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Machine Learning: quando usar? Sua empresa está preparada?

Quase todos os processos de negócios orientados por dados podem ser aprimorados com ferramentas de Machine Learning: segmentação de clientes, marketing personalizado, classificação de textoson bording de novos usuários, análise e prevenção de fraudes, entre tantos outros exemplos de uso. Mas há um fator importante que determina o sucesso dessa empreitada: é preciso um volume grande de dados para que a ferramenta de Machine Learning aprenda e, então, execute tarefa de forma autônoma.  

O aprendizado de máquina reúne ferramentas que “aprendem” a tomar uma decisão baseadas em exemplos, e não a partir de uma programação específica. Portanto, é preciso fornecer esses exemplos.  

Numa empresa de seguros, por exemplo, os segurados apresentam fotografias dos danos ocorridos, seja um amassado no carro, um vidro quebrado, um motor fundido etc. Antes da automação, uma pessoa deveria olhar foto por foto, milhares delas, para assegurar que o acidente de fato ocorreu 

Para o olho humano, é fácil entender um amassado na lataria. Mas, para uma máquina, será preciso milhares de imagens, em ângulos diferentes, com iluminação diferente, foco e distância, para que ela consiga aprender e distinguir a lataria amassada de, digamos, um latão de lixo. Porém, uma vez que aprenda, a máquina será capaz de executar a tarefa de forma incrivelmente mais rápida e precisa do que o homem, analisando milhares de imagens em segundos.  

Machine Learning, portanto, é uma ferramenta boa e que traz enorme impacto na empresa quando há volumes grandes de dados rotulados, de forma que os algoritmos possam aprender com eles. 

 

SUA EMPRESA ESTÁ PREPARADA?  

Eis algumas perguntas que você precisa responder antes de implementar um projeto de Machine Learning: 

  1. Seu projeto tem objetivos claros? Mesmo que seja um experimento, deve haver uma meta de negócios final que realmente importe e justifique os esforços.  
  1. Você definiu se o projeto de Machine Learning deve reduzir custos ou aumentar a receita?  Um projeto bem-sucedido reduzirá os custos, aumentará a receita ou ambos  
  1. Como o sucesso será medido? Cada projeto é diferente e será preciso estabelecer o KPI para avaliar seu impacto na organizaçãoAs métricas podem ser o número de horas gastas em uma tarefa, o número de erros, o engajamento de novos usuários, unidades vendidas etcPara essa medição, é preciso entender os dados de entrada de forma a aplicar os algoritmos adequados.  
  1. Sua organização está coletando os dados certos? Algoritmos de Machine Learning não fazem milagre. Eles precisam de grande volume de dados para funcionar, dados especificados e rotulados, para que o algoritmo possa analisá-los, compará-los e aprender com eles.  

 

SOLUÇÃO INDICADA 

O IBM Watson Machine Learning facilita a colaboração de desenvolvedores e cientistas de dados para integrar recursos preditivos a seus aplicativos. Desenvolvido na plataforma de análise SPSS da IBM, o Watson Machine Learning permite desenvolver aplicativos que tomam decisões mais inteligentes, resolvem problemas difíceis e melhoram os resultados do usuário. Desenvolver aplicativos de negócios inteligentes com mais facilidade e confiança 

Saiba mais, confira o vídeo:

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Para suas demandas de Machine Learning e de Inteligência Artificial, é bom poder trocar ideias com especialistas. Na Stefanini Scala eles estão à sua disposição.   


cognitiva

A onda cognitiva e suas ferramentas eficientes, rápidas e intuitivas

Até bem pouco tempo atrás, máquinas executavam ações comandadas por softwares e era preciso escrever esses softwares, algo que poderia levar meses entre desenvolvimento e testes. Com a computação cognitiva e o aprendizado de máquina, não é preciso ser um especialista em Machine Learning nem é preciso criar softwares específicosA máquina aprende sozinha, a partir de exemplos. É rápido, fácil, sem que seja preciso escrever uma única linha de código.  

Plataformas cognitivas têm interface de usuário intuitiva. Anotações, feitas para ensinar a máquina, são tão simples quanto destacar palavras com caneta marcadora de textos em seus documentos. E o resultado é eficiente e surpreendente Eis um exemplo de como se dá o reconhecimento de textos escritos.  

 

 

Análise feita por aplicações tradicionais: 

 

 

Análise do Watson Knowledge Studio:

 

 

A diferença entre a primeira e a segunda análise é brutal, resultado de avanços consideráveis na computação cognitiva. O modelo de anotação para o treinamento de Machine Learning do Watson é capaz de fazer uma análise muito mais detalhada e sofisticada do que o conseguido por aplicações tradicionais. A análise é mais precisa, assertiva, uma automação que de fato vale a pena.  

