grupo. E os resultados são inúmeros.

Entre os desafios superados estão garantir uma base de dados única e confiável, promover a migração, de forma escalável, da arquitetura de dados on-premise para a cloud (com a incorporação de soluções Microsoft Azure), construir um novo pipeline do zero, incluindo a criação de uma nova área de dados, além de consolidar todos os dados em um data lake organizado e com governança. Tudo isso, seguindo as rigorosas regras de visualização de dados para cada empresa do grupo. E o que surgiu a partir desses pontos elencados foi uma nova plataforma completamente robusta e dinâmica, desenvolvida com sistemas de Business Intelligence (BI), Engenharia de Dados, Infraestrutura, DevOps, Ciência de Dados Aplicada e Governança de Dados.

 

Os resultados já são sentidos a partir dos dados confiáveis e precisos especialmente para apoiar nas decisões rápidas a serem tomadas, no atendimento a casos em tempo real, a partir de um ambiente de analytics forte, ágil e poderoso, capaz de gerar modelos analíticos mais avançados e elaborados.

Nessa parceria a Scala apoio com todo seu conhecimento técnico e ampla experiência da empresa em arquitetura e estruturação de dados. Agora, todas as empresas do Grupo VR (VR, PontoMais, Globall Points e Audaz) acessam, de forma amigável e intuitiva, o repositório em uma mesma base de dados, de acordo com as permissões de acesso determinadas pela governança estabelecida pelo Grupo.

Na rotina frenética de atuação da VR, foi possível entender a jornada dos principais envolvidos nas operações de trabalho como, por exemplo, no trato com estabelecimentos comerciais, agilizando na geração de reembolsos, fechamentos de guias, orientação a novos serviços, entendendo, a partir dos dados selecionados, o perfil do estabelecimento e proporcionando uma abordagem ativa por parte da equipe de atendimento da VR. O ganho incremental foi bastante sólido e significativo.

A implementação também tem trazido mais flexibilidade aos mais de 3 milhões de clientes, uma vez que a companhia conseguiu reunir seus milhares de dados, aprimorando a análise das informações de seus serviços, e facilitando a jornada do trabalhador, tanto em suas compras no supermercado quanto em alimentação em restaurantes. “Nosso objetivo é ampliar essa jornada digital em todas as frentes dos nossos negócios. E ter maior maturidade nessa área de análise de dados trará insights fundamentais para identificarmos as principais necessidades em nossa área de atuação”, afirma Renato Teixeira, diretor-executivo de Produtos e Plataformas as a Service da VR.

O nosso relacionamento construído com a VR ao longo de projetos anteriores nos deu aval para abraçar essa implementação grandiosa, que, sem dúvida, impactará de forma positiva e definitiva para projetar o Grupo para um maior crescimento”, destaca Filipe Cotait, diretor de TI da Scala. “A consolidação e organização dos dados são essenciais para a transformação do negócio nas empresas”, finaliza Cotait.


Unimed Fortaleza amplia parceria com a Scala durante a pandemia em busca de mais agilidade e segurança

Por meio da parceria com a empresa do Grupo Stefanini, a cooperativa priorizou uma política de backup com segurança integrada para proteção dos dados dos pacientes. 

 

São Paulo, fevereiro de 2022 – Com base em uma parceria sólida que se estende desde 2015, a Unimed Fortaleza decidiu utilizar a expertise da Scala, empresa do Grupo Stefanini, para estruturar uma nova política de backup de suas informações com a utilização de segurança integrada. A medida, que já estava nos planos da cooperativa, foi acelerada durante a pandemia diante da criticidade dos dados e da necessidade de proteção integral das informações dos pacientes.  

“Nosso principal objetivo era otimizar o modelo de governança corporativa, garantindo aos nossos processos mais agilidade e segurança, especialmente em um período desafiador para a sociedade. Por já ter projetos anteriores bem-sucedidos com a Scala, escolhemos a empresa para nos apoiar neste momento de transformação digital”, afirma Fabricio Diógenes, que até fevereiro deste ano atuou como superintendente da instituição e foi responsável pela liderança do projeto. 

Para atingir seus objetivos, a cooperativa contratou a solução de Backup – IBM SPECTRUM da Scala, que permite atender todas as necessidades de backup/restore e archive/retrieve dos dados dos clientes. Com essa ferramenta, é possível aumentar a capacidade para gerenciar bilhões de objetos por servidor de backup e diminuir os custos da infraestrutura.  

“Temos um desafio porque, ao mesmo tempo em que precisamos ter um controle dos custos, é preciso garantir um atendimento de excelência ao cliente. Por isso, quando falamos em reduzir não é cortar por cortar, é controlar de forma racional. Com a contratação da solução da Scala, conseguimos fazer isso de forma eficiente, que, além de trazer bons resultados financeiros, otimiza o trabalho das equipes, trazendo mais agilidade e segurança”, destaca Diógenes. 