Com a mesma facilidade e eficiência, a computação cognitiva também propicia a tradução de textos para diferentes línguas, com entendimento do contexto e não apenas a tradução de palavras ao pé da letra; a conversão de textos escritos para falados e vice-versa; o reconhecimento de imagens e reconhecimento facial.  

Tarefas humanas não são mais uma exclusividade do homem. Máquinas estão aprendendo a aprender. E as empresas que embarcarem nessa viagem cognitiva estão sedimentando suas bases no futuro, pois é por esse caminho que as empresas mais competitivas estão seguindo.  

 

SOLUÇÕES PARA SUA EMPRESA 

IBM Watson, plataforma de Inteligência Artificial da IBM, conta com diversas APIs que facilitarão muito o trabalho em sua empresa.  Eis algumas delas:   

Knowledge Studio – Aplicativo que permite aos usuários treinar o Watson para entender nuances lingüísticos de um domínio específico do setor. Ótimo para melhorar radicalmente a anotação de texto. 

Watson Assistant – Permite que você construa interfaces de conversação em qualquer aplicativo, dispositivo ou canal. 

Speech to Text – Transcrição de áudio em texto escrito.  

Text to Speech – Converte o texto escrito em fala/discurso. 

Language Translator – Converte textos de uma língua para outra. Customize terminologias específicas. Transforme notícias de todo o mundo para o idioma de seus clientes! 

Reconhecimento visual – Classificação e detecção de imagens, inclusive para reconhecimento facial.  

Para suas demandas de Inteligência Artificial, conte com especialistas da Stefanini Scala. Eles estão à sua disposição.   


Na Pré-sal Petróleo, sistema agiliza a validação de dados e controle de custos

A Pré-sal Petróleo (PPSA), estatal que representa os interesses da União nos contratos de partilha de produção de pré-sal, passou a realizar a gestão de forma digital, com validação de dados de controle de custos, produção e estoques.

O Sistema de Gestão de Gastos de Partilha de Produção (SGPP), como é chamado, teve sua licitação ganha pela Stefanini Scala ainda em 2018 e estará totalmente implantado em setembro de 2019.

CONTROLE DE CUSTOS E PRODUÇÃO

O programa reduz o tempo gasto em atividades de validação de dados e informações prestadas pelos operadores, como os custos com a compra de equipamentos, prestação de serviços, mão de obra, custos de perfuração. Além disso, permite o acompanhamento das operações e da produção de cada consórcio e a verificação de estoque de petróleo e volume de gás natural de cada campo operado em regime de partilha.

As empresas operadoras dos consórcios alimentam diretamente os dados no sistema, resguardando a segurança e a integridade da informação de cada projeto. Pela plataforma, a PPSA poderá acompanhar simultaneamente o desempenho de cada consórcio e calcular os volumes de produção de petróleo e gás, além de fazer comparações de custos praticados por cada fase de projeto.

AGILIDADE

Segundo André Onofre, gerente de TI da PPSA, em declaração prestada ao jornal Valor Econômico (foto), a rotina de validação de dados de uma planilha fornecida por um operador levava cerca de dois dias para ser validada. Agora, com o novo sistema, isso ocorre em 40 segundos.

O sistema já vem sendo usado pela Petrobrás e Shell. Agora, a PPSA está preparada para novas demandas e maiores volumes de dados, o que deve ocorrer em novembro, quando estão marcados leilões de excedentes.

SOLUÇÕES UTILIZADAS

IBM BPM - Business Process Manager
IBM ODM - Operational Decision Manager

Saiba mais sobre estas soluções, clicando aqui

 


85% das empresas não estão prontas para atender a LGPD

Estivemos presentes no IBM Think 2019, em São Paulo, um dos mais importantes eventos sobre tecnologia, com muita informação sobre tendências e soluções. E a Stefanini Scala apresentou sua expertise relativa a LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados, que deve vigorar a partir do próximo ano.

A palestra foi conduzida por Daniel Reis, head de Analytics. Daniel revelou que na Europa, onde a lei de proteção de dados GDPR está em vigor, metade das empresas foram alvo de algum tipo de ação regulatória por não estarem totalmente adequadas.

Aqui no Brasil, a situação parece seguir pelo mesmo caminho, com empresas despreparadas para atender as exigências da nova lei. Segundo dados da Serasa Experian, em levantamento de Agosto de 2019, 85% das empresas declararam que não estão prontas para atender a LGPD.

ABORDAGEM AMPLA

A LGPD envolve muitos aspectos, tanto jurídicos, quanto de TI, de processos e governança. É preciso uma abordagem ampla para estar em conformidade.

Por isso, a oferta da Stefanini Scala engloba várias etapas, incluindo o entendimento dos processos e sistemas de captura de dados adotados, o mapeamento desses dados, a estratégia de comunicação, de governança, anonimização, higienização e descarte de dados; as rotinas de auditoria e, por fim, a prevenção a incidentes e das ações a serem tomadas após um eventual vazamento de dados ou utilização ilegal desses dados.

É um trabalho extenso, feito dentro de um cronograma pré-estabelecido, com profissionais especializados. E sob medida, já que empresas são diferentes e precisam de soluções específicas que realmente atendam suas necessidades.

Saiba mais sobre LGPD, clique aqui!


Conquistamos a certificação Great Place To Work

A Stefanini Scala, a IHM Stefanini, com foco em engenharia e tecnologia para segmentos industriais, e a Orbitall, especializada em Serviços de Contact Center e Processamento de Meios de Pagamento, ventures do Grupo Stefanini, conquistaram a certificação Great Place To Work 2019. O GPTW avalia o clima organizacional e as melhores práticas de gestão de pessoas.

De acordo com o Braulio Lalau de Carvalho, CEO da Orbitall, os resultados mostram a importância de alinhar os anseios da companhia com os dos colaboradores, traçar objetivos e buscar melhores resultados, tanto para a empresa quanto para as equipes e seus líderes. “Mas não basta apenas ter reuniões de feedback esporádicas com seu time", diz. "O bom gestor é aquele que está próximo do dia a dia da empresa, fornecendo dicas contínuas para suas equipes, dando espaço para o diálogo que, por sua vez, impulsiona o crescimento dos colaboradores”.

Recentemente, a Orbitall passou a adotar o uso de patinetes para que os funcionários possam circular pelos corredores e espaços livres da companhia. A iniciativa busca estimular um ambiente de trabalho leve, lúdico e ainda mais colaborativo.

AMBIENTE CONECTADO

O programa de certificação GPTW permite, por meio de uma ferramenta on-line de pesquisa, a medição de forma prática da percepção dos funcionários em relação à empresa. “As pessoas aqui têm vontade de vir para o trabalho, os funcionários gostam de trabalhar em um ambiente conectado e com perspectivas reais de crescimento”, diz Filipe Cotait, diretor de tecnologia da Stefanini Scala.

“Aqui, os líderes incentivam ideias e sugestões e as levam em consideração nas rotinas de trabalho, confiando nos colaboradores que fazem um bom trabalho sem precisar vigiá-los”, diz Gustavo Brito, diretor de Digital Industry da IHM.

Segundo o GPTW, ao transformar a qualidade dos ambientes de trabalho, é possível transformar os valores e a maneira com que as pessoas se relacionam dentro e fora da empresa, contribuindo para a melhoria da sociedade como o todo. “Temos foco em gente, proporcionando um ambiente de trabalho harmonioso, onde os colaboradores se sintam bem em estar todos os dias. Acreditamos que promover uma boa relação entre as pessoas possibilita a criação de vínculos importantes que gera um ambiente sadio e produtivo”, finaliza Carla Alessandra de Figueiredo, gerente executiva de RH do Grupo Stefanini Brasil.


Unimed Fortaleza ganha mais agilidade com a automação de tarefas por RPA

A Unimed Fortaleza ganhou 36 horas semanais e 146 horas mensais para que seus colaboradores se dediquem a tarefas mais estratégicas. A operadora de planos de saúde automatizou processos com Robotic Process Automation (RPA) de forma a acelerar suas atividades rotineiras.

Com o uso do RPA, a Stefanini Scala criou para a Unimed Fortaleza processos de automação por meio de interações automatizadas em vários sistemas, funcionando com a infraestrutura de TI já existente no local. A solução foi implementada rapidamente, eliminando falhas e direcionando os funcionários para tarefas mais nobres, que agregam maior valor à unidade da Unimed Fortaleza.