O projeto foi implementado por uma equipe de cinco profissionais. “Com a solução ativa, a equipe de tecnologia da Unimed Fortaleza consegue redirecionar suas atividades para o negócio, cumprindo as diretrizes estratégicas da empresa. Essa otimização reduz tempo e consegue trazer vantagens indiretas para todas as equipes da cooperativa”, conta Poliana Falcão, gerente de Negócios da Scala.  

No ano passado, a cooperativa registrou um faturamento de quase R$ 3 bilhões, reforçando sua posição de liderança em Fortaleza. Com uma rede própria de atendimento, a Unimed Fortaleza  conta com cerca de 340 mil clientes. “Além de trabalhar na expansão da base de clientes, nossa meta é  otimizar cada vez mais a dinâmica de atendimento por meio da tecnologia de ponta aplicada aos negócios. Os resultados já são notáveis e esperamos que a longo prazo eles sejam ainda mais expressivos, priorizando sempre a governança e a experiência do paciente”, finaliza Fabricio Diógenes.  


Plataforma de monitoramento, implementada pela Scala, gera melhor experiência aos clientes da Estapar

A solução Dynatrace SaaS auxilia o processo de identificação e resolução das principais ocorrências no ambiente tecnológico

São Paulo, julho de 2021 – A Scala, empresa do Grupo Stefanini especializada em Processos, Analytics e Inteligência Artificial aplicada a negócios, em parceria com a Estapar, hub de mobilidade urbana, criou uma plataforma de monitoramento e controle de informações, como o serviço de administração das vagas de estacionamento rotativo da Zona Azul de São Paulo, o Cartão Azul Digital (CAD), por meio do aplicativo Estapar Nova Zona Azul – SP, disponível para sistemas Android e iOS.

Com a implementação da plataforma de monitoramento Dynatrace SaaS, a equipe de consultores da Scala promoveu a produtividade e agilidade na identificação e resolução das principais ocorrências desse tipo de serviço oferecido, com acesso a todo o processo transacional, como reserva da vaga, identificação do número de placas do veículo, pagamento, entre outros pontos da transação digital em curso, atendendo a complexidade e visão do negócio, com o objetivo direto de garantir a melhor experiência ao usuário da Estapar. 

“Investimos no melhor em tecnologia para que possamos oferecer aos usuários mais agilidade e acesso as funcionalidades do aplicativo. Além disso, por meio dele é possível identificar a disponibilidade de vagas em tempo real, otimizando o tempo de circulação do usuário nas ruas, que terá mais facilidade para encontrar um local seguro e correto para estacionar”, afirma André Iasi, CEO da Estapar.

O processo foi implementado em junho de 2020 e os benefícios e resultados gerados para a empresa foram maior agilidade nos serviços executados, mais qualidade na entrega e melhor experiência de uso para o cliente, aumentando, assim, os índices de satisfação. Após um ano, o usuário tem adquirido slots de serviços de acordo com a necessidade do sistema em operação.

“Nosso objetivo e prioridade é sempre implementar o uso de tecnologia para ajudar a maximizar os resultados dos nossos clientes. Essa foi a premissa neste importante projeto da Estapar, onde já temos um relacionamento estabelecido e bem-sucedido”, explica Filipe Cotait, diretor de TI da Scala.

 

 


CEPEL desenvolve ferramenta para cálculo de preço horário para o setor elétrico

O DESSEM é um modelo de otimização que adota um solver de programação matemática para resolução do problema de despacho 

Para oferecer ao consumidor informações exatas e em tempo real sobre o consumo de energia, as utilities precisaram investir em novas tecnologias e se adequar aos novos procedimentos de medição e leitura. Só assim seriam capazes de cumprir a Resolução Normativa Aneel nº 863/19, em vigor a partir de janeiro de 2021.  

Desde junho, a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) vem promovendo o desenvolvimento e implementação na Plataforma de Integração, com funcionalidade destinada à realização da coleta de dados de medição por meio da infraestrutura própria das distribuidoras. 

O Centro de Pesquisas de Energia Elétrica (CEPEL), que tem entre as suas atividades a concepção e o fornecimento de soluções tecnológicas especialmente voltadas à geração, transmissão, distribuição e comercialização de energia elétrica no Brasil, tem desenvolvido e aprimorado há mais de duas décadas um modelo de otimização para a programação diária da operação de sistemas elétricos (DESSEM).  

Os mais recentes aprimoramentos no modelo, especialmente com a introdução de restrições envolvendo variáveis inteiras, fez com que o Centro fosse em busca de um solver de otimização que pudesse ser acoplado ao DESSEM, de forma a viabilizar a resolução do complexo problema de otimização inteira-mista modelado pelo programa. Após avaliação de algumas alternativas, o CEPEL optou pela solução da IBM denominada IBM ILOG CPLEX, cuja implementação no modelo DESSEM foi suportada pela Scala, empresa do Grupo Stefanini. 