“Obtivemos resultados expressivos dentro da organização, conseguimos ganhar 36 horas semanais e 146 horas mensais para os colaboradores se dedicarem a tarefas mais estratégicas dentro da Unimed. Reduzimos o tempo em atividades no departamento de Recursos Humanos, áreas de Vendas e Tributária. Um dos principais exemplos é o ganho de 24h no processo de acesso ao site da prefeitura para realizar o aceite das notas das empresas que prestaram serviços para a Unimed, sendo que esse tempo passou a ser utilizado para executar outras demandas”, afirma Fabrício Diógenes, superintendente de TI da Unimed Fortaleza.

 

ÓTIMOS RESULTADOS

Outros exemplos são as áreas de Vendas e RH, que ganharam mais de duas horas em cada departamento, ao automatizar o processo para aquisição de uniformes dos colaboradores, coletar e unificar arquivos disponibilizados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e exportar resultados de forma muito mais simples.

Mirna Machado, diretora de Produtos da Stefanini Scala, ressalta que a Unimed Fortaleza investiu inicialmente em processos internos para mensurar resultados. “O projeto tomou projeção e abriu espaço para discussão em outras atividades, aumentando a produtividade de diversas áreas dentro da operadora de saúde, gerando mais resultados significativos para a unidade. O próximo passo é ampliar essa automatização integrado com Inteligência Artificial e assim abranger as regras de negócios do setor de saúde”, explica.

O RPA faz parte de uma automatização de processos, aliada a uma máquina que é capaz de realizar tarefas de maneira automática. No caso de automação, os robôs são as máquinas controladas por essa tecnologia, que envia e executa as tarefas a serem realizadas. O uso de RPA permite que o próprio robô – nesse caso, o software – se adapte a novas necessidades, situações e demandas. As empresas trabalham juntas há quatro anos nas operações de Backup, Licenças e Sustentação.

 


A onda cognitiva e suas ferramentas eficientes, rápidas e intuitivas

Até bem pouco tempo atrás, máquinas executavam ações comandadas por softwares e era preciso escrever esses softwares, algo que poderia levar meses entre desenvolvimento e testes. Com a computação cognitiva e o aprendizado de máquina, não é preciso ser um especialista em Machine Learning nem é preciso criar softwares específicos. A máquina aprende sozinha, a partir de exemplos. É rápido, fácil, sem que seja preciso escrever uma única linha de código.

Plataformas cognitivas têm interface de usuário intuitiva. Anotações, feitas para ensinar a máquina, são tão simples quanto destacar palavras com caneta marcadora de textos em seus documentos. E o resultado é eficiente e surpreendente. Eis um exemplo de como se dá o reconhecimento de textos escritos.

 

Análise feita por aplicações tradicionais:

Análise do Watson Knowledge Studio:

A diferença entre a primeira e a segunda análise é brutal, resultado de avanços consideráveis na computação cognitiva. O modelo de anotação para o treinamento de Machine Learning do Watson é capaz de fazer uma análise muito mais detalhada e sofisticada do que o conseguido por aplicações tradicionais. Com isso, a análise é mais precisa, assertiva, uma automação que de fato vale a pena.

Com a mesma facilidade e eficiência, a computação cognitiva também propicia a tradução de textos para diferentes línguas, com entendimento do contexto e não apenas a tradução de palavras ao pé da letra; a conversão de textos escritos para falados e vice-versa; o reconhecimento de imagens e reconhecimento facial.

Tarefas humanas não são mais uma exclusividade do homem. Máquinas estão aprendendo a aprender. E as empresas que embarcarem nessa viagem cognitiva estão sedimentando suas bases no futuro, pois é por esse caminho que as empresas mais competitivas estão seguindo.

COMPUTAÇÃO COGNITIVA PARA A SUA EMPRESA

IBM Watson, plataforma de Inteligência Artificial da IBM, conta com diversas APIs que facilitarão muito o trabalho em sua empresa. Eis algumas delas:

Knowledge Studio – Aplicativo que permite aos usuários treinar o Watson para entender nuances lingüísticos de um domínio específico do setor. Ótimo para melhorar radicalmente a anotação de texto.

Watson Assistant – Permite que você construa interfaces de conversação em qualquer aplicativo, dispositivo ou canal.

Speech to Text – Transcrição de áudio em texto escrito.

Text to Speech – Converte o texto escrito em fala/discurso.

Language Translator – Converte textos de uma língua para outra. Customize terminologias específicas. Transforme notícias de todo o mundo para o idioma de seus clientes!

Reconhecimento Visual – Classificação e detecção de imagens, inclusive para reconhecimento facial.

Para suas demandas de Inteligência Artificial, conte com especialistas da Stefanini Scala. Eles estão à sua disposição.


Empresas têm a oportunidade de passar de “orientadas por dados” para “guiadas por insights”. Inspire-se!