O DESSEM é um modelo de otimização para a Programação Diária da Operação (PDO) de sistemas hidroterm-eólicos de energia elétrica, considerando a modelagem das restrições de unit commitment das unidades termoelétricas de ciclo simples ou combinado, uma modelagem DC da rede elétrica com restrições de segurança e uma modelagem detalhada das usinas hidrelétricas em cascata.  

Por meio do acoplamento do IBM ILOG CPLEX, que utiliza algoritmos para solucionar problemas matemáticos, o modelo CEPEL foi capaz de resolver o problema de otimização inteiro-misto em um tempo computacional viável, permitindo que o Operador Nacional do Sistema (ONS) utilizasse a ferramenta para o despacho oficial da operação do sistema elétrico brasileiro, o que vem ocorrendo desde janeiro de 2020. Também possibilitou à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) utilizar a ferramenta para determinação do preço horário, o que ocorre a partir de janeiro de 2021. Como ambos os processos são realizados diariamente pelas instituições, há a exigência de adoção de soluções com alta qualidade e um tempo computacional bastante reduzido. 

A Scala, empresa especializada em Processos, Analytics e Inteligência Artificial aplicada a negócios, foi escolhida para viabilizar esse projeto por alcançar os melhores resultados nas rodadas de testes. Com a solução contratada, que analisa mais de 500 mil variáveis, o CEPEL conseguiu chegar a um tempo de processamento mais rápido e à reprodutibilidade, ou seja, assegurou o mesmo resultado em todas as rodadas – uma prerrogativa para o modelo de negócios. Dessa forma, garantiu exatidão às medições, que são capazes de estipular com precisão o valor até a 13ª casa decimal. 

“Foram feitas várias rodadas de testes a fim de aperfeiçoar cada vez mais os resultados oferecidos pelo CPLEX. Montamos um time de especialistas que suportou os testes de homologação na força tarefa realizada pela CEPEL, CCEE e Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), para que o software atendesse todos os requisitos previamente definidos – tempo de execução e reprodutibilidade, até que a solução ideal fosse encontrada e implementada”, destaca Cristiane de Oliveira Pinto, gerente de negócios da Scala.  

A reprodutibilidade foi alcançada a partir de uma solução proposta pela CCEE, a AVX, para a execução do DESSEM com o CPLEX. André Diniz, chefe do Departamento de Otimização Energética (DEA) do CEPEL que acompanhou todo o processo de validação, aquisição e implementação da ferramenta, conta que o suporte técnico dado desde o início do projeto foi um diferencial para a escolha. 

“Foi um longo processo até conseguirmos chegar aos resultados que desejávamos com a adoção de um solver de programação inteira-mista, devido ao elevado porte do problema resolvido pelo modelo DESSEM. O CEPEL desenvolveu uma estratégia iterativa de resolução do problema, que inclui técnicas avançadas de programação inteira e que, aliadas à qualidade do CPLEX e ao esforço no ajuste de parâmetros do pacote, resultou na obtenção de uma solução bastante robusta.  A Scala se mostrou disposta a dar o suporte necessário nesse último aspecto para viabilizar a utilização do solver CPLEX do DESSEM. Provou a competência do produto sem medir esforços, com uma equipe altamente especializada, o que foi importante no processo de adoção da solução como o solver oficial do modelo DESSEM”, diz Diniz.  

O setor elétrico conta com inúmeros agentes – empresas geradoras, transmissoras e comercializadoras de energia elétrica – interessados em utilizar o modelo DESSEM. O fato de o CPLEX ter sido adotado pelo CEPEL para a otimização matemática do modelo DESSEM faz com que a maioria dessas empresas adquira a solução da IBM, comercializada pela Scala, como pré-requisito para o funcionamento do modelo, que tem como princípio básico coordenar a operação das usinas hidrelétricas, termoelétricas e eólicas, de forma a produzir uma solução com menor custo de geração térmica e, principalmente, garantindo a segurança operativa do sistema, dos pontos de vista elétrico e energético. 

“Desde o final do ano passado, vários agentes do sistema estão adquirindo o modelo DESSEM. Há ainda uma série de empresas interessadas, uma vez que a operação oficial do modelo começa a partir de 1º de janeiro de 2021. A tendência é que tenhamos uma demanda grande de novas implementações ao longo do tempo”, afirma José Carlos Pires, CEO da Scala.  

Uma vez que o CPLEX é acoplado ao DESSEM, não tem existido mais a necessidade de novas parametrizações nas versões mais recentes do modelo, o que torna as novas implementações mais simples. “É essencial que as empresas busquem modelos de otimização rápidos que possam trazer melhoras significativas e resultados ao negócio”, explica Fabricio Lira, Líder de Dados e Inteligência Artificial da IBM. “Diversas indústrias estão passando pela transformação digital e o setor de energia não poderia ser diferente. Estamos felizes em ajudar o CEPEL em sua jornada, em especial neste projeto que trará benefícios na ponta, diretamente ao consumidor”, conclui.