Nos dias de hoje, em que estamos rodeados de dados, uma solução de Inteligência Artificial capaz de entender e extrair valor de conteúdos de forma automatizada vem a calhar. Quer saber o que estão falando sobre um novo lançamento de sua empresa nas redes sociais? Quer saber qual o sentimento de quem escreveu, se estava zangado ou satisfeito? Quer estudar personalidades diferentes entre internautas de forma a oferecer produtos mais específicos?

Independentemente do setor, de sua base de clientes ou de seus desafios corporativos, a IA pode ajudá-lo a criar vantagem competitiva, aumentar produtividade e receitas. As soluções da AI podem se integrar a inúmeras práticas de negócios, agilizar os fluxos de trabalho, fornecer insights e enriquecer as tarefas diárias de muitos profissionais.

Com o advento da Inteligência Artificial e da análise avançada de dados, as empresas têm a oportunidade de passar de “orientadas por dados” a “guiadas por insights”. Para isso, precisam fazer bom uso dos dados não estruturados, como textos e documentos, o que representa um desafio que só pode ser alcançado com plataformas eficientes.

Líder segundo estudo da Forrester

Estudo conduzido pela Forrester Research em 2018 comparou diferentes plataformas de análise de conteúdo com base em IA. A avaliação levou em conta oito fornecedores e cada oferta foi testada e analisada segundo 22 critérios, agrupados em três categorias: oferta atual, estratégia e presença no mercado. Foram feitas, também, pesquisas com fornecedores, demonstrações de produtos e pesquisas de referência de clientes.

Três ferramentas da IBM foram avaliadas: Watson Discovery, Watson Explorer e Watson Natural Language Understanding. Elas foram classificadas em posição de destaque, atingindo nota máxima em 16 dos 22 critérios. Um diferencial importante da IBM na avaliação da Forrester foi a extração de conceitos complexos, como a demonstração de emoção, esforço e análise de intenção. Recebendo a maior pontuação possível em análises, abrangência e profundidade de funcionalidade e foco em nuvem, a IBM ficou em primeiro lugar no ranking geral, em Estratégia e Presença no Mercado, e na posição mais avançada do quadrante Líder.

Inteligência Artificial para sua Empresa

IBM Watson, plataforma de Inteligência Artificial da IBM, conta com diversas APIs que facilitarão muito o trabalho em sua empresa. Eis algumas delas:

Watson Discovery – Busca e análise de conteúdo de forma cognitiva, para identificação de padrões, tendências e insights para uma melhor tomada de decisões. Unifique dados estruturados e não estruturados, usando estratégias de raciocínio baseadas em Inteligência Artificial. Permita que a solução localize respostas pelo contexto da pergunta – não apenas as palavras nos documentos analisados.

Watson Explorer – Plataforma de análise de conteúdo que pode revelar tendências e padrões de dados não estruturados e estruturados. Ótimo para melhora a tomada de decisões e o atendimento ao cliente.

Watson Natural Language Understanding – Permite aos desenvolvedores extrair e analisar, com facilidade e rapidez, metadados a partir de textos não estruturados. A ferramenta oferece várias opções de enriquecimento para o processamento de linguagem natural, incluindo a incorporação de modelos personalizados. API facilmente incorporável, que analisa o texto para retornar entidades, palavras-chave, relacionamentos, sentimento geral e emoção de um documento e compreende nativamente o texto em treze idiomas.

Natural Language Classifier – Este classificador usa algoritmos de aprendizado de máquina. Você cria e treina um classificador e ele aplica essa classificação a novas entradas de dados. Uma mão na roda!

Tone Analyzer – Análise do tom do conteúdo. Ótimo para melhorar o relacionamento com cliente.

Personality Insights – Identificação de características de personalidade de pessoas em mídia social, dados corporativos ou outras comunicações digitais. Ótimo para entender perfis e ofertar produtos e serviços adequados.

Para suas demandas de Inteligência Artificial, conte com especialistas da Stefanini Scala. Eles estão à sua disposição.


Processos Digitais que apoiam a nossa jornada de Transformação Digital

Nunca se falou tanto em Transformação Digital. Para muitos, um mindset, em que os pensamentos e as atitudes das pessoas e das organizações já estão naturalmente alinhados com a promoção desta visão. Para outros, um mantra que precisa ser reforçado diariamente para que haja cada vez mais a compreensão de todos de que movimentos nessa direção são vencedores.

Forçosamente ou não, estudos recentes demonstram claramente que as organizações estão pensando desta forma cada vez mais. Há 3 anos, por exemplo, aspectos como aumento de produtividade e redução de custos representavam, respectivamente, cerca de 30% e 22% o mindset das organizações. Transformação Digital, apenas 12%. Atualmente, há uma feroz reviravolta nessa mentalidade. Tanto a redução de custos quanto o aumento de produtividade continuam na agenda das organizações, mas perderam relevância e são considerados em apenas 7% e 9%, respectivamente. Por outro lado, a Transformação Digital pulou para 50%!

Independente da maturidade envolvida, este é um caminho necessário nos dias de hoje e a maioria esmagadora das organizações precisam considerar, em algum grau, jornadas de transformação digital para que uma ou mais áreas do seu negócio possam se transformar e melhorar.

Por quê?

Bem, existem várias respostas para essa pergunta, mas é importante considerarmos 2 aspectos:

Concorrência e Oportunidade

Negócios tradicionais versus negócios digitais. Organizações tidas como “tradicionais” começaram, em sua grande maioria, com uma mentalidade muito focada na ideação do seu modelo de negócios, da sua cadeia de valor, e dos processos de negócio que sustentam os seus produtos e serviços. Os aspectos de tecnologia normalmente eram considerados acessórios à estratégia organizacional, e eram tratados de fato num segundo momento.

Organizações digitais já nascem com um viés exploratório de negócios, produtos, serviços, oportunidades e inovações que levam em consideração, desde o momento “zero”, as abordagens e capacidades tecnológicas disponíveis que mais se adequam ao seu propósito transformador. Em resumo, do ponto de vista tecnológico apenas, negócios digitais são acelerados exponencialmente pela exploração adequada da tecnologia, enquanto negócios tradicionais não contam com essa escalabilidade imediata, e acabaram se moldando com o passar do tempo em cima de tecnologias que não estavam tão alinhadas com o que as organizações e o mercado estão entendendo ser relevante neste momento.

Consumo, comportamento, demanda, agilidade, diferenciação, dentre outros, são aspectos que mudam a todo o momento, e antever e se (re)posicionar em tempo a respeito é mandatório quando falamos em enfrentar a concorrência ou nos engajarmos em novas oportunidades. É, no mínimo, uma questão de sobrevivência. Para uma gama cada vez maior de organizações, o seu driver de negócios. Podemos tirar como conclusão desta breve reflexão a necessidade que todas as organizações têm de se transformar para que possam continuar sendo relevantes, tanto para o mercado quanto para as pessoas. E isso só é possível com a mentalidade adequada e com o amparo tecnológico adequado.

Agindo sem medo

Por razões óbvias, a Transformação Digital é impreterível para as organizações que estão funcionando sob um viés tradicional. Sabemos que mudar algo que já está “estabelecido” ou “atendendo” é sempre muito delicado, mas caminhar na direção das melhorias se torna algo possível quando elas ocorrerem aos poucos, quando a mentalidade e as expectativas de todos estão alinhadas, e principalmente quando ocorrem em função da priorização do negócio.

Dentre as coisas que mais encorajam a mudança pelas organizações, está o fato de que esses movimentos todos não estão acontecendo somente pela “crença”. Quem vive no mundo real e tem a preocupação de entender como as coisas se realizam na prática, sabe que não há milagres. Neste sentido, colocar para rodar jornadas de transformação específicas, bem definidas, de preferência curtas, e que testam a viabilidade das inovações, servem para que a cultura de transformação da organização seja experimentada, disseminada e aprimorada cada vez mais.

Há um benchmarking cada vez maior de organizações, produtos e serviços que estão efetivamente se transformando e colhendo os benefícios dessas mudanças porque, além da mudança gradativa da sua mentalidade, as tecnologias e suas respectivas abordagens estão permitindo isso de fato.

Habilitando a transformação

Olhando de um ponto de vista tecnológico simples e objetivo, uma parte considerável de uma jornada de Transformação Digital pode estar associada à aplicação de capacidades digitais aos processos organizacionais que sustentam produtos e serviços, e consequentemente a sua cadeia de valor. Significa dizer que estes processos podem ser melhorados em termos de eficiência, valor para o cliente, gestão de riscos, ou mesmo para atender novas oportunidades de monetização.

Quando falamos de processos organizacionais, é inevitável falarmos de uma gestão por processos de negócio e da abordagem de BPM (Business Process Management). Uma gestão por processos está diretamente alinhada com uma mentalidade transformadora, orientada a mudanças, e que atua considerando que o que está funcionando hoje pode não estar adequado para o amanhã.

Ou seja, as coisas mudam, o mercado muda, o consumo muda, o cliente muda seu comportamento, os dados mudam, e os nossos processos de negócio precisam acompanhar todas essas mudanças. Um mindset organizacional transformador precisa estar amparado por abordagens e tecnologias que sustentam a transformação que o negócio quer realizar.

Encontramos no dia a dia diversas organizações que se enquadram em diferentes níveis de maturidade numa gestão por processos, desde os níveis mais embrionários baseados somente em documentação, até os que estão no estado da arte da automação. Há muito espaço para transformação, mas essa jornada precisa ser impulsionada pela organização e deve estar alinhada com a sua estratégia.

Processos digitais

Processos digitais envolvem o uso de uma série de capacidades e assets digitais que habilitam a escalabilidade de negócio das organizações. A ideia principal é transformar os processos de negócio a níveis extremos em termos de agilidade, eficiência operacional, redução de custos e otimização de operações. Essas capacidades (e assets) digitais podem representar a digitalização de diversas operações, serviços, funções, processos, ou mesmo plataformas que a organização adotou, amadureceu e disponibilizou ao longo do tempo. Com essas capacidades disponíveis digitalmente, processos de negócio podem orquestrá-las e consumi-las progressivamente, tornando-se cada vez mais digitais.

Existem muitas formas de irmos em busca da digitalização de processos, mas é importante considerarmos alguns aceleradores essenciais que trazem grande benefício aos processos de negócio, e podem ser avaliados e incorporados pela organização através de jornadas de transformação digital:

Canais digitais e modelos de negócios – Uso da mobilidade, monetização por meio de APIs, Blockchain, ativos alavancados…

Capacidades digitais – Automatização de processos, robotização de atividades humanas, gerenciamento de decisões, gerenciamento de conteúdos digitais, gerenciamento de dados mestre, machine learning, predição, cognição, insights analíticos…

Infraestrutura digital – Integração por meio de APIs, uso de uma arquitetura SOA, aptidão para interoperar em hybrid cloud, baixo desenvolvimento de código, DevOps…

Combinar as capacidades e os assets digitais que fazem sentido aos processos da organização é o fator chave. Significa pensar na utilização desses recursos visando escalar o negócio através da automatização e da automação.

Conclusão

Quando pensamos numa jornada de Transformação Digital voltada para a digitalização de processos, buscamos aumentar a agilidade da organização, aumentar a sua eficiência operacional, reduzir os seus custos de operação, e otimizar as suas operações sempre buscando o estado da arte. Obtemos isso essencialmente através da automatização e da automação.

Cada organização possui uma agenda exploratória de negócios, produtos, serviços, oportunidades e inovações. Nossa missão ao final desta agenda é estender os seres humanos com o apoio do trabalho digital para permitir que os negócios sejam escalados e alavancados.

 

Douglas Katoch, gerente de Pré Vendas da Stefanini Scala.

Como melhorar a proteção de dados críticos da sua empresa?

A segurança da informação é um dos tópicos mais discutidos na atualidade — e isso não acontece à toa. Afinal, muitas empresas precisam de proteção de dados críticos para ficar longe de inúmeras complicações.

Pensando na enorme relevância que o assunto tem, preparamos este conteúdo. Ao longo do texto, explicaremos o que configura esse tipo de dado, quais práticas devem ser evitadas e o que fazer para protegê-los de maneira efetiva.

No que consistem os dados críticos?

Basta uma simples navegação pela web para deixarmos uma série de rastros e informações perdidas pelo caminho. Quando um CPF ou um CNPJ são utilizados para comprar algo em um e-commerce, por exemplo, contribuímos para que outros vendedores saibam sobre nossas preferências e interesses gerais.

Pensando nesse fato e no contexto da transformação digital vivenciado por tantas organizações, os dados críticos representam uma pequena parcela de todas as informações que a sua empresa armazena. Apesar de não significar tanto em termos de quantidade, eles são as informações de maior valor, sem dúvidas — se caírem em mãos erradas, podem trazer prejuízos inestimáveis.

Podemos considerar como críticos todos os números, índices, documentos e relatórios confidenciais que estabelecem uma relação direta com os serviços prestados e/ou produtos vendidos pela organização: eles são determinantes para atividades centrais do negócio.

Infelizmente, desde que a internet foi criada e ganhou popularidade para os mais variados usos, tornou-se um ambiente propício para ações fraudulentas. Repare: não é tão raro assim ouvir notícias sobre vazamento de dados pessoais e empresariais. Isso acontece porque há diversos interesses em torno desse tipo de informação, já que ele vale muito.

Quais são as práticas não recomendadas em relação à segurança de dados?

Não há nenhuma receita de bolo a respeito da segurança de dados. Ainda assim, existem algumas práticas importantes:

É fundamental alertar os funcionários para que não caiam em ataques de phishing ao clicar em links maliciosos nas redes sociais usando um computador ou celular da empresa.

Também é necessário estabelecer uma política interna clara, que seja exercida de fato. Muitas empresas o fazem, mas, na prática, as diretrizes nunca saem do papel e servem apenas para finalidades burocráticas ligadas a auditorias e compliance.

Se possível, não deixe esse tema cair no esquecimento dentro de sua empresa em nenhuma hipótese. Afinal, o sigilo também pode ser quebrado por colaboradores insatisfeitos ou desavisados. Certifique-se de que todos estão avisados sobre as atividades proibidas e cuidados a serem tomados. Tenha em mente que, se sua empresa realiza operações de coleta de dados, ela também deverá se adaptar às exigências da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Quais cuidados tomar?

Como dissemos, o primeiro passo a ser dado é o de padronizar procedimentos internos, para que fiquem claros e de fácil compreensão. Eles devem estar de acordo com as necessidades da organização e envolvem diversos fatores, como hardwares, softwares e pessoas. A ideia é minimizar o risco que essas ameaças podem causar.

A falta de controle do acesso de usuários nos sistemas da empresa também é um erro grave, que precisa ser evitado a qualquer custo. Como cada empresa utiliza os dados de uma maneira, tende a ser trabalhoso elaborar níveis diferentes de proteção e aplicá-los. De qualquer modo, é indicado fazer valer a velha lógica: se menos pessoas têm acesso às informações críticas, menores são os riscos.

A ausência de atualizações e o descumprimento da LGPD também inspiram muitos cuidados. Equipamentos e softwares desatualizados expõem a sua companhia às armadilhas, que são frequentemente renovadas e reestruturadas. Oferecer treinamentos aos colaboradores também é produtivo para atualizá-los a respeito da ação de novos malwares e fraudes.

Garantir transações seguras é uma prática útil para proteger com eficácia, assim como o backup na nuvem, que ajuda a recuperar o que for necessário em casos de perdas. Sendo assim, mesmo que as piores hipóteses se tornem realidade, é possível retomar as operações de rotina em menos tempo.

Conte com especialistas para proteger dados

Confira, a seguir, alguns motivos que fazem da terceirização de segurança da informação uma boa saída para a proteção de dados.

Oferece um serviço especializado

Como se trata de uma questão bastante delicada, que pode acarretar prejuízos e custos elevados para a empresa, nada melhor do que ter uma equipe especializada à disposição, não é mesmo? Assim, haverá uma garantia de que todos os procedimentos contam com o respaldo de quem tem um vasto know-how sobre o tema. Vale lembrar que, por conta disso, a redução de despesas também é alcançada.

Ajuda a identificar e evitar falhas nos processos

Na maioria das vezes, um serviço terceirizado desse tipo também acaba atuando como uma consultoria, o que é especialmente proveitoso no sentido de identificar possíveis gargalos e falhas em sua empresa. Esse apoio é relevante para ajudar a definir as políticas internas.

Aumenta a produtividade da equipe

Com o apoio de profissionais focados na segurança, os colaboradores não precisarão se preocupar com medidas adicionais no cotidiano. Além disso, eles terão o apoio necessário para direcionar toda produtividade para o departamento ao qual pertencem, executando funções prioritárias.

Melhora a imagem da empresa

Atualmente, poucas coisas são tão negativas para a imagem de uma empresa quanto o vazamento de noções sigilosas — a proteção oferecida por uma equipe terceirizada atua para que isso não ocorra. Desse modo, na hora de vender para um cliente ou firmar uma parceria, a empresa demonstrará zelo com seus dados, o que é muito positivo perante o mercado.

Oferece controle

Por meio de relatórios apurados e prestação de contas, é viável controlar os serviços realizados por uma organização terceirizada: você tem acesso às medidas e melhorias implementadas e acompanha de perto todas as entregas.

Enfim, proteger os dados críticos da empresa é muito mais do que uma necessidade. Independentemente de tomar os cuidados necessários e evitar erros mais comuns, é recomendado contar um suporte que compreende o assunto de maneira aprofundada.

Se precisa de ajuda com a segurança da sua empresa, entre em contato conosco!